sábado, 14 de julho de 2012

Opnião Masculina

Hey pitchuletes lindas.

É a Jess quem vos fala. Recebi uma reproposta de parceria do senhor Daniel Nazar Kengerski, mais conhecido como Jack. O que acham de um machinho por aqui revelando para vocês todos os segredos e tudo que quiseram saber sobre os homens? Então dêem boas vindas ao nosso polako.

Editado: Olá meninas, aqui é o Jack que vos fala! Só pra complementar o que a Jess disse, sim eu estarei aqui inteiramente a disposição de vocês, para resolver vossas dúvidas, e vez ou outra vocês poderão ver um artigo meu aqui. Espero que nossa relação seja enriquecedora para todos e espero suas opiniões (:

PS: Tenho fotos melhores que essa Jess...mas ok... HSAUSAHUASUHASUASUHASU

Jakisses!!!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Namorado Egoístcha!


Num relacionamento a dois, espera-se que haja troca e companheirismo. E quando seu parceiro não quer saber de ceder de jeito nenhum? Saiba que tentar relevar a postura egoísta do seu namorado pode ser nocivo para o casal. “Numa relação saudável, há trocas: ambos dão e cedem, e isso acontece naturalmente. Se não for assim, a relação passa a ser de mão única. Então, posso dizer que não há relação”, explica a psicóloga Maria Eugênia Damaceno.


Antes de cobrar mudanças, avalie se não é você quem está querendo impor suas vontades a todo custo. “Tudo em excesso não é saudável. Se você percebe que suas cobranças são excessivas, é bom se perguntar o porquê disso: será que essa relação está sendo boa para mim, já que tenho que cobrar para receber? Será que realmente o outro está nesse relacionamento? Ou será que cobro muito para não quero ceder em nada?”, recomenda a psicóloga.


E se de fato ele não quer abrir mão em nenhum aspecto, segundo a especialista, o egoísmo do seu namorado tem explicação por alguma falta na infância dele. “Se durante essa fase a criança não aprende a valorizar o outro, a viver em grupo e a dividir, nunca sairá da fase egóica e a levará para toda vida. Dessa forma, o adulto enxerga que somente seus desejos é que devem ser realizados e os do outro não”, explica. 



Ao compreender a raiz do problema, fica claro porque tentar mudar as atitudes do seu companheiro com discussões é algo infrutífero. “O altruísmo é uma construção que deve ser iniciada na infância. Se isso não acontece, fica muito difícil mudar esse comportamento posteriormente. A melhor forma de ajudar alguém assim é levar essa pessoa a descobrir através da terapia pessoal as razões para essa característica”, finaliza Maria Eugênia.


quinta-feira, 17 de maio de 2012

ELE MENTIU - E agora? 2ª chance?


Depois de um furo aqui, uma história mal contada ali, você acabou descobrindo: ele mentiu. É claro que ninguém gosta de saber que o parceiro é chegado numa lorota. E, dependendo do tamanho, da forma ou do tema da mentira, a confiança que você tinha vai por água abaixo. E agora? Dá para levar este namoro adiante ou a desconfiança vai minar o relacionamento?


Para Menininha, usuária da rede social do Bolsa de Mulher, mentira dói. Ela fala isso por experiência própria. "Acabei de me casar e, em apenas três meses, ele já tentou mentir pra mim e só não levou adiante porque eu tinha todas as provas em mãos', diz ela, que não sabe se pode confiar mais nele. "Não tenho muito a dizer, somente que dói demais. Quando se perde a confiança é um problemão", diz.



Na hora de contar uma mentira, o que não falta é criatividade. Veja só: a usuária da rede social do Bolsa de Mulher Camilli conheceu um rapaz que, para conquistá-la, disse ser o dono da pizzaria. Era mentira! "Na verdade ele era o garçom", diz, às gargalhadas. 



Na opinião de Camilli, todo mundo mente, já mentiu ou vai mentir um dia. "Acho que a diferença está no por que da mentira e na frequência com que ocorre. Existem as mentirinhas que falamos para não magoar alguém, para nos proteger de alguma situação ou para nos livrarmos de algo. E existem aquelas mentiras recorrentes, que têm o intuito claro de enganar e manipular", observa.




Mentir é o fim

Mentir é o fim da picada - e também do namoro. A usuária do Bolsa Manu acredita que a alma guarda o que a mente tenta esquecer. "Por mais que você tente esquecer uma mentira, você nunca vai conseguir porque isso feriu a sua alma!", defende Manu, que já terminou um relacionamento por conta de uma mentira. "A pior coisa é viver com uma pessoa em quem você não confia. Se continuar no relacionamento, você acaba se tornando escrava da desconfiança", diz.

Segundo a psicóloga Sabrina Dotto Billo, nós mentimos para sobreviver: "Muitas vezes até sem perceber. Por vários motivos e para nós mesmos, para suportar um recalque,
tranquilizar nossos pais, não ferir a autoestima de um amigo, justificar uma falta". Ela acrescenta que tomar conhecimento do motivo que levou o outro a mentir pode atenuar ou agravar a situação. "Depende da combinação do casal e, sobretudo, se a mentira não afeta de forma direta e negativa o cônjuge", explica.

Muitas vezes temos a impressão equivocada de que se não contarmos tudo ao parceiro não estamos sendo sinceros. "Todavia, a privacidade é fundamental. Não precisamos inventar histórias, mas deixar claro que alguns assuntos não podem ser compartilhados. E isso não é amar menos, nem deixar de ser verdadeiro, é ser ético", afirma.




Mentirinha, mentira e mentirão

Sabrina explica que mentira é a incoerência entre uma situação e um relato. "Há mentiras inofensivas e muitas vezes necessárias para o convívio social. Outras
são devastadoras e podem mudar a vida das pessoas", salienta.




Dá pra perceber?

A psicóloga afirma que, teoricamente, quando mentimos, contrariamos o nosso próprio cérebro e essa contradição faz com que nosso corpo dê sinais de ansiedade.





Dá para voltar a confiar?

Quando há quebra na confiança, dá, sim, para colar os pedacinhos. "Mas o processo tende a ser longo e dolorido. E envolve não só a mudança de comportamento de quem mentiu, como o empenho em fazer o outro perceber que é confiável, além da superação desse outro para voltar a confiar", finaliza.


quarta-feira, 16 de maio de 2012

O PODER DA LIDERANÇA FEMININA.

Existem características marcantes no tocante a gestão de profissionais do sexo feminino. Está na natureza das mulheres estarem bem mais atentas aos detalhes das situações, o que faz com que consigam ter uma visão mais ampla da empresa, por exemplo.

Isso permite que se comuniquem e negociem com mais tranquilidade e serenidade. As mulheres também administram a jornada dupla de trabalho (cuidar da casa e da carreira), o que reflete na flexibilidade no ambiente corporativo.
Os últimos anos foram marcantes, uma vez que as mulheres aumentaram significantemente a participação em cargos de presidência, diretoria e gerência. No posto de coordenação, por exemplo, já ocupam mais da metade das vagas, com 64% de profissionais (dados do Cadastro Catho, banco de dados da Catho Online com mais de 200 mil companhias):

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem em torno de quatro milhões de mulheres a mais que homens no Brasil. “Elas estudam mais, se dedicam mais, e normalmente estão melhor preparadas em processos de seleção. Buscam ser mais transparentes nas dinâmicas e entrevistas. Acredito que estes sejam alguns dos fatores que fazem com que elas estejam ocupando cada vez mais cargos de gestão”, afirma Fernando Elias José, psicólogo e consultor comportamental em empresas.

Ainda está intrínseco na cultura de algumas empresas a discriminação com a mulher, principalmente quando se fala em liderança. Este preconceito vem diminuindo, até por conta dos resultados alcançados pelas profissionais. “Quando assume uma posição de gestão, a mulher combate o preconceito com bastante conhecimento e desenvolvimento de suas atividades”, opina o consultor.

Preparação
A educação pode ser uma das explicações das mulheres estarem conquistando o mercado de trabalho. O último levantamento do IBGE, mostrou que a escolaridade média das pessoas do sexo feminino em áreas urbanas é de 9,2 anos. Já a dos homens não passa de 8,2 anos de estudo.
“No futuro as mulheres estarão lado a lado com os homens nos cargos de gestão. Este processo ainda requer um pouco mais de tempo. Quando as organizações passarem a encarar a diversidade de gênero como um traço de sua cultura e parte da estratégia do negócio, isso deve acontecer”, aponta Santille.




Fonte: O poder da liderança feminina | Portal 

terça-feira, 15 de maio de 2012

10 dicas para acabar bem uma Briga de Casal

Grandes relacionamentos não se desenvolvem a partir da ausência de conflitos, mas sim ao determinar um padrão agradável para saber como resolver essas brigas. Definir as regras de engajamento para como você "luta" com alguém de quem gosta é muito mais importante do que tentar nunca ter um desacordo. Se você se preocupa com alguém, considere estas 10 regras listadas pelo Huffing Post, e saiba como se comunicar e resolver a situação.

Afinal, brigar é muito comum... até os Sims brigam :P


1 - Não grite: tente pensar no que realmente aconteceu. Se a outra pessoa está gritando, evite levantar a sua voz também para evitar uma escalada natural de interesses conflitantes.

2 - Sempre inicie e termine a conversa afirmando que se preocupa com a outra pessoa: em meio a um desentendimento, você nunca pode subestimar o poder e a importância de lembrar a outra pessoa que você se preocupa e acredita nela.

3 - Esteja aberto para a ideia de que você cometeu um erro, mesmo se você tem certeza que não: as pessoas raramente ficam chateadas sem razão. Descubra o que machucou a outra pessoa.

4 - Não fale em generalidades de comportamento da outra pessoa: leve em consideração outras atitudes da pessoa. Falar só dos atos ruins vai gerar ainda mais briga.

5 - Trabalhe para ser o primeiro a pedir desculpas: embora a ideia de esperar que a outra pessoa para se desculpar primeiro seja mais fácil de ser aceita, pedir desculpa pode ser um sinal garantido de que você procura um reconciliamento.

6 - Tente descobrir o que é certo e não em quem está certo: ao pensar sobre o que aconteceu, tente avaliar o certo e o errado com base apenas nas ações gerais, não apenas do seu lado.

7 - Não xingue: linguagem exagerada é muitas vezes a prova de uma compreensão exagerada do que realmente aconteceu. A outra parte provavelmente apenas vai ouvir os palavrões e vai parar de ouvir qualquer outra coisa boa que você falar.

8 - Não ofenda: depreciar uma pessoa sempre muda o foco de resolver o problema real. O abuso verbal nunca é bem-vindo a uma resolução de conflitos.

9 - Lembre-se a outra pessoa também se preocupa com a conciliação: uma das causas fundamentais de muitas brigas é achar que a outra pessoa não está com a mente aberta para acabar com a discussão.

10 - Nunca espere que a outra pessoa preencha um buraco em sua vida: às vezes caímos na armadilha de colocar expectativas impróprias em outras pessoas porque nós esperando que eles melhorem uma necessidade na nossa vida que, na verdade, não são realmente capazes de satisfazer.

Jakisses :)



fonte: Terra

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Beijo de Judas

Eu me dignifico a conter-me nessa auto análise, pois não existe argumento plausível, motivo considerável ou desculpa arranjada que explique a fé na sinceridade. Para mim, ela é deus extinto, força esquecida, talvez uma fábula. Isso não significa diretamente que eu me ponha a mentir a cada instante dessa vida, mas que quanto mais tento ser o que acredito ser, mais esbarro com a falácia.



Nas vozes mais meigas, saboreio o veneno... nos toques mais suaves, me arranham os espinhos... nas atitudes mais amigáveis, sinto golpes... nos rostos mais simpáticos, distingo máscaras sutis. A leve marca nas extremidades do rosto que separa tua verdadeira face daquela que aparenta é amplamente invisível a quem ainda tem esperança. O implacável sabor adocicado da mentira desata as mais harmônicas relações sociais. As aparências enganam... e como são eficazes nisso. Acredito que isso ocorra porque as pessoas desejam se deixar enganar.
O Interesse, companheiro fiel da Falsidade, baila entre os objetivos mais inimagináveis. A sociedade se desfaz e se refaz introduzindo em seu meio a política de que o amor existe. Às vezes me pego pensando que este é outro deus extinto... outro joelho caído por terra diante das forças tenebrosas do Beijo de Judas.




Beijo... doce expressão de afeto que tem dado vida as mais aparentes relações do extinto amor. Tomou Judas este ato e denegriu o uso do beijo quando encostou seus lábios deturpados em face santa com o intuito de apontar para a morte sua mais digna vitima. Podemos estabelecer deste antigo ocorrido o início de uma geração de Judas, que se beijam e se abraçam, fazem declarações de afeto, e em seu coração guardam os mais repugnantes pensamentos. Destes, afasto-me... e tenho-me tornado o resquício de dores e uma solitária nada preterida.




Não sou imaculada, pois herdei fragmentos da genética traidora. Inclinações são correntes intensas, mas lutar contra elas nunca é em vão. Garanto que entre afagos quentes e mentirosos e o inverno da verdade... prefiro indiscutivelmente morrer de frio.




quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Quando a família não aceita o namoro


Depois de muita busca, muita conversa e alguma frustração, de repente, como num passe de mágica, você finalmente encontrou aquela pessoa que buscava. Ele era tudo com que você sonhava, o que te fez crer que a felicidade enfim bateu à sua porta. Vocês se gostam, têm muitas afinidades, se entendem e o mais importante: os dois desejam estar juntos. Nada poderia estragar ou mesmo abalar toda essa felicidade... Será?



Então chega o dia em que finalmente você vai apresentar o felizardo para sua família. Tudo corre bem, todos são muito educados e corteses, mas, quando ele vai embora, sua família mostra ter implicado com seu namorado. Seu pai acha que ele não ganha bem o suficiente para estar com você, sua mãe acha que seu ex era muito mais bonito, seu irmão pensa que você merecia coisa melhor. Resumindo a ópera, sua família simplesmente não aceitou seu namorado. E agora, o que fazer?



De uma hora para a outra, você se vê como que no meio de um grande cabo de guerra. De um lado está sua família, que você sempre valorizou e considerou ao extremo, e de outro o amor que você encontrou, mais recente, mas certamente tão importante quanto. Como sair desta cilada?



Em primeiro lugar, é importante dizer que as famílias são muito diferentes entre si, e é preciso levar isso em consideração ao pensar neste assunto. Há pais que implicam com todos os relacionamentos dos filhos, mas há também famílias que não têm problemas quando um de seus membros está se relacionando com alguém, e a rejeição ao namorado é algo pontual. Antes de qualquer coisa, identifique qual o estilo de sua família, pois a partir disso você poderá pensar melhor o que fazer.



Penso que, quando a família não é de implicar à toa com os(as) companheiros(as) dos filhos, não custa nada parar e pensar se ela tem alguma ponta de razão. Isso não significa abrir mão, automaticamente, do seu amor. Significa apenas que você pode pensar sobre isso e chegar à sua própria conclusão. De nada adianta simplesmente aceitar ou rejeitar instantaneamente uma opinião, sem parar para refletir se o outro tem ou não razão.



Se você analisou bem a situação e manteve a ideia de que aquele realmente é o amor da sua vida, que te faz feliz e com quem você quer estar, é importante ter em mente que você não precisa fazer uma escolha por um ou por outro. Amar um homem ou uma mulher não reduz em nada o amor que você tem pela sua família, de modo que você não tem qualquer necessidade de escolher entre a família ou o namorado. É evidente que poderá haver eventos em que você estará com a família e não com o namorado. Eventos de família, por exemplo, poderão excluir a presença do seu namorado, assim como o aniversário do último excluirá sua família. Se você souber se dividir bem e conseguir dar atenção a ambos, tudo estará resolvido, ainda que a situação não seja a ideal.




É importante levar em conta um dado: os pais passam anos e anos fazendo escolhas pelos seus filhos. São eles quem decidem o que os filhos comerão, onde estudarão, a hora de dormir, o jeito de educar. Quando chega a hora em que os filhos começam a caminhar com as próprias pernas e tomar suas próprias decisões, muitos pais ficam inseguros, pensando que eles ainda não sabem qual o melhor a se fazer. E a escolha do namorado acaba passando por aí. É importante, então, que o filho possa conversar com os seus pais e mostrar que está tomando decisões maduras e pensadas, que sabe as consequências de seus atos e, principalmente, de que está feliz com aquela pessoa. Às vezes são necessárias várias conversas ou mesmo apenas de tempo para que sua família veja que você cresceu e saber o que quer.




A tendência é que, conforme o namoro avance e a família te veja feliz e realizado, tudo seja reconsiderado. É claro que sempre há casos de famílias que passam a vida rejeitando o genro ou a nora, mas há tantos outros casos em que tudo termina bem, com todos se adorando.


Fonte: Msn - Dra. Mariana Santiago de Matos

D1U de prata: Minha experiência

Hey ho, Pitchuletes amadinhas! Hoje vamos conversar um pouquinho sobre o DIU de prata. Na última postagem eu contei para vocês como foi a mi...