sábado, 26 de setembro de 2009

TAH SOLTEIRA? Aproveita a vida XUXU!

Vocês estavam só no cineminha, pizzaria e DVD. De repente, o namoro acabou. Fim. E você se dá conta de que precisa começar de novo, dar adeus aos programas de casal e as boas-vindas à vida de solteira. Tem tente que se sente perdida e não tem a menor ideia do que fazer em plena sexta-feira à noite. Qual é a boa, para onde ir e, estando lá, como se posicionar? Calma. Estamos aqui para ajudar você a ver que a vida de solteira tem seu lado bom e pode te trazer belas surpresas.

Assim que ficou solteira, a publicitária Adriana R. fez o óbvio: telefonou para a melhor amiga. Conversa vai, conversa vem, descobriu qual era a boa da noite e para lá foi, guerreira. "Juntei um grupinho e parti para a boate da moda. Estava animada, mas achei tudo estranho, muito invasivo", conta Adriana, que estava a fim de azaração, mas não tanta. "Os caras chegam junto sem o menor charme, pegam na sua cintura, falam bobagem. Alguns são agressivos", conta ela, que nunca mais voltou ao lugar. "Não acredito que possa conhecer alguém interessante em um ambiente como esse. Prefiro ficar em casa e, ultimamente, só vou a aniversários de amigos", conta ela, que já está de olho no amigo de um colega de trabalho.

Descubra o seu tipo de diversão

De fato, há quem torça o nariz para as boates. Mas se elas não tivessem seu eleitorado, não estariam com tantas filas na porta. Para a funcionária pública Ana Carolina L., 32, sempre existe um lugar com o qual a pessoa se identifica: "Boate de verdade eu vou pouco. Mas adoro partir para uma feijoada ou um pagode". Ana sai para se divertir e não para caçar namorado. "Se acontecer, vai ser ótimo, não nego. Mas quem fica aflita procurando acaba sozinha porque os homens reparam", defende.

Amplie seus horizontes

A usuária do Bolsa de Mulher Gika Swiss diz que, ao se ver solteira, a boa é focar em si mesma: "Procure se cuidar e busque se aproximar de pessoas que tratem você bem". Gika sugere que a recém-solteira fique perto da família e dos amigos. Além disso, pode ser legal tentar aumentar o convívio social. "Vá com outras pessoas fazer atividades que você goste. Quem sabe uma viagem no fim de semana com amigas?", recomenda, frizando que o negócio é ocupar o tempo livre com coisas e pessoas que nos dão prazer.

Use camisinha

A usuária do Bolsa Jaque trabalha no mercado financeiro e lembra um tópico importante no universo da solteirice: o uso do preservativo. "Fiquei solteira há dois anos e não faltava camisinha na minha carteira", conta, precavida. Alguns homens ainda se surpreendem com essa atitude "moderninha", mas temos que nos prevenir sempre. "Alguns parceiros riam e achavam estranho quando eu tirava a camisinha da bolsa. Outros agradeciam por não ter na hora", lembra Jaque. E nós, do Bolsa de Mulher, assinamos embaixo: tem que usar camisinha - solteira, casada, separada, viúva, sempre!

Após um rompimento é necessário elaborar a perda, passar por um processo de luto e, se possível, evitar se envolver emocionalmente com outra pessoa antes da ferida cicatrizar

Segundo a psicóloga Priscilla Gaspar, quanto mais longo tiver sido o relacionamento e maior a convivência diária, maiores serão as dificuldades encontradas pela recém-solteira. "A sua rotina estava impregnada do parceiro e ficará ‘vazia'. A sensação de que está faltando algo será tanto maior quanto mais intensa era a dependência no vínculo do casal, ou seja, quando um não faz nada sem o outro", explica Priscila, lembrando da importância de se preservar a individualidade mesmo estando em um relacionamento sério.

Viva o seu luto

Segundo Priscila Gaspar, após um rompimento é necessário elaborar a perda, passar por um processo de luto e, se possível, evitar se envolver emocionalmente com outra pessoa antes da ferida cicatrizar. "Para algumas pessoas, sair pode ser uma forma de evitar o contato com a dor e, dessa forma, evitar o trabalho do luto. Nesse caso, se recolher ao menos temporariamente deve ser considerado", sugere a psicóloga, afirmando que é importante retomar o contato com amigas e ir aos pouco se reintroduzindo no mundo dos solteiros.

O melhor e o pior de estar solteira

Para a psicóloga Priscila Gaspar, o bom de estar solteira é ter de volta a liberdade de poder fazer o que quiser sem a interferência de outra pessoa. "Ter mais tempo livre e liberdade de escolha pode ser uma ótima oportunidade de se redescobrir", afirma ela, para quem o lado ruim é não ter com quem compartilhar e dividir as coisas.

Dicas

Pedimos à psicóloga algumas dicas do que as recém-solteiras podem fazer. Aí vão elas:

1) Aproveitar para fazer tudo que deixou de fazer, fosse por falta de tempo ou porque o companheiro não apoiava.
2) Sair sozinha.
3) Passar o dia fazendo tratamentos de beleza.
4) Visitar parentes.
5) Brincar com seu pet.
6) Ler um bom livro.
7) Recomeçar aquele curso que você deixou para trás.
8) Aproveitar pra viajar, conhecer novos lugares
9) Fazer novas amizades
10) Deixar a vida ditar um pouco as regras e seguir livre, ao sabor do vento

E você, que conselho dá para quem acabou de se separar?

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Quando O CACHORRO termina com vc!

:)
Homens do meu coração, desculpe o termo "Cachorro", mas ele não se aplica a você fofurinha que é boa pessoa e cuida com carinha da sua namorada.

CACHORRO SE APLICA A ESSES SAFADOS QUE MANDA A COITADA PASTAR PQ ACHOU OUTRA GAROTA QUE ELE AAAACHA QUE É MELHOR!

Vamos ao post :)

Contra a sua vontade e depois de ampla exposição dos seus argumentos e algumas lágrimas, não teve jeito: ele desmanchou o namoro. Na hora de contar para as amigas, umas falam o básico: "Ele terminou comigo". Há quem prefira uma brincadeira como: "Tomei um pé na bunda". E outras: "Levei um fora". Não importa o modo como se diz, os sentimentos são os mesmos: dor no peito, sensação de fracasso e medo do que vai acontecer dali por diante.

Se quem recebe o fora está muito apaixonado, a sensação de perda é maior. A falta de reciprocidade é como estar com sede e não ter água para beber

Para todas, os minutos, horas, dias pós-término carregam lembranças do que foi e lamentações do que poderia ter sido. A usuária do Bolsa de Mulher Dada Geminiana viu seu namoro de quatro anos chegar ao fim por iniciativa dele. "Ainda está doendo muito. No fundo sei que valeu. Tudo vale a pena quando a alma não é pequena, já dizia o poeta", tenta se animar Dada.

Ela está certa de que, quando o ressentimento passa, a razão prevalece. "É possível enxergar o quanto foi positivo e aprendermos tanto com o amor quanto com a dor", opina. Dada acredita que nada acontece por acaso, que ninguém passa em nossas vidas sem deixar um pouco de si e levar um pouco de nós. "Acabou? Que pena! Mas nada é para sempre, nem o próprio fim!", diz.

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Todo mundo já levou um cartão vermelho no jogo do amor. Mas ninguém se acostuma com a dor de ser jogada para escanteio. Para a usuária do Bolsa, Fatima Macedo, ser dispensada não é fácil: "Nem sempre a gente consegue reagir como um adulto e não como uma criança mimada". Ela defende que, diante de uma ruptura, o jeito é tentar superar. "Tem que deixar o outro ir, ele tem o direito de não querer ficar comigo e de não gostar de mim", resume Fátima, como quem dá a receita para desafazer o gosto amargo que todo mundo experimenta quando termina um namoro.

A fila anda

A usuária Estelinha Aquariana acha que é preferível que ele termine logo o relacionamento do que se envolva com outra pessoa durante o namoro. "A partir do momento em que terminamos uma relação, estamos abertos para outra. Não existe essa de dar tempo", opina, certa de que a fila tem que andar. "E como anda! Uma dica: não procure saber nada da vida do ex. Ex é ex, passou. Vá viver a sua vida e ser feliz", aconselha.

Para Lili Gab o fim de um relacionamento não significa o fim do mundo. "É o começo de uma nova vida", afirma, olhando para o futuro. "Se ele não te quer mais, pode ter certeza que alguém vai te querer! Toda fila anda e o ex vai perceber que a sua também", diz decidida.

No livro "Relacionamento Amoroso - como encontrar sua metade ideal e cuidar dela", o psicólogo Ailton Amélio lembra que levar e dar foras são acontecimentos comuns entre os que buscam um relacionamento. "Quem tem muito medo de foras corre o risco de ficar só", afirma Ailton. O psicólogo explica que a duração e a intensidade do relacionamento, a integração de vida com o parceiro e a incompreensão dos motivos do fora aumentam os problemas causados por um término contra a nossa vontade.

"Se quem recebe o fora está muito apaixonado, a sensação de perda é maior. A falta de reciprocidade é como estar com sede e não ter água para beber", afirma Ailton. Para ele, o apaixonado que deixa de ser correspondido apresenta reações semelhantes àquelas exibidas por um drogado que parou recentemente de usar a droga: sofrimento intenso, alterações fisiológicas e alterações de sono.

Para aliviar a dor, Ailton Amélio sugere as seguintes medidas:

1) Associar as boas lembranças com lembranças ruins: "Sempre que tiver boas lembranças sobre o amado, pense em algo ruim que ele fez. Isso vai ajudar a diminuir a conotação positiva que ele tem pra você", conselha o psicólogo.

2) Desidealizar o parceiro:
"Um dos ingredientes do amor é a admiração pelo parceiro. Uma forma de desapaixonar é diminuir essa admiração através da dissolução da idealização do outro", ensina.

3) Amor com amor se paga: "Nada melhor do que se envolver com outra pessoa para esquecer um antigo amor e melhorar a autoestima", sugere Ailton. Mas cuidado: quem não está curado de um amor frustrado pode se envolver com outro parceiro inadequado.

4) Por a esperança à prova: "Caso haja esperança de voltar, resta ir atrás do ex e conferir se a esperança tem fundamento. Caso fique claro que a esperança é ilusória, haverá uma dor intensa, mas de curta duração. O amor se extinguirá", finaliza.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

10 Coisas para não fazer no Namoro

O namoro não deu certo, vocês terminaram e, antes de dormir, você abraça o travesseiro e se pergunta baixinho: "Onde foi que eu errei?". O Bolsa de Mulher conversou com algumas psicólogas que listaram os erros mais comuns que as mulheres cometem em um relacionamento. Abra o olho!
1. Fingir que está tudo bem quando não está: Quando ele pergunta: 'O que foi?' e respondemos: 'Não foi nada'. Os homens são literais e objetivos, não entendem entrelinhas. "Para eles, nada é nada - estejamos emburradas, com a cara amarrada ou não. É simples assim", ensina a psicóloga Sabrina Dotto Billo.
2. Fazer uma crítica atrás da outra: "Os homens (e as mulheres também) são muitas vezes motivados pelo reconhecimento. Esperar o momento para elogiar quando ele fez algo certo é melhor do que criticá-lo pelos erros", lembra a psicóloga Karen Camargo.
3. Achar que ele tem bola de cristal: "Esperar que o parceiro adivinhe nossas necessidades ao invés de pedir diretamente", sinaliza Karen Camargo, apoiada pela colega Thays Araújo. "A comunicação é essencial. Ter um diálogo franco e aberto é importante para esclarecer os mal-entendidos, expressar pensamentos e desejos. Isso facilita a intimidade e proporciona maior cumplicidade ao casal. O casal precisa conversar sobre o que vive. Sempre haverá conflitos e eles poderão ser resolvidos se os parceiros encontrarem um momento para falar e ouvir", explica Thays Araújo.

4. Competir com a sogra: "É um grande erro simplesmente porque são amores diferentes. Pense no coração compartimentado com gavetinhas, onde cadagavetinha é para uma pessoa. Esvaziar outras não fará a sua ficar mais cheia: o máximo que você pode fazer para encher a 'sua' é ser uma pessoa melhor. E vale lembrar que você pode se tornar a ‘ex', mas a mãe delesempre será mãe", explica a psicóloga Sabrina Dotto Billo.

5. Contar tudo tim-tim por tim-tim: "Um pouco de privacidade é essencial. Algumas partes da nossa história são íntimas e pessoais, e não é porquenão compartilhamos com o parceiro que deixamos de ser sinceras no relacionamento. É questão de autopreservação. Quando o assunto é relaçãoanterior, o cuidado deve ser ainda maior, pois nesse quesito, o menos é
sempre mais", esclarece a psicóloga Sabrina Dotto Billo.
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6. Encarnar a Dra Sabe Tudo: "É um erro achar que conhece tudo sobre o parceiro. A gente não conhece uma pessoa 100%, mesmo depois de muito tempo de relacionamento. Quando achamos que sabemos tudo o que o parceiro pensa ou deseja, deixamos de perguntar o que ele realmente quer e isso pode gerar muitos desentendimentos. Conhecer a pessoa com um olhar é possível, mas não é garantia de que você irá acertar sempre. Pressupor é mais arriscado do que confirmar o que o parceiro deseja no momento", explica a psicóloga Thays Araújo.

7. Dizer que perdoou, mas não perdoou nada: "Quando dizemos que o perdoamos por qualquer coisa e esperamos o momento de "devolver" na mesma moeda ou jogamos na cara
numa discussão, não demonstramos coerência", lembra a psicóloga Sabrina Dotto Billo.

8. Descuidar dele: "Os homens precisam ser cuidados. Eles esperam que as mulheres façam por eles coisas que os façam se sentir especiais: comprar aquela sobremesa que ele gosta, elogiar, cuidar quando estão doentes, se preocupar com a sua vida em geral", afirma a psicóloga Karen Camargo.

9. Achar que pode resolver tudo sozinha: "O maior erro é a mulher achar que ela pode ser a única ou a maior responsável pelo relacionamento. Uma relação só existe a dois, portanto, cada um tem sua parcela de responsabilidade nos erros e acertos da relação. Cabe aos dois encontrar os ajustes necessários", explica a psicóloga Thays Araújo.

10. Fazer pouco das fraquezas dele: "A regra geral é exaltar as qualidades e ter respeito para com as fraquezas. E ajudar a melhorar se o parceiro quiser ajuda. Se ele confessou algo para você (por exemplo, que não gosta de ser baixinho, narigudo, é ruim nos esportes ou não tem sucesso no trabalho) é porque ele confiou em você. Ele vai se sentir tripudiado toda vez que você ‘tocar na ferida' e vai pensar duas vezes antes de contar alguma coisanovamente", finaliza Sabrina Dotto Billo.

D1U de prata: Minha experiência

Hey ho, Pitchuletes amadinhas! Hoje vamos conversar um pouquinho sobre o DIU de prata. Na última postagem eu contei para vocês como foi a mi...