terça-feira, 5 de outubro de 2010

Mulher Fácil: Mito ou Realidade?

E aew pitchulinhas?

Estamos aew (devagar, quase parando) sempre atualizando pra vocês!

Hoje trago um assunto que deixa mulher de cabelo em pé: MULHER FÁCIL!!!

Desde o começo das eras, algumas mulheres têm sido rotuladas de acordo com seu proceder em relação ao sexo oposto: Na Idade Média, eram cortesãs... no século XX, eram mulheres desfrutáveis... e hoje são chamadas simplesmente de fáceis.

De acordo com esse pensamento, vamos responder as seguintes perguntas nesse post: Será que uma mulher que é chamada de fácil merece tamanho desdém? Será que não se importar com o que pensam da sua rotina emocional (e até sexual) é tão errado? Será que a rotulagem tem origem no machismo, ou são as próprias mulheres que se rotulam?

Será que uma mulher chamada de "fácil" merece tamanho desdém?

Experimente perguntar a um homem o que ele acha de uma mulher fácil. Na visão dos homens, elas quebram a magia da conquista, e passam por muitas mãos, o que fere o ego masculino de querer ser o macho do território. Mais uma vez, percebemos que nos homens, o problema é instintivo. E nas mulheres?

Elas também desprezam repentinamente uma mulher que tenha fama de ser fácil. Por que? Algumas garotas, rotuladas severamente de fáceis, acreditam que o desprezo feminino seja inveja. "O fato de uma mulher fácil ter liberdade emocional e sexual para se envolver com quantos parceiros quiser e fazer o que tem vontade deixa as beatas desconfortáveis. Elas ainda estão presas ao pensamento antiquado de que mulher pra casar tem que ser virgem e de um homem só. Enquanto isso, o que os homens delas mais querem é ser garanhões. E ao em vez de ficarem bravas com eles, elas põe a culpa nas outras mulheres. A rivalidade feminina é um tédio." comenta Larissa, consultora de moda. "O problema não chega a ser inveja, e sim ciumes. Ciúmes porque mulher ama ser o centro das atenções, e quando outra a ofusca, a rivalidade feminina inflama, e as mulheres (que já tem uma lingua venenosa) tendem a se vingar fofocando sobre a moral da pessoa em questão." comenta a psicologa Yoko.


Será que não se importar com o que pensam da sua rotina emocional (e até sexual) é tão errado?

A mulher não deve permitir que a sociedade a comprima num mundo de castidade, serviços domésticos e filhinhos no colo pra criar. O mundo mudou, a modernidade ferve no sangue das pessoas, e as mulheres são ativas no mercado de trabalho e no mundo da diversão. "O fato de eu ir numa balada numa sexta feira, dançar e beber não me torna uma vadia. E se eu ver um cara bonito e ele me der mole, é claro que vou até ele. Sou maior de idade, vacinada e tenho direito de me divertir." afirma Ana Lígia, estudante de educação especial. "É claro que não vou sair passando o rodo competindo com minhas amigas quem fica mais. O importante é qualidade, pois quantidade sim é coisa de vadia."

"Se divertir, tomar as rédeas e ir atrás de um rapaz que lhe chame a atenção não é uma atitude nosciva. Isso não reduz a moral de uma mulher. Se ela for sempre passiva, com certeza deixará passar muitos desejos, e será infeliz. Mas é claro que ela também não pode exagerar. Vulgaridade não é sinônimo de felicidade. Se envolvendo com muitos homens, ela pode se magoar, pois perde o valor para si mesma. A mulher tem que se amar. Ela tem que afirmar para si mesma que não é qualquer uma para se entregar a qualquer um."
reforça a psicologa Yoko.


Será que a rotulagem tem origem no machismo, ou são as próprias mulheres que se rotulam?

A sociedade nunca julgou os homens por se envolver com várias mulheres. Pelo contrário, isso sempre foi encarado como demonstração de virilidade. Em contraste com isso, mulheres que fazem exatamente a mesma coisa que os homens são severamente criticadas. "A mulher tem uma triste história de repreensão e conceitos rígidos com relação a sua moral. A política e a religião sempre feriram a mulher que não se adequava a padrões morais ditados somente para as mulheres. Com esse pensamento firme, a própria mulher está acostumada a se auto julgar quando se trata de moral. Se uma mulher faz algo que não condiz com o padrão de moral que se espera dela, logo a sociedade a reprime e a rotula" diz a psicologa Yoko.

A verdade é que a rotulagem vem tanto do público masculino quanto do feminino. É claro que a sociedade deve ditar certo padrão de moral pelo bem da própria pessoa humana, mas o erro está em ser liberal para os homens e extremamente severa para as mulheres. Um equilíbrio, mesmo que ofuscado por um passado que contém um abismo entre repressão e liberdade, seria a única opção viável.


Mulher Fácil: Mito ou Realidade? Depende do ponto de vista, baby!
É isso aí, jakisses!!!

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