O que atraímos? - Relacionamento

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Quando nos relacionamos com alguém estamos na verdade trocando com o outro. Trocamos carinho, contato, palavras, experiências, afeto. Trocamos também energia, formando vínculos ou ganchos invisíveis com o outro. Um relacionamento é feito por duas pessoas que criam uma energia única e moldam a relação. Mas antes disso acontecer, existe algo importante que devemos tomar consciência: atraímos para a nossa vida pessoas com energias compatíveis com a nossa. Aliás, assim é com tudo na vida. Funcionamos como um rádio que, ao sintonizar determinada frequência, toca certa música.

As coisas que acontecem em nossa vida, nós atraímos. O mesmo vale para as nossas relações. Isso fica fácil notar quando observamos atentamente o perfil de todos aqueles com quem já nos relacionamos e identificamos traços comuns. Ou quando olhamos com sinceridade para as crenças que temos sobre relacionamento e amor e vemos que de fato nossas relações afetivas estão em sintonia com elas. Por isso, se estamos infelizes por atrair sempre o mesmo tipo de relação ou por não termos sorte nesta área, o primeiro passo é sempre olhar para si mesma.
Veja quais crenças e pensamentos que alimenta em relação ao amor e as relações e o que gostaria de fato de atrair para você. Tenha certeza que muito ou quase tudo de suas relações está baseado nesse sistema de crenças que possui. Além disso, deve prestar mais atenção em si mesma, suas necessidades, desejos, vontades e ser muito sincera ao fazer isso, para que perceba que sinais são emitidos para o universo e o que recebe de volta.
Há também a necessidade de perceber o valor que dá a si mesma. Isso sem dúvida interfere nos relacionamentos que atrai. Com certeza quem tem maior autoestima atrai pessoas mais dispostas a amá-la e oferecer amor e afeto.

Vínculos
Estabelecido o relacionamento, fortalecemos os vínculos e ganchos que nos atraíram ao captar a sintonia e frequência do outro. Além destes iniciais, vamos formando outros ganchos que ficam mais fortes conforme o tempo passa. Alguns são positivos, outros negativos. Alguns são mentais, ligados ao que pensamos e achamos sobre o outro e o outro de nós. Outros são emocionais, estão relacionados ao que sentimos pelo outro e o que o outro sente por nós. Todos estes ganchos influenciam na relação e também em nós e em nossa vida como um todo.

Estamos ligados ao outro por fios invisíveis que nos ligam e nos influenciam. Ruppet Sheldrake chama estes fios de elásticos e mostra em seus estudos que uma pequena mudança em um lado reflete muito no outro. Ele diz, por exemplo, que a telepatia entre casais tem a ver com esses elásticos que conectam as duas pessoas. Um de seus exemplos é que quando algo de ruim acontece com uma das pessoas, se o vínculo é forte o outro sente ainda que à distância.

O mesmo vale para tudo que enviamos diretamente para o outro, que pode captar vibrações de amor, de raiva ou de qualquer outro sentimento ou pensamento que temos a seu respeito. Assim, muitas das ações de um podem ser reações às energias enviadas pelo outro. Isso significa que, quando desejamos uma mudança em nosso relacionamento, em geral basta mudarmos nossa vibração, nossas crenças, nossos pensamentos, sentimentos e atitudes. Automaticamente o outro tende a mudar.

Quando a sintonia deixa de existir, o outro pode simplesmente se afastar. Se isso acontece é porque não há mais ressonância, tampouco sentimentos ou vínculos fortes que unam os dois. É comum, por exemplo, que em um trabalho de autoconhecimento as relações passem por mudanças. Isso é uma consequência de um processo individual, que altera o vínculo energético e reflete na relação. Assim, uma relação pode se fortalecer ou se desfazer quando um dos dois decide mudar.

Mas o fato é que quanto mais em sintonia com nossa própria essência estivermos e quanto mais gostarmos de nós mesmos, certamente atrairemos relações mais saudáveis e que tornam nossa vida muito mais feliz. Por isso, o caminho para um relacionamento melhor deve sempre começar por uma autoavaliação muito sincera e consciente, que vise encontrar em nós mesmos o que queremos e o que atraímos no amor.
  1. Adorei o post e concordo em número, genêro e grau. Para se ter um relacionamento saudável é preciso acima de tudo se conhecer e se querer bem. Já que o genêro masculino e feminino são tão diferentes, para que a união tenha a mínima possibilidade de dar certo é preciso que haja sintonia entre as partes e comunhão de atitudes e valores.
    Sempre busquei o meu "igual" e hije vivo muito feliz!
    Bjs,
    Paula Li

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