1- ACEITE E VIVA O LUTO - Lidar com a frustração e aceitar o fim não é fácil, mas é necessário. Para a psicoterapeuta de casais Miriam Barros de Lima, este \"luto\" é um processo de autoconhecimento. \"Aceitar que o outro não quis mais é uma prova de fogo para a nossa autoestima, mas devemos lembrar que toda crise é capaz de nos fazer crescer\". Sentir a perda, chorar, ter raiva é absolutamente natural depois do término de um relacionamento e faz parte da recuperação. Segundo o psicólogo Paulo Bonança, o luto da separação deve ser vivenciado, desde que haja sentido nele. \"O período de luto é um momento de reflexão. Você deve pensar qual foi a sua participação, tanto nas partes boas quanto nas partes difíceis do relacionamento que acabou - sem ficar culpando o outro. Saiba usar isso a seu favor e não levar o que foi ruim para o próximo namoro".
2- PROCURE OUTRAS PESSOAS, mas não queira se envolver logo. Dizem que somente uma nova paixão pode substituir uma antiga. Mas encontrar rapidamente um par não é a melhor solução. \"Se um outro romance se inicia logo após um rompimento, não há tempo suficiente para que haja a reflexão pela qual a pessoa precisa passar para avaliar erros e acertos. As lições que ficaram do último relacionamento ainda não foram bem processadas, o que pode fazer com que os erros apenas se acumulem. O outro não pode servir como \'terapeuta\'. Ele não vai agüentar o novo par choramingando\", afirma Paulo Bonança. Procurar o apoio dos amigos e da família, porém, é muito importante. \"As pessoas próximas ao casal também vão viver essa separação. Se houver filhos, então, o impacto será enorme e as atenções devem se voltar às crianças\", lembra a psicóloga Evelyn Pryzant.
3- EVITE CONTATO POR ALGUM TEMPO - Manter certo afastamento do ex ajuda a recompor o coração partido e ameniza a dor de cotovelo. \"Ficar atrás da pessoa só vai machucar ainda mais, principalmente se não houver chances reais de volta\", observa Miriam Barros. Amizade? Dependendo do caso, talvez seja possível, mas só depois de curadas as feridas. A técnica de tentar ficar amiga para passar a idéia de que está lidando bem com a situação geralmente não funciona. \"No fundo, quem faz isso tem esperanças de reconciliação. Só que é uma faca de dois gumes. Pode dar certo se o ex também estiver a fim de reatar. Mas se não houver nenhum indício de que a vontade é correspondida, o melhor é não tentar mais nada\", recomenda Miriam.
4- FUJA DAS LEMBRANÇAS - Fotos, presentes, músicas, lugares... Apegar-se a isso só vai alimentar o sofrimento e as ilusões. \"Você pode chorar e sentir saudades de quem estava a seu lado, mas buscar lembranças é masoquismo\", adverte a psicoterapeuta Miriam Barros de Lima, que diz que o momento é de autoproteção. Mas nada de ficar \"neurótica\". \"Claro que se deve tentar evitar a dor. Se o quadro que está na parede lembra o primeiro beijo de vocês, tire ele do lugar. Entretanto, é exagero e até inútil temer qualquer lembrança. Esses pensamentos também são importantes e aos poucos vão sendo \'mastigados\' e \'acomodados\' dentro de nós\", pondera Evelyn Pryzant.
5- NÃO PRECISA SE AFOGAR EM LÁGRIMAS - Sofrer a dor da separação é inevitável e até saudável. No entanto, não devemos nos acomodar a ela. \"Numa crise, podemos nos conhecer melhor e crescer. O resultado dessa crise será determinado pelo nosso comportamento diante dela. Não temos que nos desesperar. Lembremos que, por mais que demore, tudo vai passar. E passa mesmo\", garante Evelyn Pryzant. Para a psicóloga, se atirar na cama e devorar chocolates o dia todo vai apenas manter você no mesmo lugar. O psicólogo Paulo Bonança ressalta que é preciso ficar atento para a duração da \"fossa\". Recuperar-se de uma perda exige tempo, mas ele não pode ser longo a ponto de prejudicar outras áreas da vida da pessoa. Para Evelyn, quando este período de \"luto\" dura mais de um ano, um acompanhamento profissional pode ser necessário.
6- INVISTA EM VOCÊ MESMA - Procure fazer atividades prazerosas ou que deixou de fazer enquanto estava no relacionamento. \"Se você tinha tanta energia voltada para a outra pessoa, você também tem para si mesma. Pratique um esporte, por exemplo. Seja egoísta sem culpa\", aconselha Evelyn Pryzant. Segundo Miriam Barros de Lima, essa é a hora de se cuidar, se conhecer e se encontrar. \"Quando estamos namorando ou casados, passamos a viver em dupla, nos misturando com o parceiro. Pergunte-se o que deixou de fazer, que lugares não visitou, que pessoas \'abandonou\' por causa daquela relação. Recupere tudo isso, se dê presentes, viva mais a sua vida\", reitera Miriam.
7- PARE DE IDEALIZAR SOBRE O EX - Será que ele era tão \"perfeito\" assim? Pense bem: se fosse, ele estaria com você neste momento, certo? E será que a imagem que você quer guardar com tanto carinho daquela pessoa é mesmo real ou apenas uma idealização? \"É preciso se fazer essas perguntas e descobrir a verdade. \'Que tipo de escolhas tenho feito?\', \'o que quero da vida?\'\", indica o psicólogo Paulo Bonança. A psicóloga Evelyn Pryzant recorda que uma separação não acontece da noite para o dia. Às vezes, o sofrimento vivido antes do rompimento é até maior que aquele que realmente será sentido depois do fim da relação. \"A idéia da dor pode ser pior que a própria dor da perda. Muita gente acha que não ter mais uma pessoa é o problema, quando o que dói mesmo é o medo de mudar\", avalia. Lembre-se: para conhecer um amor de verdade, o melhor é estar sozinha!
8- LIBERTE-SE DO SENTIMENTO DE POSSE - De acordo com a psicóloga Evelyn Pryzant, é típico do ser humano não concordar em perder. Então, torna-se natural que o laço com o ex permaneça, mesmo que só em mente. \"Por isso, é normal sentir uma pontinha de ciúmes quando ele estiver com outra, mesmo depois de muito tempo. Mas ter esse sentimento de posse, que alimenta o ego, e gostar realmente da pessoa são duas coisas diferentes\", compara Evelyn, reforçando que depende unicamente de nós tornar as perdas mais fáceis de serem superadas. E voltar a ser feliz.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
Para Rir: O Neurônio Solitário...
No cérebro de um homem havia um neurônio sozinho. Um dia, um outro neurônio passa por lá meio apressado. O neurônio solitário diz:
- Olá! Tudo bem? Como vai? Prazer em vê-lo! Vamos conversar!
O neurônio que passeava pelo cérebro estranha a hospitalidade e responde:
- Olá, companheiro! Posso saber o motivo de tanta felicidade ao me ver?
- Quer saber? Você é o primeiro neurônio que vejo passar por aqui depois de décadas… estou sozinho há tanto tempo nesse maldito cérebro…
- Mas espera aí… há quanto tempo você está aqui solitário?
- Bem… desde sempre… sempre estive aqui…
- Cara, mas você é burro mesmo!!! Desce pro pinto… tá todo mundo lá…!!!
- Olá! Tudo bem? Como vai? Prazer em vê-lo! Vamos conversar!
O neurônio que passeava pelo cérebro estranha a hospitalidade e responde:
- Olá, companheiro! Posso saber o motivo de tanta felicidade ao me ver?
- Quer saber? Você é o primeiro neurônio que vejo passar por aqui depois de décadas… estou sozinho há tanto tempo nesse maldito cérebro…
- Mas espera aí… há quanto tempo você está aqui solitário?
- Bem… desde sempre… sempre estive aqui…
- Cara, mas você é burro mesmo!!! Desce pro pinto… tá todo mundo lá…!!!
sábado, 4 de setembro de 2010
Vai Discutir a Relação? Faça isso de forma construtiva!
Ele faz uma coisa que você não gosta. Anda um tanto quanto impaciente. Vocês trocam frases atravessadas. E tem aquele problema que vai e volta desde o início do relacionamento. Chega uma hora em que discutir a relação é inevitável. Há quem adore uma DR, outros têm pavor. Gostando ou não, o importante é fazer com que essa discussão seja proveitosa.
A sabedoria popular diz "é conversando que a gente se entende". Mas muitas mulheres reclamam que os maridos ou namorados fogem das conversas de relacionamento, como é o caso da usuária da rede social do Bolsa de Mulher Sintial. O namorado dela acha um saco esse negócio de discutir a relação. "Ele diz que sou muito chata porque começo a falar e não paro mais", conta Sintial, admitindo abrir o verbo. "Quando não estou bem com ele, não consigo guardar. Quero discutir a relação, sim, e acabo piorando as coisas", diz.
Sintial se esforça para agir em vez de falar, uma vez que a conversa nem sempre dá certo. "Quando vejo que as coisas estão esfriando, faço algo pra sair da rotina. Se faço algo de errado, procuro corrigir meu erro. Se acho que estamos brigando muito por bobagem, me controlo pra não brigar mais", conta.
Sueca, reclama que os homens só gostam de falar e nunca de ouvir. "A mulher é mais sábia quando usa 'a manha no lugar da força'", diz, lembrando que temos que saber como e quando abordar o parceiro para conversar sobre o relacionamento: "Tudo tem sua hora apropriada. Dependendo do momento, discutir a relação pode sinalizar uma conversa muito chata". Sueca ressalta que os homens evitam a DR por medo de ouvir cobranças e críticas. "Um homem maduro saberá ouvir a mulher se ela for equilibrada em seus sentimentos. Nenhum homem gosta de mulher chata".
Fora o desgaste, os homens evitam discutir a relação por vários outros motivos. A usuária Estelinha Aquariana conta uma cena que nos faz pensar na forma como conduzimos uma DR. "Um cara virou para o amigo e disse: 'quando briga comigo, a minha mulher fica histórica'. O amigo retrucou: 'Você quer dizer 'histérica'?'. E o outro: 'Não, ela fica histórica mesmo - a cada briga traz à tona tudo o que já fiz de errado até hoje'", conta Estelinha. Isso dá pano para manga.
Segundo a psicóloga Giovana Tessaro, discutir a relação é algo comum na vida a dois. Mas antes de entrar numa nova DR, é bom fazer alguns questionamentos para que esta discussão seja construtiva. "Faça um retrospecto do relacionamento e veja desde quando as coisas não vão bem. O que tem prejudicado a relação? Quais foram as suas dificuldades em lidar com tais situações? Como você se sente em relação ao que aconteceu? Qual sua autocrítica a respeito? Como imagina o relacionamento no futuro?". A psicóloga salienta que cada pessoa sente e pensa de maneira única, de modo que sempre temos que tentar entender o ponto de vista do parceiro.
Se colocou no lugar dele? Então é hora de partir para o diálogo. "Lembre-se que atitudes de desrespeito provocam no cérebro um estresse que desestabiliza o outro, provocando um ciclo de ataque e defesa", explica a psicóloga. Ou seja, tente manter a calma e respeitar o que o parceiro tem a dizer.
Giovana Tessaro dá exemplos de como falar e de como não falar na hora de discutir com o seu namorado. "Em vez de dizer: 'Eu já disse três mil vezes pra não deixar a
toalha molhada em cima da cama. Você é surdo ou o que eu digo não
tem importância nenhuma?', prefira: 'Eu já disse várias vezes que não gosto que você deixe a toalha molhada em cima da cama e mesmo assim, você continua deixando.
Isso me deixa aborrecida e cansada. Eu preciso sentir que posso contar
com você'", sugere ela, ciente de que, quando os ânimos se exaltam, não é tarefa fácil manter o tom de voz tranquilo.
"No começo pode ser difícil. Mas a comunicação é uma habilidade que precisa de treinamento. Com o tempo você vai se sentir mais confiante. E o melhor: poderá aproveitar o relacionamento sem o desgaste das discussões", conclui Giovana.
Jakisses!!!
A sabedoria popular diz "é conversando que a gente se entende". Mas muitas mulheres reclamam que os maridos ou namorados fogem das conversas de relacionamento, como é o caso da usuária da rede social do Bolsa de Mulher Sintial. O namorado dela acha um saco esse negócio de discutir a relação. "Ele diz que sou muito chata porque começo a falar e não paro mais", conta Sintial, admitindo abrir o verbo. "Quando não estou bem com ele, não consigo guardar. Quero discutir a relação, sim, e acabo piorando as coisas", diz.
Sintial se esforça para agir em vez de falar, uma vez que a conversa nem sempre dá certo. "Quando vejo que as coisas estão esfriando, faço algo pra sair da rotina. Se faço algo de errado, procuro corrigir meu erro. Se acho que estamos brigando muito por bobagem, me controlo pra não brigar mais", conta.
Sueca, reclama que os homens só gostam de falar e nunca de ouvir. "A mulher é mais sábia quando usa 'a manha no lugar da força'", diz, lembrando que temos que saber como e quando abordar o parceiro para conversar sobre o relacionamento: "Tudo tem sua hora apropriada. Dependendo do momento, discutir a relação pode sinalizar uma conversa muito chata". Sueca ressalta que os homens evitam a DR por medo de ouvir cobranças e críticas. "Um homem maduro saberá ouvir a mulher se ela for equilibrada em seus sentimentos. Nenhum homem gosta de mulher chata".
Fora o desgaste, os homens evitam discutir a relação por vários outros motivos. A usuária Estelinha Aquariana conta uma cena que nos faz pensar na forma como conduzimos uma DR. "Um cara virou para o amigo e disse: 'quando briga comigo, a minha mulher fica histórica'. O amigo retrucou: 'Você quer dizer 'histérica'?'. E o outro: 'Não, ela fica histórica mesmo - a cada briga traz à tona tudo o que já fiz de errado até hoje'", conta Estelinha. Isso dá pano para manga.
Segundo a psicóloga Giovana Tessaro, discutir a relação é algo comum na vida a dois. Mas antes de entrar numa nova DR, é bom fazer alguns questionamentos para que esta discussão seja construtiva. "Faça um retrospecto do relacionamento e veja desde quando as coisas não vão bem. O que tem prejudicado a relação? Quais foram as suas dificuldades em lidar com tais situações? Como você se sente em relação ao que aconteceu? Qual sua autocrítica a respeito? Como imagina o relacionamento no futuro?". A psicóloga salienta que cada pessoa sente e pensa de maneira única, de modo que sempre temos que tentar entender o ponto de vista do parceiro.
Se colocou no lugar dele? Então é hora de partir para o diálogo. "Lembre-se que atitudes de desrespeito provocam no cérebro um estresse que desestabiliza o outro, provocando um ciclo de ataque e defesa", explica a psicóloga. Ou seja, tente manter a calma e respeitar o que o parceiro tem a dizer.
Giovana Tessaro dá exemplos de como falar e de como não falar na hora de discutir com o seu namorado. "Em vez de dizer: 'Eu já disse três mil vezes pra não deixar a
toalha molhada em cima da cama. Você é surdo ou o que eu digo não
tem importância nenhuma?', prefira: 'Eu já disse várias vezes que não gosto que você deixe a toalha molhada em cima da cama e mesmo assim, você continua deixando.
Isso me deixa aborrecida e cansada. Eu preciso sentir que posso contar
com você'", sugere ela, ciente de que, quando os ânimos se exaltam, não é tarefa fácil manter o tom de voz tranquilo.
"No começo pode ser difícil. Mas a comunicação é uma habilidade que precisa de treinamento. Com o tempo você vai se sentir mais confiante. E o melhor: poderá aproveitar o relacionamento sem o desgaste das discussões", conclui Giovana.
Jakisses!!!
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