Ele tem muitas qualidades que você valoriza, mas também uns defeitos que você detesta. Na cama é uma beleza, na vida social é uma tristeza. Ele é um excelente pai, mas como marido deixa a desejar. Não adianta: somos um pacote cheio de qualidades e defeitos que determinam o rumo dos namoros e casamentos. Se o seu relacionamento não é exatamente como você queria, mas está longe de ser de se jogar fora, descubra se está na hora de investir ou desistir dele.
Quando as coisas não estão 100%, o negócio é colocar os prós e contras da relação na balança. Assim pensa a dentista Isa R., de 31 anos, casada há três. "Todo relacionamento passa por fases melhores e piores. Pra continuar junto, tem que insistir, não pode abrir mão de tudo que construiu logo na primeira dificuldade", diz, frisando que ninguém é perfeito. "Sempre que boto na balança as qualidades e defeitos do meu marido, as qualidades pesam mais. Por isso, continuo tentando fazer com que a gente viva em harmonia", conta a dentista, que já passou por momentos difíceis, mas conseguiu superá-los na base da conversa. "A gente tem toda a vida pela frente, planejamos ter filhos em breve e isso é muito maior do que qualquer desavença do dia a dia", garante ela.
A pessoa deve avaliar os valores, o compromisso, o nível de entrelaçamento das vidas de cada um, o círculo de amigos, como vão ficar os filhos.
A advogada Maíra X. tem 32 anos e seu namorado é bem mais novo: "Estamos em momentos de vida diferentes, ele ainda está tentando se firmar no trabalho, querendo um relacionamento leve e eu já estou macaca velha, mirando em casar e ter filhos". A advogada se diz ciente de que o namoro não vai longe. "Mesmo assim, acho que vale a pena ficar com ele por enquanto. Estamos apaixonados e viver uma paixão é sempre muito gostoso", defende, dizendo que vai terminar quando a paixão esfriar. "Não posso nem pensar em me afastar dele agora, seria muito sofrido", confessa.
Para qualquer relacionamento dar certo é preciso investimento emocional. A gente dá amor, atenção, cafuné, almoço aos domingos, lingerie nova e uma lista interminável de agrados. A analista de sistemas Nara P., 32, fez isso tudo até o dia em que se deu conta de que não tinha nenhum retorno. "Tudo o que eu fazia não dava em absolutamente nada. Ele não soube valorizar meu desejo de que desse certo e me percebi sozinha no relacionamento", lembra. Nara optou pela separação. "Até hoje choro pelo meu ex, mas estou certa de que fiz o que podia pelo casamento e que a situação era insustentável", diz.
O psicólogo Ailton Amélio é autor do livro "Para viver um grande amor" que toca nesse tema. Para ele, a decisão entre investir e desistir da relação é muito complexa, uma vez que envolve inúmeros fatores: "Há o lado romântico, sexual e o econômico. A pessoa deve avaliar os valores, o compromisso, o nível de entrelaçamento das vidas de cada um, o círculo de amigos, como vão ficar os filhos. É uma grande rede de fatores que envolvem a decisão". Ailton lembra que, diferente do que é mostrado nas novelas, uma relação não termina só porque o homem ou a mulher pensa que o amor acabou. "Crises são comuns e o amor pode voltar. Por isso, não se deve abandonar o barco no primeiro obstáculo", afirma.
Um relacionamento pode chegar ao fim quando os problemas tornam-se intoleráveis, o que, segundo o psicólogo, varia de pessoa para pessoa. "Para algumas, pode ser uma traição. Para outras, a agressão física. Se a coisa se repete, o episódio se torna suficiente para deixar o relacionamento", explica, ressaltando que há pessoas que mantêm uma relação infeliz por medo da solidão. "Os impedimentos para não conseguir sair de um casamento podem ser fictícios como o medo de não conhecer outro parceiro – de fora, sabemos que a pessoa tem todos os artifícios para que isso ocorra. Outros são reais, como o impacto social na vida dos filhos", finaliza.
Fonte: Bolsa de Mulher
quinta-feira, 30 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Como controlar o Ciúme?
É normal sentir ciúmes em algumas situações e
dependendo da intensidade, pode ser até saudável para relação. O
problema é que algumas pessoas são movidas por um ciúmes exagerado que
acaba minando a vida a dois. A terapeuta Fatima Repanas dá dicas de como controlar o ciúmes para não se tornar a neurótica possessiva e acabar estragando a relação.
Cuide da sua autoestima
Se você é inseguro e acha que as outras mulheres são melhores ou mais interessantes que você, as chances de se tornar uma pessoa ciumenta aumentam consideravelmente. Valorize-se! Aumente sua autoconfiança. “Se você tiver consciência do seu valor, não vai pensar a cada dez segundos que o parceiro pode te trocar por outra pessoa”, afirma Fatima.
Não alimente a posse
É importante que o ciumento se lembre que ninguém deve sentir como se o outro fosse propriedade sua. “Manter a pessoa que ama por perto é resultado da conquista e não do sentimento de posse que você tem pelo parceiro”, ressalta a terapeuta.
Não fantasie coisas
Lembre-se que os pensamentos ruins pertencem á você e não ao parceiro. “Não devemos transferir nossas neuras e inseguranças para nosso companheiro”, diz Fatima.
Controle o impulso
A pessoa com ciúmes geralmente briga antes e pensa depois. Uma dica da terapeuta é controlar a raiva e pensar bem antes de tomar qualquer atitude. “É preciso refletir antes de surtar”, afirma. Tente analisar friamente se a crise de ciúmes não é fruto da sua imaginação.
Abuse do diálogo
É normal se sentir insegura em alguns momentos e desconfiar do parceiro em algumas situações, mas nessas horas não há nada melhor do que esclarecer as coisas. “O diálogo é capaz de salvar o relacionamento”, afirma Fatima.
Fonte: Bolsa de Mulher
Cuide da sua autoestima
Se você é inseguro e acha que as outras mulheres são melhores ou mais interessantes que você, as chances de se tornar uma pessoa ciumenta aumentam consideravelmente. Valorize-se! Aumente sua autoconfiança. “Se você tiver consciência do seu valor, não vai pensar a cada dez segundos que o parceiro pode te trocar por outra pessoa”, afirma Fatima.
Não alimente a posse
É importante que o ciumento se lembre que ninguém deve sentir como se o outro fosse propriedade sua. “Manter a pessoa que ama por perto é resultado da conquista e não do sentimento de posse que você tem pelo parceiro”, ressalta a terapeuta.
Não fantasie coisas
Lembre-se que os pensamentos ruins pertencem á você e não ao parceiro. “Não devemos transferir nossas neuras e inseguranças para nosso companheiro”, diz Fatima.
Controle o impulso
A pessoa com ciúmes geralmente briga antes e pensa depois. Uma dica da terapeuta é controlar a raiva e pensar bem antes de tomar qualquer atitude. “É preciso refletir antes de surtar”, afirma. Tente analisar friamente se a crise de ciúmes não é fruto da sua imaginação.
Abuse do diálogo
É normal se sentir insegura em alguns momentos e desconfiar do parceiro em algumas situações, mas nessas horas não há nada melhor do que esclarecer as coisas. “O diálogo é capaz de salvar o relacionamento”, afirma Fatima.
Fonte: Bolsa de Mulher
quarta-feira, 8 de maio de 2013
10 Segredos da Mulher Boa de Cama
Como de costume, nosso objetivo é ajudar
os nossos leitores a se libertar das amarras que os impedem de serem
felizes no sexo e nos relacionamentos. Por isso, hoje trouxemos uma
lista com alguns segredos das mulheres que são boas de cama, para que
você abrevie o aprendizado e consiga evoluir e sentir mais prazer no
sexo – afinal, a vida é curta, e a gente não tem tempo a perder. Anote
aí:
1. Pegue com vontade
Muito se fala da pegada masculina, mas
muitas mulheres se esquecem de que não há nada mais entediante do que
transar com uma mulher sem pegada. A pegada é a linguagem na cama. A
intensidade com que você pega no outro demonstra as suas intenções.
Portanto se você quer, demonstre. Pegue nele como se não houvesse
amanhã.
2. Olhe nos olhos
Nada mais sexy do que uma mulher que
olha nos olhos na hora do sexo. Isso demonstra atitude e estreita a
conexão com o parceiro. Por isso, sempre que tiver chances, olhe dentro
dos olhos dele e transmita tudo o que está sentido com essa linguagem
que diz mais do que qualquer palavra.
3. Lembre-se: você é mais bonita do que imagina
Muita mulher deixa de se concentrar em
ter prazer no sexo porque nutre paranoias com relação ao corpo e à
estética. Pare com isso já – se a pessoa que está com você decidiu por
livre e espontânea vontade estar lá, isso significa que ela te acha
interessante e atraente. Se você ficar se controlando porque a posição X
te deixa gorda, ou porque a Y mostra aquelas estrias que você odeia,
isso vai fazer com que você perca o foco e sinta 10% do prazer que
poderia sentir. Se tiver atitude e for autêntica com relação aos seus
desejos, ele só vai ter tempo pra prestar atenção nas coisas boas do
sexo e vai ignorar por completo aquele pneuzinho que tanto te incomoda.
4. Antes de dar prazer para o outro, aprenda a dar prazer para você mesma
Se o primeiro e último amor tem que ser o
amor próprio, essa regra também vale pro sexo. Antes de querer sentir
prazer com outra pessoa, descubra o poder de sentir prazer sozinha. Se
masturbe nas mais diversas formas – com vibradores, com as mãos, com os
dedos, com o chuveirinho, com a almofada. Enfim, seja expert no seu prazer e assim você vai se sentir muito mais segura na hora de sentir prazer em dupla.
5. Não tenha nojinhos
Se a vigilância sanitária fosse analisar
o que fazemos no sexo, ele já seria uma prática proibida há tempos.
Portanto, desencane dos padrões de higiene. Exclua da sua mente a cena
da sua mãe de proibindo de sentar no vaso sanitário alheio. Permita-se
descobrir o prazer do sexo sujinho – aquele com suor, com saliva, com
gozo. Aqueles que ficam na memória pra sempre.
6. Não deixe que a preguiça te domine
Principalmente em relacionamentos mais
longos, é normal que outras atividades, como ver TV, ler algo, conversar
com as amigas, ou apenas descansar, pareçam mais apetitosas do que o
sexo de cada dia. Não se permita cair nessa armadilha. Faça o seu melhor
em cada sexo, para que ele termine com gosto de quero mais. Permita-se
experimentar coisas novas, explorar fantasias, descobrir novos pontos de
prazer, para que se motive a sentir ainda mais prazer na próxima
transa. Um casal que não tem uma vida sexual intensa está fadado a se
tornar um casal de amigos num breve futuro.
7. Rebole
Se você soubesse o poder que um quadril
rebolante tem no sexo, teria treinado muito mais bambolê quando era
criança. Os movimentos que você faz com o quadril fazem com que
diferentes áreas sejam estimuladas na hora da penetração, permitindo-lhe
sentir mais prazer, além de ser delicioso para o seu parceiro. Preste
atenção nas sensações que surgem em cada movimento.
8. Alimente sua mente com putarias
Todo profissional sabe que sem
inspiração, não há criação. E esse conceito também se transfere para a
cama. Muitas mulheres têm rejeição e pudor em se inspirar sexualmente,
mas isso pode fazer uma grande diferença na sua performance e no seu
prazer. Assista a filmes pornô, leia contos eróticos, permita-se ficar
inspirada com aquela cena quente do filme na TV, em vez de se bloquear.
Aprenda com os homens, que pensam em sexo praticamente o dia todo.
9. Faça pedidos
Deu vontade de alguma coisa? Peça.
Enquanto não inventarem a bola de cristal, essa é a única forma dele
saber o como potencializar o seu prazer. Além disso, estatísticas
mostram que homens adoram quando as mulheres deixam claro o que querem
na cama – afinal, todo mundo sabe que eles não são muito bons com
indiretas.
10. Nunca se esqueça – mulheres são deusas
Filosofias como o Tantra consideram que
as mulheres são deusas – portanto, elas têm o lugar centrar na relação
sexual. Porém, se você não toma consciência desse poder, ele desaparece.
Por isso, sempre que for transar, deixe despertar o seu poder e
sensibilidade feminina. Não se prive – extravase. Faça do sexo um ritual
do seu prazer, e da cama o seu templo.
Fonte: Casal sem Vergonha
Fonte: Casal sem Vergonha
quinta-feira, 25 de abril de 2013
O Fantasma do Término do Namoro
Quando estamos em um relacionamento, sempre parece que somos os únicos que nos esforçamos para não brigar com o outro, para não magoar o outro. Mas mesmo lutando contra nossos instintos mais cruéis, o outro não colabora. Se fica nervoso, explode. Desconta raivas e frustrações na gente sem dó. É nesse exato momento que não sabemos se devemos ser altruístas, ou se tudo tem limite. Mas o medo de impor esse limite e acabar por piorar a situação é enorme - o fantasma do término do namoro.
A verdade é que nós seres humanos somos inteligentes, dotados de uma sensibilidade incrível. Sabemos inconscientemente onde pisar, e os riscos que isso oferece. Pode ter certeza que se você vai cedendo pra não brigar, seu parceiro sente e, ao invés de ficar agradecido pela sua maturidade, ele vai ficando mais abusado. Por isso mesmo, sabendo que você é o altruísta e vai ceder, ele vai tomando terreno, pisando devagar, cada vez mais abusivo em seus acessos de ira. E quanto mais você for aguentando, pior ele ficará.
Não estou dizendo que essa determinação que temos de aguentar firme para tudo não ir por água abaixo é errado. Existem momentos na vida em que ser maduro assim é extremamente valioso. Mas num relacionamento, ser altruísta demais faz com que você perca a sua identidade e passe a viver a mercê do outro. E quando o outro está com o terreno tomado, e assume a posição de o senhor "estou sempre certo e a culpa é sempre sua, por isso eu grito", o fantasma do término do namoro assombra mesmo. Porque você aceitou as infantilidades do seu parceiro tempo demais, e agora ele acredita fielmente que você é obrigado a aguentar essa situação para sempre. Caso você não aceite, ele vai bater o pé sim, e pode até propor fim do relacionamento. Afinal, na cabeça dele ele está certo, e a culpa é sua. Mesmo que ele não queira o fim do namoro, propor o fim te faz sofrer, e ele quer que você sofra mesmo, porque ele está certo e a culpa é sua. O que ele espera com tudo isso? Que você abaixe a cabeça, assuma a culpa e implore para que ele não vá embora. E muitas vezes, nós, masoquistas oprimidos maduros fazemos exatamente o que o outro quer.
A dor é fulminante, e as lágrimas impossíveis de conter.A única coisa que você queria é que seu parceiro respirasse um pouco e visse o quanto está sendo infantil.Que tivesse o mínimo de juízo e visse o quanto você está sendo bom com ele, e que não merece aquele tratamento. Mas minha amiga, meu amigo... o outro nunca vai reconhecer seu altruísmo e sua maturidade... sabe por que? Porque ele está certo, e a culpa é sua.
É nesse momento que sentimos a proximidade entre fazer certo e fazer errado no amor. Porque ser maduro, respirar fundo, não gritar, não perder a cabeça é o certo... mas é errado quando o outro é um idiota mimado. Se rebaixar para não perder uma pessoa é pobre de amor próprio, é decadência pessoal. Quanto mais longo o relacionamento, pior a situação.
Infelizmente, não existe uma fórmula milagrosa que vá convencer seu parceiro ou parceira do quanto ele ou ela é um babaca. Existem casos que mesmo quando você aceita o término, o outro é tão orgulhoso que não enxerga que a cagada foi toda dele. Mas viver uma vida de submissão eterna só vai desgastar você, e o pior de tudo - só vai te desvalorizar aos olhos do outro. E quando você tiver feito tudo que pode, e estiver do tamanho de um grãozinho de areia, e o outro não tiver mais energia nenhuma pra sugar de você... ele vai embora. E só vai restar um grande vazio - o vazio que a pessoa deixou, e o vazio da suas vontades e personalidades que ele sugou. Se reerguer desse relacionamento ingrato e desgastante pode ser impossível.
Como eu disse, nós seres humanos temos uma grande sensibilidade. Cabe a cada um julgar se seu relacionamento entrou nessa onda de submissão. E principalmente, cabe a cada um saber se vai aguentar um rompimento. Mas dizer não pode salvar, se não seu relacionamento, você mesmo.
Reaprenda a dizer não, sem gritarias ou frustrações, mas diga não. Diga que a culpa não é sua e que o outro não está certo. No fundo, no fundo... ele sabe que está errado. Mas ele vai bater o pé, vai esbravejar e vai te ameçar com o fantasma do término. É nessa hora que você tem que ser forte e resistir ao medo desse fantasma. Não abaixe a cabeça, ELE ESTÁ ERRADO, e você não tem culpa.
Se tudo isso resultar num término, não se desespere. Lateja sim, arde na alma, mas você tem que ser forte. A verdade é uma só - se ele te deixou por uma infantilidade, é porque mais dia menos dia ele ia te deixar. Porque ele é uma pessoa que não reconhece a riqueza de se relacionar, a riqueza da entrega, e nem que ele não pode culpar os outros pelos problemas dele para sempre. E se com você, que deu todas as chances do mundo, deu errado... vai ser dificil encontrar alguém que o aguente. Pessoas assim são sanguessugas que se relacionam com outros para sugar, e não completar. Um dia seu estoque de energia e amor próprio ia acabar. Antes se livrar desse sanguessuga agora, do que quando você não tiver mais nada na alma.
O tempo ameniza a dor, mas nem sempre ela desaparece. O ditado é claro: o que não te mata te deixa mais forte. É você que tem que escolher entre você mesma(o) e um namoro de merda.
Para um coração quebrado, deixo o carinho do trecho de uma música:
'Da janela ao corredor, 20 passos
Um cigarro, a mesma cor,
Um dia pra gastar
Quantas portas pra fechar, lavar o cheiro e o gosto
Foi sem hora pra voltar...' ♫
(Agridoce - 20 Passos)
Muitas portas para fechar, para lavar o cheiro e o gosto, e as memórias de quem não merece em nossa vida ficar...
Jakisses!
*As fotos não são de minha autoria, e não sei quais são suas fontes.
A verdade é que nós seres humanos somos inteligentes, dotados de uma sensibilidade incrível. Sabemos inconscientemente onde pisar, e os riscos que isso oferece. Pode ter certeza que se você vai cedendo pra não brigar, seu parceiro sente e, ao invés de ficar agradecido pela sua maturidade, ele vai ficando mais abusado. Por isso mesmo, sabendo que você é o altruísta e vai ceder, ele vai tomando terreno, pisando devagar, cada vez mais abusivo em seus acessos de ira. E quanto mais você for aguentando, pior ele ficará.
Não estou dizendo que essa determinação que temos de aguentar firme para tudo não ir por água abaixo é errado. Existem momentos na vida em que ser maduro assim é extremamente valioso. Mas num relacionamento, ser altruísta demais faz com que você perca a sua identidade e passe a viver a mercê do outro. E quando o outro está com o terreno tomado, e assume a posição de o senhor "estou sempre certo e a culpa é sempre sua, por isso eu grito", o fantasma do término do namoro assombra mesmo. Porque você aceitou as infantilidades do seu parceiro tempo demais, e agora ele acredita fielmente que você é obrigado a aguentar essa situação para sempre. Caso você não aceite, ele vai bater o pé sim, e pode até propor fim do relacionamento. Afinal, na cabeça dele ele está certo, e a culpa é sua. Mesmo que ele não queira o fim do namoro, propor o fim te faz sofrer, e ele quer que você sofra mesmo, porque ele está certo e a culpa é sua. O que ele espera com tudo isso? Que você abaixe a cabeça, assuma a culpa e implore para que ele não vá embora. E muitas vezes, nós, masoquistas oprimidos maduros fazemos exatamente o que o outro quer.
A dor é fulminante, e as lágrimas impossíveis de conter.A única coisa que você queria é que seu parceiro respirasse um pouco e visse o quanto está sendo infantil.Que tivesse o mínimo de juízo e visse o quanto você está sendo bom com ele, e que não merece aquele tratamento. Mas minha amiga, meu amigo... o outro nunca vai reconhecer seu altruísmo e sua maturidade... sabe por que? Porque ele está certo, e a culpa é sua.
É nesse momento que sentimos a proximidade entre fazer certo e fazer errado no amor. Porque ser maduro, respirar fundo, não gritar, não perder a cabeça é o certo... mas é errado quando o outro é um idiota mimado. Se rebaixar para não perder uma pessoa é pobre de amor próprio, é decadência pessoal. Quanto mais longo o relacionamento, pior a situação.
Infelizmente, não existe uma fórmula milagrosa que vá convencer seu parceiro ou parceira do quanto ele ou ela é um babaca. Existem casos que mesmo quando você aceita o término, o outro é tão orgulhoso que não enxerga que a cagada foi toda dele. Mas viver uma vida de submissão eterna só vai desgastar você, e o pior de tudo - só vai te desvalorizar aos olhos do outro. E quando você tiver feito tudo que pode, e estiver do tamanho de um grãozinho de areia, e o outro não tiver mais energia nenhuma pra sugar de você... ele vai embora. E só vai restar um grande vazio - o vazio que a pessoa deixou, e o vazio da suas vontades e personalidades que ele sugou. Se reerguer desse relacionamento ingrato e desgastante pode ser impossível.
Como eu disse, nós seres humanos temos uma grande sensibilidade. Cabe a cada um julgar se seu relacionamento entrou nessa onda de submissão. E principalmente, cabe a cada um saber se vai aguentar um rompimento. Mas dizer não pode salvar, se não seu relacionamento, você mesmo.
Reaprenda a dizer não, sem gritarias ou frustrações, mas diga não. Diga que a culpa não é sua e que o outro não está certo. No fundo, no fundo... ele sabe que está errado. Mas ele vai bater o pé, vai esbravejar e vai te ameçar com o fantasma do término. É nessa hora que você tem que ser forte e resistir ao medo desse fantasma. Não abaixe a cabeça, ELE ESTÁ ERRADO, e você não tem culpa.
Se tudo isso resultar num término, não se desespere. Lateja sim, arde na alma, mas você tem que ser forte. A verdade é uma só - se ele te deixou por uma infantilidade, é porque mais dia menos dia ele ia te deixar. Porque ele é uma pessoa que não reconhece a riqueza de se relacionar, a riqueza da entrega, e nem que ele não pode culpar os outros pelos problemas dele para sempre. E se com você, que deu todas as chances do mundo, deu errado... vai ser dificil encontrar alguém que o aguente. Pessoas assim são sanguessugas que se relacionam com outros para sugar, e não completar. Um dia seu estoque de energia e amor próprio ia acabar. Antes se livrar desse sanguessuga agora, do que quando você não tiver mais nada na alma.
O tempo ameniza a dor, mas nem sempre ela desaparece. O ditado é claro: o que não te mata te deixa mais forte. É você que tem que escolher entre você mesma(o) e um namoro de merda.
Para um coração quebrado, deixo o carinho do trecho de uma música:
'Da janela ao corredor, 20 passos
Um cigarro, a mesma cor,
Um dia pra gastar
Quantas portas pra fechar, lavar o cheiro e o gosto
Foi sem hora pra voltar...' ♫
(Agridoce - 20 Passos)
Muitas portas para fechar, para lavar o cheiro e o gosto, e as memórias de quem não merece em nossa vida ficar...
Jakisses!
*As fotos não são de minha autoria, e não sei quais são suas fontes.
terça-feira, 16 de abril de 2013
A polêmica de Nicole Bahls - O limite que o "Pânico" desconhece
Hey pitchuletes amadinhas. Hoje quero deixar meu depoimento sobre uma polêmica que me enojou.
Infelizmente, não tem como ficar neutro em relação ao acontecido com Nicole Bahls no dia 11/04, referente sua polêmica com Gerald Thomas (se você não sabe o que aconteceu, clique aqui). O que mais me assusta não foi o ocorrido em si, mas a audácia do Programa Pânico em defender uma violência contra o corpo feminino. Emílio Surita gritou aos quatro ventos que não estavam apoiando nenhum tipo de violência, mas ao encarar uma agressão sexual como brincadeira, sendo que a mesma não foi permitida pela vítima, é culpabilizá-la, uma degradante e costumeira atitude da sociedade em relação às mulheres: a de culpá-las pela violência sexual. Aposto toda a minha credibilidade que, se ocorresse o mesmo com Sabrina Sato ou até com a esposa do próprio Emílio, o ocorrido seria encarado de forma diferente (com direito a B.O. e processo).
Mas qual a diferença de Nicole Bahls e Anne Luyet (Pepela)? O desrespeito pode ocorrer com Nicole porque ela é gostosa e anda por aí de vestidinho curto. Porque ela é ex panicat e já saiu pelada na revista, e isso a pré define como vagabunda. Porque o sobrenome dela lembra SACO (TESTÍCULO) em inglês, e isso a banaliza e sexualiza. Porque o Pânico é um programa de humor (do qual Pepela não é integrante) e isso dá livre acesso da mão de famosos às prexecas das belas moças de bunda de fora. Foi o que Gerald Thomas argumentou quando questionado. Ele disse que, claro, a culpa era DELA. Nicole chegou semi nua, rebolando, porque mulher não é objeto mas Nicole se comporta como tal.
É na argumentação de Gerald que todo o circo defensivo armado pelo Pânico cai por terra. Diferente da "brincadeira" que o Pânico alegou ser, Gerald Thomas disse que meteu a mão mesmo porque Nicole facilitou.
É esse o limite que tanto os machistas como o Pânico desconhece. Eu não estou aqui pra julgar panicat, biquine nem bunda de fora. O corpo de cada mulher é dela, e se ela quiser vender a imagem dele, tem todo o direito. Mas de vestidinho curto, semi nua, de biquine ou PELADA, o corpo continua sendo da Mulher, e homem NENHUM tem livre acesso a ele SEM a permissão da mesma. Nicole podia estar arreganhando a bunda em cima da mesa, que Gerald Thomas não tinha o direito de tocá-la. Preceitos morais de uma sociedade deturpada que culpabiliza a vítima das agressões sexuais tem que deixar de ser levados em conta. O corpo é da Nicole, e emprego nem brincadeira nenhuma diminui a gravidade do crime cometido pelo diretor.
Sabemos muito bem que o Pânico tem mania de diminuir as mulheres, expondo-as como objetos sexuais. Se as mesmas permitem, é problema delas. Mas vendo a Nicole ofendida e confusa, sem saber se podia se defender, e sendo influenciada por uma cúlpula machista a não se demonstrar horrorizada e levar na brincadeira me deu nojo. Nojo principalmente da forma como Emílio Surita colocou Renatinha contra a parede para que a mesma se sentisse culpada também de achar errado um homem meter a mão no orgão sexual feminino de uma mulher sem permissão. O corpo é da pessoa que o possui, e o limite é ditado por ela. Brincadeira nenhuma justifica uma agressão. E não há matéria sensacionalista nenhuma que vai me fazer encarar o ocorrido como brincadeira, e nem achar normal já que Nicole Bahls é taxada de vagabunda graças a um programinha de merda como esse.
Ao Pânico na Band e à Emílio Surita, meu sincero FODA-SE. Espero de coração que um dia SEU corpo seja violado para que você entenda de uma vez que brincadeiras tem limite. Um limite que o Pânico nojentamente desconhece.
Infelizmente, não tem como ficar neutro em relação ao acontecido com Nicole Bahls no dia 11/04, referente sua polêmica com Gerald Thomas (se você não sabe o que aconteceu, clique aqui). O que mais me assusta não foi o ocorrido em si, mas a audácia do Programa Pânico em defender uma violência contra o corpo feminino. Emílio Surita gritou aos quatro ventos que não estavam apoiando nenhum tipo de violência, mas ao encarar uma agressão sexual como brincadeira, sendo que a mesma não foi permitida pela vítima, é culpabilizá-la, uma degradante e costumeira atitude da sociedade em relação às mulheres: a de culpá-las pela violência sexual. Aposto toda a minha credibilidade que, se ocorresse o mesmo com Sabrina Sato ou até com a esposa do próprio Emílio, o ocorrido seria encarado de forma diferente (com direito a B.O. e processo).
Mas qual a diferença de Nicole Bahls e Anne Luyet (Pepela)? O desrespeito pode ocorrer com Nicole porque ela é gostosa e anda por aí de vestidinho curto. Porque ela é ex panicat e já saiu pelada na revista, e isso a pré define como vagabunda. Porque o sobrenome dela lembra SACO (TESTÍCULO) em inglês, e isso a banaliza e sexualiza. Porque o Pânico é um programa de humor (do qual Pepela não é integrante) e isso dá livre acesso da mão de famosos às prexecas das belas moças de bunda de fora. Foi o que Gerald Thomas argumentou quando questionado. Ele disse que, claro, a culpa era DELA. Nicole chegou semi nua, rebolando, porque mulher não é objeto mas Nicole se comporta como tal.
É na argumentação de Gerald que todo o circo defensivo armado pelo Pânico cai por terra. Diferente da "brincadeira" que o Pânico alegou ser, Gerald Thomas disse que meteu a mão mesmo porque Nicole facilitou.
É esse o limite que tanto os machistas como o Pânico desconhece. Eu não estou aqui pra julgar panicat, biquine nem bunda de fora. O corpo de cada mulher é dela, e se ela quiser vender a imagem dele, tem todo o direito. Mas de vestidinho curto, semi nua, de biquine ou PELADA, o corpo continua sendo da Mulher, e homem NENHUM tem livre acesso a ele SEM a permissão da mesma. Nicole podia estar arreganhando a bunda em cima da mesa, que Gerald Thomas não tinha o direito de tocá-la. Preceitos morais de uma sociedade deturpada que culpabiliza a vítima das agressões sexuais tem que deixar de ser levados em conta. O corpo é da Nicole, e emprego nem brincadeira nenhuma diminui a gravidade do crime cometido pelo diretor.
Sabemos muito bem que o Pânico tem mania de diminuir as mulheres, expondo-as como objetos sexuais. Se as mesmas permitem, é problema delas. Mas vendo a Nicole ofendida e confusa, sem saber se podia se defender, e sendo influenciada por uma cúlpula machista a não se demonstrar horrorizada e levar na brincadeira me deu nojo. Nojo principalmente da forma como Emílio Surita colocou Renatinha contra a parede para que a mesma se sentisse culpada também de achar errado um homem meter a mão no orgão sexual feminino de uma mulher sem permissão. O corpo é da pessoa que o possui, e o limite é ditado por ela. Brincadeira nenhuma justifica uma agressão. E não há matéria sensacionalista nenhuma que vai me fazer encarar o ocorrido como brincadeira, e nem achar normal já que Nicole Bahls é taxada de vagabunda graças a um programinha de merda como esse.
Ao Pânico na Band e à Emílio Surita, meu sincero FODA-SE. Espero de coração que um dia SEU corpo seja violado para que você entenda de uma vez que brincadeiras tem limite. Um limite que o Pânico nojentamente desconhece.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
ABC do Amor - Parte II
Atração física
Paixão
Essa atração intensa e impetuosa está intimamente ligada à baixa de serotonina no cérebro: substância química (neurotransmissor) responsável por vários sentimentos e patologias, dentre eles a ansiedade e o estresse; a depressão e a psicose obsessiva-compulsiva.
- Amor Interpessoal
- Alguns sentimentos que são frequentemente associados com Amor Interpessoal:
- Carinho: sentimentos de ternura e / ou querendo proximidade física
- Atração: satisfazer necessidades básicas emocionais
- Altruísmo: altruísta ou altruísta preocupação para outrem
- Reciprocidade: se o amor é recíproco
- Compromisso: um desejo de manter o amor
- Intimidade emocional: a troca de emoções e sentimentos
- Amizade: o espírito entre amigos
- Parentesco: laços familiares
- Paixão: desejo constante, sentido via modificação do ritmo cardíaco
- Intimidade física: compartilhamento do espaço pessoal e íntimo
- A auto-interesse: quando se visa recompensas
- Serviço: desejo de ajudar
Modelos Científicos
As Ciências Biológicas tem modelos de amor que o descrevem como um instinto de mamíferos, tal como fome ou sede. Na psicologia vê-se o amor como mais de um fenômeno: social e cultural. Há provavelmente elementos de verdade em ambas as posições - o amor é certamente influenciada por hormônio s (tais como oxitocina), neurotransmissores (como NGF), e Feromônio s, bem como a forma de pensar das pessoas o que faz com que estas se comportem com relação ao amor de maneira influenciada por suas concepções do que é o amor.
A visão convencional da biologia é que existem duas grandes vertentes no amor - atração sexual. Isto faria com que este comportamento entre adultos de uma determinada espécie se empenhassem na criação dos seus descendentes da mesma maneira com a qual a trabalhar com os mesmos princípios que levam uma criança a tornar-se ligado a sua mãe. O ponto de vista tradicional da psicologia vê o amor como sendo uma combinação de compromisso amoroso e amor apaixonado. Amor apaixonado é intenso, é desejo, e é muitas vezes acompanhada por excitação fisiológica (falta de ar, rápidas do ritmo cardíaco). Compromisso amoroso é afeto e uma sensação de intimidade não acompanhados de excitação fisiológica.
A teoria triangular do amor
Na teoria triangular do amor, os relacionamentos são caracterizados por três elementos: intimidade, paixão e compromisso.
Cada um destes elementos e suas combinações entre si podem estar
presente em um relacionamento, produzindo as seguintes definições:- Amizade (intimidade)
- Limerence (paixão)
- Amor vazio (compromisso)
- Amor romântico (intimidade + paixão)
- Companheirismo amoroso (intimidade + compromisso)
- Amor fugaz (paixão + compromisso)
- Amor consumado (intimidade + paixão + compromisso)
Amor, paixão, e loucura
Estudos têm demonstrado que o escaneamento dos cérebros dos
indivíduos apaixonados exibe uma semelhança com as pessoas portadoras de
uma doença mental. O amor cria uma atividade na mesma área do cérebro
que a fome, a sede, e drogas pesadas, criando atividade Polimerase.
Novos amores, portanto, poderiam ser mais emocionais do que físicos. Ao
longo do tempo, essa reação ao amor muda, e diferentes áreas do cérebro
são ativadas, principalmente naqueles amores que envolvem compromissos
de longo prazo. Dr. Andrew Newberg,
um neurocientista, sugere que esta reação de modificação do amor é tão
semelhante ao do vício as drogas, porque sem amor, a humanidade
morreria.
Neurobiologia do “estar apaixonado”
Na área da neurobiologia, existem estudos apoiados em resultados de eletroencefalografia
e no registro das correntes elétricas que ocorrem no cérebro durante o
estado “paixão”, comprovam que apresenta a mesma elevada atividade como
aquela registrada durante a libido. Quando alguém se apaixona
registra-se maior produção de dopamina, responsável pelo estado de euforia, adrenalina,
responsável pela excitação, a endorfina, pela sensação de felicidade e
bem estar e finalmente eleva a testosterona que contribui para a maior
apetência sexual. Simultaneamente são libertados substâncias químicas,
os feromônios
ou feromonas que exercem atração olfativa em animais da mesma espécie.
Por outro lado diminui drasticamente o nível de serotonina, o que faz
com que o estado “estar apaixonado” se assemelha ao estado registrado
durante outras doenças psíquicas. Por isso muitos apaixonados se
comportam mais impulsivamente, sem inibição como se estivessem fora do
seu controlo racional. Após alguns meses, o corpo se acostuma as estas
elevadas doses (segundo a OMS dura no máximo 24 a 36 meses) e diminui gradualmente a “intoxicação” do cérebro.AMOR EM OUTRAS CULTURAS:
Chinês
Contemporaneamente em chinês idioma e cultura, vários termos ou palavras raiz são utilizados para o conceito de "amor":Ai (爱) é usado como um verbo (por exemplo, Wo ai ni, "eu te amo"), ou como um substantivo, especialmente em aiqing(爱情), "amor" ou "Romance". Na China desde 1949, airen(爱 人, originalmente "amante", ou mais literalmente, "amor entre pessoas") é a principal palavra de "cônjuge" (com dois significados para "Mulher "e" marido "originalmente sendo enfatizado), a palavra tinha uma conotação negativa, uma vez que se mantém entre muitos sobre Taiwan.
Lian(恋) não é geralmente utilizado isoladamente, mas sim como parte de termos como "estar no amor" (谈恋爱, tan lian'ai- também contém 'ai), "Amante" (恋人, lianren) ou "homossexualidade" (同性恋, tongxinglian).
Qing (情), comumente significando "sentimento" ou "emoção", muitas vezes indica "amor" em vários termos. É contidas na palavra aiqing(爱情); qingren(情人) é um termo para "amante".
Em Confucionismo, lian é um virtuoso benevolente amor. Lian deve ser perseguido por todos os seres humanos, e reflecte uma vida moral. O filósofo chinês Mozi desenvolveu o conceito deai(爱), em reacção ao confucionismo lian. Ai, em Mohism, é amor universal para com todos os seres, não apenas para amigos e familiares, sem que haja reciprocidade. Extravagância e ofensivo são hostis à guerra ai. Embora Mozi do pensamento era influente, o confucionismo lian é como a maioria dos chineses conceber amor.
Gănqíng(感情), a sensação de um relacionamento. Uma pessoa irá expressar amor por construir boas gănqíng, realizada através ajudando ou trabalhar para outro. Afetividade em direção a uma outra pessoa ou de qualquer coisa.
Yuanfen(缘 份) é uma conexão de vinculados destinos. Uma significativa relação é frequentemente concebida como dependente de forte yuanfen. É muito semelhante ao casual. Um semelhante conceptualização em Inglês é, "Elas foram feitas para si", "sorte", ou "destino".
Zaolian(Simplificado:早恋, Traditional:早恋, pinyin: zǎoliàn), literalmente, "cedo amor", Contemporâneo é um termo em uso freqüente de sentimentos românticos ou ligações entre as crianças ou adolescentes. Zaolian descreve tanto as relações entre um teenaged namorado e namorada, bem como o "esmagar es" adolescência ou início da infância. O conceito essencial indica uma crença prevalente na cultura contemporânea chinesa que, devido às exigências de seus estudos (especialmente verdadeiro para o sistema educacional altamente competitivo da China), a juventude não deve formar romântico anexos açoite sua comprometer suas chances de sucesso no futuro. Relatórios ter aparecido em chinês jornais e outros meios detalhando a prevalência do fenómeno e à sua percepção perigos para os estudantes e os receios dos pais.
Japonês
No Budismo japonês, ai(爱) é cuidar do amor apaixonado, e um desejo fundamental. Ela pode evoluir para qualquer egoísmo ou abnegação e iluminação.Amae(甘 え), uma palavra japonesa que significa "indulgente dependência", faz parte da cultura da exploração infantil-Japão. Mães japonesas esperam abraços e indulgencias dos seus filhos, e as crianças são esperadas para premiar as mães por agarrados e servindo. Alguns sociólogo s têm sugerido que no japão as interações sociais na vida depois são modeladas sobre o sentimento mãe-criança amae.
Grego antigo
Agape (((polytonic | ἀγάπη))agápē), amor Em grego moderno, o termos'agaposignificaeu te amo. A palavraagapoé o verboI love. Geralmente, refere-se a um puro, ideal tipo de amor ao invés de a atração física sugerida peloeros. No entanto, existem alguns exemplos de agapeusada para significar o mesmo queeros. Ele também foi traduzido como "o amor da alma".
Eros (((polytonic | ἔρως))érōs) é amor apaixonado, com o desejo sensual E saudades. A palavra grega erota significa amor. Platão refinado sua própria definição. Embora eros seja inicialmente sentida por uma pessoa, com a contemplação torna-se uma apreciação da beleza dentro dessa pessoa, ou mesmo se torne apreciação da beleza própria. Eros ajuda a alma recordar conhecimento de beleza, e contribui para uma compreensão da verdade espiritual. Amantes e filósofos são todos inspirados a procurar pela verdade no eros. Algumas traduções o descrevem como "o amor do corpo".
Philia (((polytonic | φιλία))philía), um virtuoso desapaixonada amor, era uma Conceito desenvolvido por Aristóteles. Inclui lealdade para com seus amigos, familiares e comunidade, e exige força, a igualdade e a familiaridade. Philia é motivada por razões práticas; uma ou de ambas as partes beneficiarem da relação. Também pode significar "o amor da mente".
Storge (((polytonic | στοργή))storgē) é o afeto natural, Como a que senti por pais para filhos.
Xenia (ξενία xenía), hospitalidade, era uma prática extremamente importante na Grécia antiga. Era uma amizade quase ritualizada formada entre um o dono da hospedagem e os seus clientes, que poderiam ser desconhecidos ou não. O acolhimento e a alimentação desdes trimestralmente para o hóspede, que era esperado apenas para retribuir com gratidão. A importância deste pode ser visto em toda a mitologia grega, em particular Homero Ilíada e Odisseia.
Roma Antiga (latim)
A língua latina tem vários verbos ingleses correspondente à palavra "amor".Amare é a base para a palavra ao amor, como ela ainda está em italiano hoje. Os romanos utilizaram-lo tanto num sentido afetuoso, bem como em um sentido romântico ou sexual. A partir deste verbo viria amans, um amante, amator, "amante profissional", muitas vezes como acessório a noção amante , amicae, 'namorada', muitas vezes, também a ser aplicada aos eufemisticamente para uma prostituta. O substantivo correspondente é amor, que também é usado no plural para indicar "amores" ou "aventuras sexuais". Esta mesma raiz também produz amicus, 'amigo', e amicitia, 'amizade' (muitas vezes baseada no benefício mútuo, e correspondendo às vezes mais de perto a "dívida" ou "influência"). Cícero escreveu um tratado chamado On Amizade(de Amicitia), que discute a noção com alguma profundidade. Ovídio escreveu um guia para namoro chamado Ars Amatoria (A Arte de Amar), que aborda em profundidade tudo, desde assuntos extramaritais para proteção excessiva dos pais.
Complicando um pouco a imagem, por vezes usa Latinaamare no entanto, é muito mais geralmente expressos em latim por placere ou delectare, Que são utilizados mais coloquialmente, e o último dos quais é usado com frequência na poesia de amor Catullus.
Diligere muitas vezes tem a noção "de ser afetuoso de", "a estima", e raramente ou nunca é usado de amor romântico. Esta palavra seria adequado para descrever a amizade de dois homens. O substantivo correspondente diligentia, no entanto, tem o sentido de "diligência" cuidado "e tem pouca sobreposição semântica com o verbo.
Observare é um sinônimo para "diligere"; apesar do cognato com Inglês, este verbo e dos seus correspondentes substantiva 'observantia' muitas vezes denotar "estima" ou "afeto".
Caritas é usado em latim traduções da Bíblia cristã para significar "amor caritativo". Isto significa, no entanto, que não é encontrada na literatura clássica pagã romana. Como ela nasce de um uma outra palavra com uma palavra grega, não há verbo correspondente .
Concepções Religiosas:
Judaica
Em hebraico Ahava
é o termo mais comumente usado tanto para o amor interpessoal como para
o amor de Deus. Outros termos relacionados, mas são desiguaisChen(carência) eHesed, que basicamente combina o significado de "carinho" e "compaixão", e às vezes é prestado em Inglês como "Bondade amorosa".O Judaísmo emprega uma ampla definição de amor, tanto entre os povos como entre homem e a divindade. Quanto à primeira, o Torah afirma: "Amarás teu próximo como a si mesmo" (Levítico 19:18). No que diz respeito a este último, o ser humano é ordenado a amar Deus com todo o seu coração, com toda a tua alma e com todo o seu poder "(Deuteronômio 6:5), tomada pelo Mishnah (um texto central Do judeu oral lei), para referir-se às boas ações, ou o desejo de sacrificar a própria vida ao invés de cometer certas transgressões graves, a sacrificar todos os seus bens e ser grato ao Senhor apesar da adversidade (tractate Berachoth 9:5). A literatura Rabina diverge quanto ao modo como esse amor pode ser desenvolvido, por exemplo, pela contemplação das boas ações divinas ou testemunhando as maravilhas da natureza.
Quanto ao amor conjugal entre parceiros, este é considerado como um ingrediente essencial para a vida: "Ver a vida com a mulher que amo" (Eclesiastes 9:9). O livro bíblico Cântico dos Cânticos é considerado uma parafraseada metáfora romântica do amor entre Deus e seu povo, mas em uma leitura mais simples encaixa-se como uma canção de amor.
O Rabino contemporâneo Eliyahu Eliezer Dessler é frequentemente citado por sua definição de amor no ponto-de vista judaico como "dar sem esperar nada em troca" (de seuMichtav me-Eliyahu, vol. 1). Amor romântico por si só tem poucos ecos na literatura judaica, embora o Rabino Medieval Judah Halevi tenha escrito uma poesia romântica em língua árabe, em seus anos de juventude - mas ele parece ter lamentado isso mais tarde.
Cristã
A compreensão cristã é que o Amor vem de Deus, porque o amor é uma virtude teologal. O amor do homem e da mulher (eros em grego), bem como o amor altruísta dos outros (ágape),
são frequentemente contrastadas como um amor "ascendente" e
"descendente", respectivamente. Mas, estes dois tipos de amor são, em
última instância, a mesma coisa.Muitos teólogos cristãos vê Deus como fonte de amor, que é espelhado no ser humano e os seus próprios relacionamentos amorosos. C. S. Lewis, influente teólogo anglicano, escreveu vários livros sobre o amor, nomeadamente o The Four Loves. O Papa Bento XVI, na sua encíclica Deus Caritas Est (ou seja, Deus é Amor), também pretendeu reflectir sobre o amor divino para com o ser humano e a relação entre o ágape e o eros.
Há várias palavras gregas para o Amor que são regularmente referidas nos círculos cristãos:
- Ágape - No Novo Testamento, agapē é caridade e amor altruísta e incondicional. É amor paternal e a maneira que Deus ama a humanidade, visto logo na criação do mundo ou na morte de Jesus. Por isso, é visto pelos cristãos como o tipo de amor que os homens têm de aspirar a um ou outro.
- Phileo - Também usados na Novo Testamento, Phileo é uma resposta humana a algo que é bom e delicioso. Também conhecida como "amor fraternal".
- Duas outras palavras de amor no idioma grego - Eros (amor sexual e amor conjugal) e storge (amor entre a criança e a mãe) nunca foram utilizadas no Novo Testamento.
| Amar a Deus com todo o teu coração, mente e força e amar ao teu próximo como a ti mesmo. |
Descrevendo o amor na sua primeira epístola aos Coríntios, São Paulo glorifica o amor como a mais importante virtude e força, declarando que "agora permanecem [...] a fé, a esperança e o amor; mas a maior de todas é o amor" (1 Cor 13:13 [3]). Ele escreveu ainda nesta epístola que:
| O amor é paciente, o amor é prestável, não é invejoso, não é arrogante nem orgulhoso, nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita nem guarda ressentimento. Não se alegra com a injustiça mas rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais passará. |
| Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus, e todo aquele que ama nesceu de Deus e chega ao conhecimento de Deus. Aquele que não ama não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor. E o amor de Deus manifestou-se desta forma no meio de nós: Deus enviou ao mundo o seu Filho Unigénito, para que, por Ele, tenhamos a vida. É nisto que está o amor: não fomos nós que amámos a Deus, mas foi Ele mesmo que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de espiação pelos nossos pecados. Caríssimos, se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros. |
Na mesma linha de pensamento, São João escreveu ainda que:
| Tanto amou Deus o mundo que lhe entregou o seu Filho Unigénito, a fim de que todo o que crê nele não se perca, mas tenha a vida eterna. De facto, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele. |
A Igreja Católica, reafirmando os ensinamentos do seu Magistério e da Teologia do Corpo do Papa João Paulo II, afirmou que o Amor é uma virtude teologal [4], uma "dádiva de si mesmo" e "é o oposto de usar" [5] e de afirmar-se a si mesmo [6]. Aplicado nas relações conjugais humanas, o Amor verdadeiramente vivido e plenamente realizado é uma "comunhão de entrega e receptividade" [7], de "dádiva mútua do eu e [...] de afirmação mútua da dignidade de cada parceiro". Esta comunhão "do homem e da mulher" [7] é "um ícone da vida do próprio Deus" [8] e "leva não apenas à satisfação, mas à santidade" [7]. Por esta razão, a sexualidade (e o sexo), que "é fonte de alegria e de prazer" [9], não exerce só a função de procriar, mas também um papel importante na vida íntima conjugal [10]. A relação sexual conjugal é considerada como a grande expressão "humana e totalmente humanizada" do Amor idealizado pela Igreja, onde o homem e a mulher se unem e se complementam reciprocamente [11]. Todo este amor conjugal proposto pela Igreja requer fidelidade, "permanência e compromisso", que só pode ser autenticamente vivido "no seio dos laços do Matrimónio" e na castidade conjugal [12].
Islâmico
Num certo sentido, o amor (al-hob, em árabe clássico) não engloba a perspectiva islâmica da vida como fraternidade universal, que se aplica a todos os que defendem a fé. Não há referências diretas afirmando que Deus é amor, mas entre os 99 nomes de Deus (Deus), é o nome Al-Wadud, ou O Amabilíssimo, que se encontra na Surah 11: 90, bem como Surah 85:14. Refere-se a Deus como sendo "cheio de bondade amorosa". No Islamismo, o amor é frequentemente utilizado como um incentivo para os pecadores poderem aspirar a ser tão dignos do amor de Deus quanto puderem. Uma vez que a pessoa tenha o amor de Deus, como a pessoa avalia o seu próprio valor é da conta de seu próprio Deus e sua. Todos os que defendem a fé tem o amor de Deus, mas a que grau ou com qual esforço ele tem agradado a Deus depende do próprio indivíduo.Ishq (amor, em persa/farsi), ou amor divino, é o destaque do Sufismo. Sufis acredita que o amor é uma projeção da essência de Deus para o universo. Deus deseja reconhecer a beleza, e como alguém que se olha no espelho para ver a si mesmo, Deus "olha" para dentro de si mesmo pela própria dinâmica da natureza. Uma vez que tudo é um reflexo de Deus, a escola de Sufismo prática para ver a beleza interior do que é aparentemente feio. Sufismo é muitas vezes referida como a religião do amor. Deus nos Sufismo é referido em três principais conceitos que são: O amante, O amado e O adorado cujo último desses termos é frequentemente visto em Sufi poesia. Uma visão comum é a de que através do amor sufismo a humanidade pode voltar à sua inerente pureza e graça. Os santos de sufismo são infames por serem "bêbados", devido ao seu Amor por Deus, portanto, há constante referência ao vinho na poesia e música Sufi.
Budista
Em Budismo, Kāma é amor sensual, sexual. É um obstáculo no caminho para iluminação, uma vez que é egoísta.Karuṇā é compaixão e misericórdia, o que reduz o sofrimento dos outros. É complementar à sabedoria, e é necessário para a iluminação.
Adveṣa e maitrī são amor benevolente. Isso é amor incondicional e requer considerável aceitação dos outros. Isto é bastante diferente do amor ordinário, que normalmente é possessivo e sexual, e raramente ocorre sem auto-interesse. Em vez disso, o amor benevolente significa desprendimento e altruísta interesse no bem-estar dos outros.
O Bodhisattva ideal no budismo mahayana envolve a completa renúncia de si mesmo, a fim de assumir o encargo de diminuir o sofrimento no mundo.
Hindu
No hinduísmo, kāma é agradável. É o amor sexual, personificado pelo deus Kama. É a terceira etapa da vida, após as etapas de brahmacarin (estudante) e artha (riqueza material).Em contraste com kāma, prema ou prem refere-se ao elevado amor. Contudo, o termo bhakti é usado para significar o amor maior, o amor ao divino.
Karuna é compaixão e misericórdia, o que reduz o sofrimento dos outros.
Bhakti é um termo sânscrito significando "amorosa devoção ao Deus supremo". Uma pessoa que pratica bhakti é chamada bhakta. Escritores, teólogos, filósofos têm distinguido nove formas de devoção que eles chamam de bhakti. Por exemplo, no Bhagavatha-Purana e em Tulsidas. A obra filosóficaNarada Bhakti Sutra, escrita por um autor desconhecido (presume-se Narada), distingue onze formas de amor.
Para aumentar o conhecimento de tudo que engloba essa palavrinha que adoramos tanto... amor...
Gostaram?
Fonte: Wikipédia
terça-feira, 9 de abril de 2013
Uma Namorada que Pensa (e não é em vc!)
Era pra ser tudo lindo, como se fosse
uma bolha rósea e lisinha, cheia de coraçõezinhos dentro alimentando o
nosso amor perfeito. Era pra a gente se dar beijinho de esquimó,
daqueles com o nariz, sabe? Era pra andar de mão dada no sol, tomando
sorvete, dando risada de umas histórias bobas, rindo da vida, rindo só
pra mostrar ao mundo que a gente se ama. Era, mas não foi assim, por que, né, não sou criança…
O problema é que nesse mundo de gente
que não se basta, gente que não se completa, você escolheu uma mulher
completa. Uma daquelas raras que não precisam de um pedaço, que não
sentem vazio, que não estão procurando uma alma gêmea. Você escolheu uma
mulher que queria um parceiro, não um remendo. E aí fodeu tudo.
Eu esperava hombridade, esperava atitude, esperava alguém comigo, no front de batalha, no vão da dúvida, se esgueirando no parapeito do cagaço e rindo de tudo no final. Não esperava alguém inseguro, alguém que não sabe o que quer de uma relação que tinha tudo para ser o filme do ano das nossas vidas. Será que eu me enganei na hora de juntar as nossas almas? Será que a gente não era tão parecido assim? Será que as nossas diferenças cresceram junto com o tempo que passou?
Se é pra trepar eu trepo com qualquer
um. Hoje em dia tá difícil encontrar homem sem pau, todo mundo tem um.
Se bobear, chamo umas amigas e elas quebram meu galho do mesmo jeito,
caso eu esteja pouco atraente pro mundão lá fora. Não é só sexo. Eu
gosto do sexo, mas queria gostar também dos seus planos, queria me
apaixonar pela genialidade dos seus projetos, pelas suas ideias, queria
achar que você me acrescenta alguma coisa, queria me sentir dividindo,
não só somando.
O problema é que no turbilhão da rotina,
a vida corrida, os compromissos iguais, os mesmos encontros, os mesmos
horários, não deu pra perceber a merda em que a gente se meteu. Enquanto
eu estou vivendo a nossa vida eu não percebo o quanto somos
repetitivos, o quanto somos os mesmos de alguns anos atrás, o como não
evoluímos em nada. A gente estagnou na mesma vidinha mamão com açúcar do
começo.
Você sempre me dizia que as suas
ex-namoradas ficaram arrasadas quando vocês terminaram. Que elas diziam
que tinham um namoro perfeito, que não entendiam o motivo do fim e, no
fundo, era só você que estava de saco cheio. Seu período invicto acabou.
Parabéns, você está curtindo o primeiro término de namoro que você não
desejou. O primeiro fim que você não esperava, a primeira vez que foi
pego de surpresa.
Sabe qual é o problema? É que eu não sou
burra. Não fui criada pra esperar príncipe encantado, dar beijo em sapo
ou coisa que o valha. Nem fui tutelada pra ser submissa às vontades de
ninguém. O problema de tudo isso é que, dessa vez, você escolheu uma
mulher que pensa. E eu penso o tempo todo, pro seu azar. É isso.
Para pensar: será que vale a pena continuar com uma relação onde o cara não te acrescenta nada?
Para pensar: será que vale a pena continuar com uma relação onde o cara não te acrescenta nada?
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