terça-feira, 16 de abril de 2013

A polêmica de Nicole Bahls - O limite que o "Pânico" desconhece

Hey pitchuletes amadinhas. Hoje quero deixar meu depoimento sobre uma polêmica que me enojou.

Infelizmente, não tem como ficar neutro em relação ao acontecido com Nicole Bahls no dia 11/04, referente sua polêmica com Gerald Thomas (se você não sabe o que aconteceu, clique aqui). O que mais me assusta não foi o ocorrido em si, mas a audácia do Programa Pânico em defender  uma violência contra o corpo feminino. Emílio Surita gritou aos quatro ventos que não estavam apoiando nenhum tipo de violência, mas ao encarar uma agressão sexual como brincadeira, sendo que a mesma não foi permitida pela vítima, é culpabilizá-la, uma degradante e costumeira atitude da sociedade em relação às mulheres: a de culpá-las pela violência sexual. Aposto toda a minha credibilidade que, se ocorresse o mesmo com Sabrina Sato ou até com a esposa do próprio Emílio, o ocorrido seria encarado de forma diferente (com direito a B.O. e processo).



Mas qual a diferença de Nicole Bahls e Anne Luyet (Pepela)? O desrespeito pode ocorrer com Nicole porque ela é gostosa e anda por aí de vestidinho curto. Porque ela é ex panicat e já saiu pelada na revista, e isso a pré define como vagabunda. Porque o sobrenome dela lembra SACO (TESTÍCULO) em inglês, e isso a banaliza e sexualiza. Porque o Pânico é um programa de humor (do qual Pepela não é integrante) e isso dá livre acesso da mão de famosos às prexecas das belas moças de bunda de fora. Foi o que Gerald Thomas argumentou quando questionado. Ele disse que, claro, a culpa era DELA. Nicole chegou semi nua, rebolando, porque mulher não é objeto mas Nicole se comporta como tal. 

É na argumentação de  Gerald que todo o circo defensivo armado pelo Pânico cai por terra. Diferente da "brincadeira" que o Pânico alegou ser, Gerald Thomas disse que meteu a mão mesmo porque Nicole facilitou.

É esse o limite que tanto os machistas como o Pânico desconhece. Eu não estou aqui pra julgar panicat, biquine nem bunda de fora. O corpo de cada mulher é dela, e se ela quiser vender a imagem dele, tem todo o direito. Mas de vestidinho curto, semi nua, de biquine ou PELADA, o corpo continua sendo da Mulher, e homem NENHUM tem livre acesso a ele SEM a permissão da mesma. Nicole podia estar arreganhando a bunda em cima da mesa, que Gerald Thomas não tinha o direito de tocá-la. Preceitos morais de uma sociedade deturpada que culpabiliza a vítima das agressões sexuais tem que deixar de ser levados em conta. O corpo é da Nicole, e emprego nem brincadeira nenhuma diminui a gravidade do crime cometido pelo diretor. 

Sabemos muito bem que o Pânico tem mania de diminuir as mulheres, expondo-as como objetos sexuais. Se as mesmas permitem, é problema delas. Mas vendo a Nicole ofendida e confusa, sem saber se podia se defender, e sendo influenciada por uma cúlpula machista a não se demonstrar horrorizada e levar na brincadeira me deu nojo. Nojo principalmente da forma como Emílio Surita colocou Renatinha contra a parede para que a mesma se sentisse culpada também de achar errado um homem meter a mão no orgão sexual feminino de uma mulher sem permissão. O corpo é da pessoa que o possui, e o limite é ditado por ela. Brincadeira nenhuma justifica uma agressão. E não há matéria sensacionalista nenhuma que vai me fazer encarar o ocorrido como brincadeira, e nem achar normal já que Nicole Bahls é taxada de vagabunda graças a um programinha de merda como esse.



Ao Pânico na Band e à Emílio Surita, meu sincero FODA-SE. Espero de coração que um dia SEU corpo seja violado para que você entenda de uma vez que brincadeiras tem limite. Um limite que o Pânico nojentamente desconhece.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

ABC do Amor - Parte II







Atração física
Na atração física reside os nossos instintos atrelados ao nosso estado fisiológico como as necessidades sexuais, prazer e perpetuidade da espécie.




Paixão
A paixão é um forte sentimento que se pode tomar até mesmo como uma patologia provinda do amor. Manifestada a paixão em devida circunstância, o indivíduo tende a ser menos racional, priorizando o instinto de possuir o objeto que lhe causou o desejo. Sendo assim, o apaixonado pode transcender seus limites no que tange a razão e, em situações extremas, beira a obsessão.
Essa atração intensa e impetuosa está intimamente ligada à baixa de serotonina no cérebro: substância química (neurotransmissor) responsável por vários sentimentos e patologias, dentre eles a ansiedade e o estresse; a depressão e a psicose obsessiva-compulsiva.
Amor Interpessoal
O Amor Interpessoal se refere ao amor entre os seres humanos. É um sentimento mais potente do que um simples gostar entre duas ou mais pessoas. Sem amor refere-se aos sentimentos de amor que não são reciprocidade. O Amor interpessoal é mais associado com relações interpessoais. Tal amor pode existir entre familiares, amigos e casais. Há também uma série de distúrbios psicológicos relacionados ao amor, como erotomania.
A sexualidade pode ser um elemento importante na determinação da forma de um relacionamento. Enquanto a atração sexual, muitas vezes, cria um novo vínculo sexual. Esta intenção, quando isolada, pode ser considerada indesejável ou inadequada em certos tipos de amor. Em muitas religiões e sistemas de ética é considerada errada, a maneira de agir sobre desejo sexual para com a família de forma imediata. Como por exemplo: para as crianças, ou fora de um relacionamento empenhado. No entanto, há muitas maneiras de expressar amor apaixonado sem sexo. Afeto, intimidade emocional, partilha de interesses e experiências são comuns nas amizades e amores de todos os seres humanos.





Modelos Científicos


As Ciências Biológicas tem modelos de amor que o descrevem como um instinto de mamíferos, tal como fome ou sede. Na psicologia vê-se o amor como mais de um fenômeno: social e cultural. Há provavelmente elementos de verdade em ambas as posições - o amor é certamente influenciada por hormônio s (tais como oxitocina), neurotransmissores (como NGF), e Feromônio s, bem como a forma de pensar das pessoas o que faz com que estas se comportem com relação ao amor de maneira influenciada por suas concepções do que é o amor.
A visão convencional da biologia é que existem duas grandes vertentes no amor - atração sexual. Isto faria com que este comportamento entre adultos de uma determinada espécie se empenhassem na criação dos seus descendentes da mesma maneira com a qual a trabalhar com os mesmos princípios que levam uma criança a tornar-se ligado a sua mãe. O ponto de vista tradicional da psicologia vê o amor como sendo uma combinação de compromisso amoroso e amor apaixonado. Amor apaixonado é intenso, é desejo, e é muitas vezes acompanhada por excitação fisiológica (falta de ar, rápidas do ritmo cardíaco). Compromisso amoroso é afeto e uma sensação de intimidade não acompanhados de excitação fisiológica.





A teoria triangular do amor

Na teoria triangular do amor, os relacionamentos são caracterizados por três elementos: intimidade, paixão e compromisso. Cada um destes elementos e suas combinações entre si podem estar presente em um relacionamento, produzindo as seguintes definições:
  • Amizade (intimidade)
  • Limerence (paixão)
  • Amor vazio (compromisso)
  • Amor romântico (intimidade + paixão)
  • Companheirismo amoroso (intimidade + compromisso)
  • Amor fugaz (paixão + compromisso)
  • Amor consumado (intimidade + paixão + compromisso)






Amor, paixão, e loucura

Estudos têm demonstrado que o escaneamento dos cérebros dos indivíduos apaixonados exibe uma semelhança com as pessoas portadoras de uma doença mental. O amor cria uma atividade na mesma área do cérebro que a fome, a sede, e drogas pesadas, criando atividade Polimerase. Novos amores, portanto, poderiam ser mais emocionais do que físicos. Ao longo do tempo, essa reação ao amor muda, e diferentes áreas do cérebro são ativadas, principalmente naqueles amores que envolvem compromissos de longo prazo. Dr. Andrew Newberg, um neurocientista, sugere que esta reação de modificação do amor é tão semelhante ao do vício as drogas, porque sem amor, a humanidade morreria.




Neurobiologia do “estar apaixonado”

Na área da neurobiologia, existem estudos apoiados em resultados de eletroencefalografia e no registro das correntes elétricas que ocorrem no cérebro durante o estado “paixão”, comprovam que apresenta a mesma elevada atividade como aquela registrada durante a libido. Quando alguém se apaixona registra-se maior produção de dopamina, responsável pelo estado de euforia, adrenalina, responsável pela excitação, a endorfina, pela sensação de felicidade e bem estar e finalmente eleva a testosterona que contribui para a maior apetência sexual. Simultaneamente são libertados substâncias químicas, os feromônios ou feromonas que exercem atração olfativa em animais da mesma espécie. Por outro lado diminui drasticamente o nível de serotonina, o que faz com que o estado “estar apaixonado” se assemelha ao estado registrado durante outras doenças psíquicas. Por isso muitos apaixonados se comportam mais impulsivamente, sem inibição como se estivessem fora do seu controlo racional. Após alguns meses, o corpo se acostuma as estas elevadas doses (segundo a OMS dura no máximo 24 a 36 meses) e diminui gradualmente a “intoxicação” do cérebro.





AMOR EM OUTRAS CULTURAS:








Chinês

Contemporaneamente em chinês idioma e cultura, vários termos ou palavras raiz são utilizados para o conceito de "amor":
Ai (爱) é usado como um verbo (por exemplo, Wo ai ni, "eu te amo"), ou como um substantivo, especialmente em aiqing(爱情), "amor" ou "Romance". Na China desde 1949, airen(爱 人, originalmente "amante", ou mais literalmente, "amor entre pessoas") é a principal palavra de "cônjuge" (com dois significados para "Mulher "e" marido "originalmente sendo enfatizado), a palavra tinha uma conotação negativa, uma vez que se mantém entre muitos sobre Taiwan.
Lian(恋) não é geralmente utilizado isoladamente, mas sim como parte de termos como "estar no amor" (谈恋爱, tan lian'ai- também contém 'ai), "Amante" (恋人, lianren) ou "homossexualidade" (同性恋, tongxinglian).
Qing (情), comumente significando "sentimento" ou "emoção", muitas vezes indica "amor" em vários termos. É contidas na palavra aiqing(爱情); qingren(情人) é um termo para "amante".
Em Confucionismo, lian é um virtuoso benevolente amor. Lian deve ser perseguido por todos os seres humanos, e reflecte uma vida moral. O filósofo chinês Mozi desenvolveu o conceito deai(爱), em reacção ao confucionismo lian. Ai, em Mohism, é amor universal para com todos os seres, não apenas para amigos e familiares, sem que haja reciprocidade. Extravagância e ofensivo são hostis à guerra ai. Embora Mozi do pensamento era influente, o confucionismo lian é como a maioria dos chineses conceber amor.
Gănqíng(感情), a sensação de um relacionamento. Uma pessoa irá expressar amor por construir boas gănqíng, realizada através ajudando ou trabalhar para outro. Afetividade em direção a uma outra pessoa ou de qualquer coisa.
Yuanfen(缘 份) é uma conexão de vinculados destinos. Uma significativa relação é frequentemente concebida como dependente de forte yuanfen. É muito semelhante ao casual. Um semelhante conceptualização em Inglês é, "Elas foram feitas para si", "sorte", ou "destino".
Zaolian(Simplificado:早恋, Traditional:早恋, pinyin: zǎoliàn), literalmente, "cedo amor", Contemporâneo é um termo em uso freqüente de sentimentos românticos ou ligações entre as crianças ou adolescentes. Zaolian descreve tanto as relações entre um teenaged namorado e namorada, bem como o "esmagar es" adolescência ou início da infância. O conceito essencial indica uma crença prevalente na cultura contemporânea chinesa que, devido às exigências de seus estudos (especialmente verdadeiro para o sistema educacional altamente competitivo da China), a juventude não deve formar romântico anexos açoite sua comprometer suas chances de sucesso no futuro. Relatórios ter aparecido em chinês jornais e outros meios detalhando a prevalência do fenómeno e à sua percepção perigos para os estudantes e os receios dos pais.




Japonês

No Budismo japonês, ai(爱) é cuidar do amor apaixonado, e um desejo fundamental. Ela pode evoluir para qualquer egoísmo ou abnegação e iluminação.
Amae(甘 え), uma palavra japonesa que significa "indulgente dependência", faz parte da cultura da exploração infantil-Japão. Mães japonesas esperam abraços e indulgencias dos seus filhos, e as crianças são esperadas para premiar as mães por agarrados e servindo. Alguns sociólogo s têm sugerido que no japão as interações sociais na vida depois são modeladas sobre o sentimento mãe-criança amae.

 

 

 

Grego antigo


A linguagem grega distingue diversos sentidos em que a palavra amor é usada. Por exemplo, o grego antigo tem a expressão philia, eros, ágape, storge e adidasam. No entanto, com o grego como acontece com muitas outras línguas, tem sido historicamente difícil separar os significados das palavras totalmente. Ao mesmo tempo, o grego antigo em textos da Bíblia tem exemplos do verbo agapo sendo utilizado com o mesmo significado que phileo.
Agape (((polytonic | ἀγάπη))agápē), amor Em grego moderno, o termos'agaposignificaeu te amo. A palavraagapoé o verboI love. Geralmente, refere-se a um puro, ideal tipo de amor ao invés de a atração física sugerida peloeros. No entanto, existem alguns exemplos de agapeusada para significar o mesmo queeros. Ele também foi traduzido como "o amor da alma".
Eros (((polytonic | ἔρως))érōs) é amor apaixonado, com o desejo sensual E saudades. A palavra grega erota significa amor. Platão refinado sua própria definição. Embora eros seja inicialmente sentida por uma pessoa, com a contemplação torna-se uma apreciação da beleza dentro dessa pessoa, ou mesmo se torne apreciação da beleza própria. Eros ajuda a alma recordar conhecimento de beleza, e contribui para uma compreensão da verdade espiritual. Amantes e filósofos são todos inspirados a procurar pela verdade no eros. Algumas traduções o descrevem como "o amor do corpo".
Philia (((polytonic | φιλία))philía), um virtuoso desapaixonada amor, era uma Conceito desenvolvido por Aristóteles. Inclui lealdade para com seus amigos, familiares e comunidade, e exige força, a igualdade e a familiaridade. Philia é motivada por razões práticas; uma ou de ambas as partes beneficiarem da relação. Também pode significar "o amor da mente".
Storge (((polytonic | στοργή))storgē) é o afeto natural, Como a que senti por pais para filhos.
Xenia (ξενία xenía), hospitalidade, era uma prática extremamente importante na Grécia antiga. Era uma amizade quase ritualizada formada entre um o dono da hospedagem e os seus clientes, que poderiam ser desconhecidos ou não. O acolhimento e a alimentação desdes trimestralmente para o hóspede, que era esperado apenas para retribuir com gratidão. A importância deste pode ser visto em toda a mitologia grega, em particular Homero Ilíada e Odisseia.




Roma Antiga (latim)

A língua latina tem vários verbos ingleses correspondente à palavra "amor".
Amare é a base para a palavra ao amor, como ela ainda está em italiano hoje. Os romanos utilizaram-lo tanto num sentido afetuoso, bem como em um sentido romântico ou sexual. A partir deste verbo viria amans, um amante, amator, "amante profissional", muitas vezes como acessório a noção amante , amicae, 'namorada', muitas vezes, também a ser aplicada aos eufemisticamente para uma prostituta. O substantivo correspondente é amor, que também é usado no plural para indicar "amores" ou "aventuras sexuais". Esta mesma raiz também produz amicus, 'amigo', e amicitia, 'amizade' (muitas vezes baseada no benefício mútuo, e correspondendo às vezes mais de perto a "dívida" ou "influência"). Cícero escreveu um tratado chamado On Amizade(de Amicitia), que discute a noção com alguma profundidade. Ovídio escreveu um guia para namoro chamado Ars Amatoria (A Arte de Amar), que aborda em profundidade tudo, desde assuntos extramaritais para proteção excessiva dos pais.
Complicando um pouco a imagem, por vezes usa Latinaamare no entanto, é muito mais geralmente expressos em latim por placere ou delectare, Que são utilizados mais coloquialmente, e o último dos quais é usado com frequência na poesia de amor Catullus.
Diligere muitas vezes tem a noção "de ser afetuoso de", "a estima", e raramente ou nunca é usado de amor romântico. Esta palavra seria adequado para descrever a amizade de dois homens. O substantivo correspondente diligentia, no entanto, tem o sentido de "diligência" cuidado "e tem pouca sobreposição semântica com o verbo.
Observare é um sinônimo para "diligere"; apesar do cognato com Inglês, este verbo e dos seus correspondentes substantiva 'observantia' muitas vezes denotar "estima" ou "afeto".
Caritas é usado em latim traduções da Bíblia cristã para significar "amor caritativo". Isto significa, no entanto, que não é encontrada na literatura clássica pagã romana. Como ela nasce de um uma outra palavra com uma palavra grega, não há verbo correspondente .








Concepções Religiosas:








Judaica

Em hebraico Ahava é o termo mais comumente usado tanto para o amor interpessoal como para o amor de Deus. Outros termos relacionados, mas são desiguaisChen(carência) eHesed, que basicamente combina o significado de "carinho" e "compaixão", e às vezes é prestado em Inglês como "Bondade amorosa".
O Judaísmo emprega uma ampla definição de amor, tanto entre os povos como entre homem e a divindade. Quanto à primeira, o Torah afirma: "Amarás teu próximo como a si mesmo" (Levítico 19:18). No que diz respeito a este último, o ser humano é ordenado a amar Deus com todo o seu coração, com toda a tua alma e com todo o seu poder "(Deuteronômio 6:5), tomada pelo Mishnah (um texto central Do judeu oral lei), para referir-se às boas ações, ou o desejo de sacrificar a própria vida ao invés de cometer certas transgressões graves, a sacrificar todos os seus bens e ser grato ao Senhor apesar da adversidade (tractate Berachoth 9:5). A literatura Rabina diverge quanto ao modo como esse amor pode ser desenvolvido, por exemplo, pela contemplação das boas ações divinas ou testemunhando as maravilhas da natureza.
Quanto ao amor conjugal entre parceiros, este é considerado como um ingrediente essencial para a vida: "Ver a vida com a mulher que amo" (Eclesiastes 9:9). O livro bíblico Cântico dos Cânticos é considerado uma parafraseada metáfora romântica do amor entre Deus e seu povo, mas em uma leitura mais simples encaixa-se como uma canção de amor.
O Rabino contemporâneo Eliyahu Eliezer Dessler é frequentemente citado por sua definição de amor no ponto-de vista judaico como "dar sem esperar nada em troca" (de seuMichtav me-Eliyahu, vol. 1). Amor romântico por si só tem poucos ecos na literatura judaica, embora o Rabino Medieval Judah Halevi tenha escrito uma poesia romântica em língua árabe, em seus anos de juventude - mas ele parece ter lamentado isso mais tarde.






Cristã

A compreensão cristã é que o Amor vem de Deus, porque o amor é uma virtude teologal. O amor do homem e da mulher (eros em grego), bem como o amor altruísta dos outros (ágape), são frequentemente contrastadas como um amor "ascendente" e "descendente", respectivamente. Mas, estes dois tipos de amor são, em última instância, a mesma coisa.
Muitos teólogos cristãos vê Deus como fonte de amor, que é espelhado no ser humano e os seus próprios relacionamentos amorosos. C. S. Lewis, influente teólogo anglicano, escreveu vários livros sobre o amor, nomeadamente o The Four Loves. O Papa Bento XVI, na sua encíclica Deus Caritas Est (ou seja, Deus é Amor), também pretendeu reflectir sobre o amor divino para com o ser humano e a relação entre o ágape e o eros.
Há várias palavras gregas para o Amor que são regularmente referidas nos círculos cristãos:
  • Ágape - No Novo Testamento, agapē é caridade e amor altruísta e incondicional. É amor paternal e a maneira que Deus ama a humanidade, visto logo na criação do mundo ou na morte de Jesus. Por isso, é visto pelos cristãos como o tipo de amor que os homens têm de aspirar a um ou outro.
  • Phileo - Também usados na Novo Testamento, Phileo é uma resposta humana a algo que é bom e delicioso. Também conhecida como "amor fraternal".
  • Duas outras palavras de amor no idioma grego - Eros (amor sexual e amor conjugal) e storge (amor entre a criança e a mãe) nunca foram utilizadas no Novo Testamento.
Os cristãos acreditam que Jesus mandou-os a:
Cquote1.svg Amar a Deus com todo o teu coração, mente e força e amar ao teu próximo como a ti mesmo. Cquote2.svg
— Marcos 12-31 [3])
Eles acreditam que estes dois mandamentos são os mais importantes do Torah e da própria vida cristã (cf Evangelho de Marcos capítulo 12, versículos 28-34). Santo Agostinho resumiu isso quando ele escreveu "Ame a Deus, e faça como tu queres".
Descrevendo o amor na sua primeira epístola aos Coríntios, São Paulo glorifica o amor como a mais importante virtude e força, declarando que "agora permanecem [...] a fé, a esperança e o amor; mas a maior de todas é o amor" (1 Cor 13:13 [3]). Ele escreveu ainda nesta epístola que:
Cquote1.svg O amor é paciente, o amor é prestável, não é invejoso, não é arrogante nem orgulhoso, nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita nem guarda ressentimento. Não se alegra com a injustiça mas rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais passará. Cquote2.svg
— 1 Cor 13:4-8 [3])
São João escreveu que:
Cquote1.svg Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus, e todo aquele que ama nesceu de Deus e chega ao conhecimento de Deus. Aquele que não ama não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor. E o amor de Deus manifestou-se desta forma no meio de nós: Deus enviou ao mundo o seu Filho Unigénito, para que, por Ele, tenhamos a vida. É nisto que está o amor: não fomos nós que amámos a Deus, mas foi Ele mesmo que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de espiação pelos nossos pecados. Caríssimos, se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros. Cquote2.svg
— 1 João 4:7-11 [3]
.
Na mesma linha de pensamento, São João escreveu ainda que:
Cquote1.svg Tanto amou Deus o mundo que lhe entregou o seu Filho Unigénito, a fim de que todo o que crê nele não se perca, mas tenha a vida eterna. De facto, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele. Cquote2.svg
— João 3:16-18 [3]
Santo Agostinho diz que é preciso ser capaz de decifrar a diferença entre amor e luxúria. Luxúria, de acordo com Santo Agostinho, é um grande vício e pecado, mas amar e ser amado é o que este santo tem procurado por toda a sua vida. Ele mesmo diz: "eu estava no amor com amor." Finalmente, ele faz cair no amor e é amada de volta, por Deus. Santo Agostinho diz que a única pessoa que pode te amar verdadeiramente e plenamente é Deus, porque o amor dos homens tem muitas falhas, tais como "ciúme, desconfiança, medo, raiva e discórdia." De acordo com este santo, Deus é amor "para alcançar a paz, que é a sua." (do livro: As Confissões de Santo Agostinho)
A Igreja Católica, reafirmando os ensinamentos do seu Magistério e da Teologia do Corpo do Papa João Paulo II, afirmou que o Amor é uma virtude teologal [4], uma "dádiva de si mesmo" e "é o oposto de usar" [5] e de afirmar-se a si mesmo [6]. Aplicado nas relações conjugais humanas, o Amor verdadeiramente vivido e plenamente realizado é uma "comunhão de entrega e receptividade" [7], de "dádiva mútua do eu e [...] de afirmação mútua da dignidade de cada parceiro". Esta comunhão "do homem e da mulher" [7] é "um ícone da vida do próprio Deus" [8] e "leva não apenas à satisfação, mas à santidade" [7]. Por esta razão, a sexualidade (e o sexo), que "é fonte de alegria e de prazer" [9], não exerce só a função de procriar, mas também um papel importante na vida íntima conjugal [10]. A relação sexual conjugal é considerada como a grande expressão "humana e totalmente humanizada" do Amor idealizado pela Igreja, onde o homem e a mulher se unem e se complementam reciprocamente [11]. Todo este amor conjugal proposto pela Igreja requer fidelidade, "permanência e compromisso", que só pode ser autenticamente vivido "no seio dos laços do Matrimónio" e na castidade conjugal [12].



Islâmico

Num certo sentido, o amor (al-hob, em árabe clássico) não engloba a perspectiva islâmica da vida como fraternidade universal, que se aplica a todos os que defendem a fé. Não há referências diretas afirmando que Deus é amor, mas entre os 99 nomes de Deus (Deus), é o nome Al-Wadud, ou O Amabilíssimo, que se encontra na Surah 11: 90, bem como Surah 85:14. Refere-se a Deus como sendo "cheio de bondade amorosa". No Islamismo, o amor é frequentemente utilizado como um incentivo para os pecadores poderem aspirar a ser tão dignos do amor de Deus quanto puderem. Uma vez que a pessoa tenha o amor de Deus, como a pessoa avalia o seu próprio valor é da conta de seu próprio Deus e sua. Todos os que defendem a fé tem o amor de Deus, mas a que grau ou com qual esforço ele tem agradado a Deus depende do próprio indivíduo.
Ishq (amor, em persa/farsi), ou amor divino, é o destaque do Sufismo. Sufis acredita que o amor é uma projeção da essência de Deus para o universo. Deus deseja reconhecer a beleza, e como alguém que se olha no espelho para ver a si mesmo, Deus "olha" para dentro de si mesmo pela própria dinâmica da natureza. Uma vez que tudo é um reflexo de Deus, a escola de Sufismo prática para ver a beleza interior do que é aparentemente feio. Sufismo é muitas vezes referida como a religião do amor. Deus nos Sufismo é referido em três principais conceitos que são: O amante, O amado e O adorado cujo último desses termos é frequentemente visto em Sufi poesia. Uma visão comum é a de que através do amor sufismo a humanidade pode voltar à sua inerente pureza e graça. Os santos de sufismo são infames por serem "bêbados", devido ao seu Amor por Deus, portanto, há constante referência ao vinho na poesia e música Sufi.





Budista

Em Budismo, Kāma é amor sensual, sexual. É um obstáculo no caminho para iluminação, uma vez que é egoísta.
Karuṇā é compaixão e misericórdia, o que reduz o sofrimento dos outros. É complementar à sabedoria, e é necessário para a iluminação.
Adveṣa e maitrī são amor benevolente. Isso é amor incondicional e requer considerável aceitação dos outros. Isto é bastante diferente do amor ordinário, que normalmente é possessivo e sexual, e raramente ocorre sem auto-interesse. Em vez disso, o amor benevolente significa desprendimento e altruísta interesse no bem-estar dos outros.
O Bodhisattva ideal no budismo mahayana envolve a completa renúncia de si mesmo, a fim de assumir o encargo de diminuir o sofrimento no mundo.




Hindu

No hinduísmo, kāma é agradável. É o amor sexual, personificado pelo deus Kama. É a terceira etapa da vida, após as etapas de brahmacarin (estudante) e artha (riqueza material).
Em contraste com kāma, prema ou prem refere-se ao elevado amor. Contudo, o termo bhakti é usado para significar o amor maior, o amor ao divino.
Karuna é compaixão e misericórdia, o que reduz o sofrimento dos outros.
Bhakti é um termo sânscrito significando "amorosa devoção ao Deus supremo". Uma pessoa que pratica bhakti é chamada bhakta. Escritores, teólogos, filósofos têm distinguido nove formas de devoção que eles chamam de bhakti. Por exemplo, no Bhagavatha-Purana e em Tulsidas. A obra filosóficaNarada Bhakti Sutra, escrita por um autor desconhecido (presume-se Narada), distingue onze formas de amor.


Para aumentar o conhecimento de tudo que engloba essa palavrinha que adoramos tanto... amor...
Gostaram?

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 9 de abril de 2013

Uma Namorada que Pensa (e não é em vc!)

Era pra ser tudo lindo, como se fosse uma bolha rósea e lisinha, cheia de coraçõezinhos dentro alimentando o nosso amor perfeito. Era pra a gente se dar beijinho de esquimó, daqueles com o nariz, sabe? Era pra andar de mão dada no sol, tomando sorvete, dando risada de umas histórias bobas, rindo da vida, rindo só pra mostrar ao mundo que a gente se ama. Era, mas não foi assim, por que, né, não sou criança…
O problema é que nesse mundo de gente que não se basta, gente que não se completa, você escolheu uma mulher completa. Uma daquelas raras que não precisam de um pedaço, que não sentem vazio, que não estão procurando uma alma gêmea. Você escolheu uma mulher que queria um parceiro, não um remendo. E aí fodeu tudo.



Eu esperava hombridade, esperava atitude, esperava alguém comigo, no front de batalha, no vão da dúvida, se esgueirando no parapeito do cagaço e rindo de tudo no final. Não esperava alguém inseguro, alguém que não sabe o que quer de uma relação que tinha tudo para ser o filme do ano das nossas vidas. Será que eu me enganei na hora de juntar as nossas almas? Será que a gente não era tão parecido assim? Será que as nossas diferenças cresceram junto com o tempo que passou?
Se é pra trepar eu trepo com qualquer um. Hoje em dia tá difícil encontrar homem sem pau, todo mundo tem um. Se bobear, chamo umas amigas e elas quebram meu galho do mesmo jeito, caso eu esteja pouco atraente pro mundão lá fora. Não é só sexo. Eu gosto do sexo, mas queria gostar também dos seus planos, queria me apaixonar pela genialidade dos seus projetos, pelas suas ideias, queria achar que você me acrescenta alguma coisa, queria me sentir dividindo, não só somando.
O problema é que no turbilhão da rotina, a vida corrida, os compromissos iguais, os mesmos encontros, os mesmos horários, não deu pra perceber a merda em que a gente se meteu. Enquanto eu estou vivendo a nossa vida eu não percebo o quanto somos repetitivos, o quanto somos os mesmos de alguns anos atrás, o como não evoluímos em nada. A gente estagnou na mesma vidinha mamão com açúcar do começo.
Você sempre me dizia que as suas ex-namoradas ficaram arrasadas quando vocês terminaram. Que elas diziam que tinham um namoro perfeito, que não entendiam o motivo do fim e, no fundo, era só você que estava de saco cheio. Seu período invicto acabou. Parabéns, você está curtindo o primeiro término de namoro que você não desejou. O primeiro fim que você não esperava, a primeira vez que foi pego de surpresa.
Sabe qual é o problema? É que eu não sou burra. Não fui criada pra esperar príncipe encantado, dar beijo em sapo ou coisa que o valha. Nem fui tutelada pra ser submissa às vontades de ninguém. O problema de tudo isso é que, dessa vez, você escolheu uma mulher que pensa. E eu penso o tempo todo, pro seu azar. É isso.



Para pensar: será que vale a pena continuar com uma relação onde o cara não te acrescenta nada?


domingo, 24 de março de 2013

A sina da Calcinha Bege


“Aí, eu broxei”. Foi assim que terminou o relato do amigo que tinha começado a namorar há duas semanas com uma modelo russa espetacular. A garota tinha tudo o que há de bom nesse planeta incorporado no corpo bem delineado, nos cabelos loiros e num sotaque incrível. O mais interessante deste relato foi saber que o motivo pelo qual o amigo havia broxado revelava uma situação. Ele sofria do problema clássico que aflige 99% da população masculina: a famosa calcinha bege.






Não sei se o que me surpreendeu nessa história toda foi o fato de que ele ignorou o mulherão por trás da tão temida lingerie ou o fato de que a maioria dos homens ainda sustenta esse mito da broxada homérica com a cor bege. Tudo bem que a gente sabe que o bege é aquela cor meio morta que foi feita para o dia a dia da mulher e tudo mais, além de fazer lembrar a avó (e o resto da história vocês conhecem bem). Sei que você não queria ouvir isso, mas a sua avó já foi sexy pra alguém. E, num tempo em que era bem comum o uso do bege, ela deve ter feito sucesso de qualquer maneira com as calçolas.



Voltando ao assunto, ainda me admira que tantos homens (e mulheres) liguem realmente para o que é visto por fora e não para o complemento. Como diria minha mãe (com toda a razão): você vai perder um baita dum recheio só porque o bolo não parece tão sedutor assim por fora? Agora imagine quantos homens não perderam uma boa oportunidade por ignorarem o conteúdo. Isso tudo porque alguém disse que uma cor de calcinha era broxante e todo mundo acreditou. Ignorar a tal calcinha bege deveria ser o mandamento número 1 do manual do homem contemporâneo. Minto. Admirar a calcinha bege é que deveria ser o mandamento. Sabe por quê?

A calcinha bege sugere uma naturalidade absurda que só pode ser trocada pela nudez em si. Ela denuncia uma segunda pele que não entrega de primeira a mulher por dentro dela. É como se você encarasse o sexo desde os seus primórdios, quando ainda não existiam colorações refinadas ou calcinhas de rosa pink e essas variações estranhas todas. O homem que rejeita uma mulher de bege, também rejeita uma mulher de moletom surrado, de cabelos despenteados, de meias coloridas. Um homem que rejeita a sedução discreta do bege é um homem que não sabe explorar a sensualidade da mulher que tem. Ele prefere a entrega imediata da renda preta ou vermelha, prefere a delicadeza da cor rosa e parece se importar mais com o aspecto visual da roupa da moça do que com ela mesma. Por que esse meu amigo não prestou atenção ao sinal discreto que a namorada exibia no interior da coxa? É um charme sem igual. Por que ele não reparou nos pelos arrepiados dela antes de tirar a roupa? É um baita sinal de entrega. Se não fosse machista, eu até desconfiaria desses 99% que se dizem tão incomodados com isso.





Deixe que ela seja bege e que te surpreenda com o que tem a oferecer, ao invés de te preocupar tanto com a cor do que ela usa. Ou então, comece a reparar mais nos tais cortes de cabelo e nas mudanças de visual que ela faz. Pelo menos isso justificaria a preocupação masculina exagerada pelas cores. Deixe que ela vista a sua segunda pele e parece nua. E descubra que não há nada mais sensual do que pele, suor, a sua admiração por ela e o trabalho das suas mãos e boca enquanto o tal pedaço de pano é esquecido no chão. Vá ao que realmente importa: ela. Deixe que ela seja bege e mostre que a naturalidade de uma tarde comum pode render um dos melhores sexos da sua vida. Deixe de broxar com o bege e descubra nele uma nova forma de sensualidade. Que me perdoem os mais céticos, mas não há pau que resista ao recheio, independente da cor da embalagem."

Fonte: Casal Sem Vergonha





Opinião da Jess:

Adorei, e isso é fato.



Quem não tem uma calcinha bege?




A calcinha bege é muito bem vinda quando se trata de uma saia meio transparente, uma calça branca ou um vestido que exija uma roupa íntima que não marque ou apareça. Noites planejadas permitem a escolha de uma lingerie perfeita, vibrante, colorida e sensual. Mas quando no cotidiano, somos pegas deliciosamente de surpresa, é claro que estaremos com uma peça íntima comum e mais confortável. Dizer que isso faz um homem broxar, na boa... me faz duvidar não da sensualidade natural da mulher, mas sim da virilidade do homem que deixou todo o corpo de lado por uma pecinha de roupa que ele irá tirar....













Jakisses!

sábado, 23 de março de 2013

10 coisas que fazem o Homem Broxar - Com direito de resposta!



Coisas que, segundos os homens, os fazem broxar... com direito a resposta das mulheres.





1.
Mau hálito. Definitivamente, bafo de leão não dá para encarar! Mulheres fumantes, fiquem espertas!


Resp.: Se o cara não exigir que a mulher acorde com cheirinho de menta na boca, além cabelo escovado e a maquiagem impecável, tudo bem. Higiene é algo que não só broxa um homem que seja seu parceiro, mas qualquer pessoa que tenha um convívio com vc. Então achei essa primeira desnecessária, visto que seria uma exigencia cotidiana de qualquer vínculo.



2. Mau cheiro. Há partes no corpo que, ou por causa do suor ou porque ficam abafadas, sem contato com o ar – sim, é aquele lugar que você imaginou -, podem exalar um cheiro desagradável. Se o cheiro for muito forte, a “coisa” pode não rolar!

Resp.: Acho engraçado como homens gostam de fazer alusão de que a xerekim fede. Cara, seu pinto depois de um dia de trabalho fede mais que qualquer xerekim, pode ter ctz. Mas eu vou falar uma coisa pra vcs, senhores barbados: se existe uma coisa pela qual qualquer mulher normal zela é sua coleguinha debaixo. Por dois motivos simples: a) abafar e suar pode proliferar bactérias, o que pode causar infecções das quais as mulheres tem pavor... e b) mulher tem horror a se sentir suja. Então na boa, por mais q vc lave as partinhas, o cheiro natural dela sempre vai existir. Se quem inventou esse topico 2 não andou pegando semi retardadas porquinhas por aí, espero de coração que ele não esteja se referindo ao cheiro natural da mulher. Se for, que vá comer o cu (q deve ser mais cheiroso neh) de outro homem.




3. Pelos. Certa vez, namorei uma mulher que não tinha o hábito de se depilar. Desculpem-me, peludinhas, mas fica difícil para um homem encarar alguém com mais pelos que nós! Dependendo da quantidade e da “localidade”, pode até comprometer a higiene.

Resp.: Depois de ler esse topico, tive a certeza de que esse cara andou pegando porkinhas semi retardadas por aí. Não sei se vocês sabem, mas a 'localidade' a qual ele se refere é uma região em que o pelos servem de proteção. Rapar tuto é pra uma noite de agrado ou pra filme pornô. Aparar e deixar o famoso bigodinho de Hittler é o mais comum. Então, amores, xerekim pelada é coisa de criança... óóó a pedofilia hein.



4.
Bigodinho descolorido. Pelos no buço? Pelo amor de Deus, depile-os. Nada de descolori-los, deixando-os loirinhos. A sensação de beijar alguém com bigodes não é exatamente o que costuma animar um homem heterossexual.


Resp.: É, com essa eu concordo... meio ridículo.



5. Pés descuidados. Não precisa ter fetiche por pés para reparar neles. Por isso, meninas, cuidem muito bem de seus pezinhos. Joanete, olho de peixe, unha encravada são coisas que, realmente, chamam negativamente a atenção.

Resp.: Essa é engraçada, pois eu não conheço mulher que não gaste absurdos em manicure e pedicure.


6. Stress. Cansaço, preocupação… eis coisas que não combinam com sexo.

Resp.: Concordo, isso broxa até mulher... principalmente dor de cabeça.



7. Depressão. Quem está deprimido não tem vontade para nada!

Resp.: Sim... mas meio repetitiva... se encaixa na 6.




8. Ansiedade. Às vezes, podemos estar tão preocupados com nossa performance sexual que, ao invés de simplesmente partir para a curtição, acabamos encarando o sexo como uma tarefa que precisa atingir determinados resultados. Aí, não tem jeito: quando sexo vira obrigação, o caminho para a broxada é quase certo.

Resp.: Não entendi. Quem é o culpado por essa ansiedade? A mulher ou o próprio homem? De qualquer forma, esse topico ficou uma porcaria.


9. Medo de falhar. Quanto maior o medo de broxar, maior a probabilidade de broxar. É como se a gente ficasse o tempo todo repetindo para nós mesmos: “não posso falhar, não posso falhar.” A pressão é inimiga mortal do tesão.

Resp.: Nessa, o cara tem que se tratar viu...


10. (Espaço reservado para você colocar sua opinião. Clique em “comentários” e escreva uma coisa que você acha que contribui para a broxada masculina)

Resp.: Meu comentário - Nunca li tanta tosquice na minha vida. Isso me broxou.








E vocês meninas, o que acharam dessa fresculharada aqui?

Jakisses!

sexta-feira, 22 de março de 2013

10 coisas que não se deve dizer a uma Mulher Chorando.


Admita: quase nenhum homem consegue lidar com uma mulher aos prantos. Se você não fala, é insensível. Se fala, corre o risco de piorar a situação. Para você nunca mais se atrapalhar, apuramos quais são os contragolpes mais comuns das mulheres emotivas — e o melhor jeito de rebatê-los, sem ferí-las mais ainda.





1. Não diga que tudo vai dar certo

Mulher: “Como você sabe que vai dar certo? Desde quando consegue prever o futuro?”
Melhor alternativa: Pergunte “O que eu posso fazer para você se sentir melhor?” (e dê um abraço).

2. Não peça para que ela pare de chorar
Mulher: “Se eu pudesse segurar, você acha que eu estragaria a minha maquiagem?”
Melhor alternativa: Corra atrás de um lenço, enxugue as lágrimas e diga algo como “você fica linda quando chora”.


3. Não diga que o que vocês precisam é de sexo
Mulher: “Claro, porque sexo resolve tudo nessa vida. Como você pode pensar em uma coisa dessas no meio disso tudo?”
Melhor alternativa: Sente-se no sofá junto com ela. Apoie o corpo dela no seu e comece a fazer carícias em seu cabelo. Qualquer palavra pode matar o momento. Por isso, do cabelo passe para as mãos. Quando ela se acalmar beije-a levemente.


4. Não peça para que ela seja forte
Mulher: “Como? Estou acabada e mal consigo levantar os meus braços.”
Melhor alternativa: Diga: “Você pode não ter consciência, mas eu sei o quanto você é forte. Você vai superar tudo isso”


5. Quando ela ficar em silêncio
Mulher: Não diz uma palavra, olha para o nada ou faz sons estranhos segurando o choro.
Melhor alternativa: Puxe-a para o seu lado, olhe nos olhos e dê um abraço e diga que você adora o jeito dela.




6. Não diga que ela está exagerando
Mulher: “Por que você está minimizando o que eu estou sentindo? Você não tem coração? ”
Melhor alternativa: Diga: “conversa comigo, me explica os motivos que estão deixando você desse jeito”


7. Não pergunte se ela está na TPM
Mulher: “Eu não fico triste só quando estou de TPM. E nem sou dessas mulheres que ficam todas sensíveis quando estão de TPM. Eu nem posso ficar triste que você já acha que é TPM. Que absurdo!”
Melhor alternativa: Pergunte: “Está tudo bem com você? Posso ajudar?” e sorria.


8. Não peça para que ela tente ficar feliz logo
Mulher: “Diferente de você, eu tenho sentimentos a ponto de ficar triste com alguma coisa que está fora da minha alçada. Chama-se compaixão. E seu eu pudesse, faria de tudo para mudar isso”
Melhor alternativa: Diga: “Tinha que haver um jeito de a gente mudar isso. É tão difícil aceitar”


9. Não peça para que ela pare para pensar
Mulher: “Ah, é. Por que se não sou eu para fazer uma tempestade em um copo d’água… A situação é essa e você não está entendendo”
Melhor alternativa: Dê um abraço e diga algo como “a situação talvez não seja tão ruim, vamos pensar com calma, você pode sair dela muito melhor”


10. E o mais importante: não peça calma
Mulher: “Para de dizer o que eu devo fazer. Você está me deixando mais nervosa ainda”
Melhor alternativa: Diga: “Extravasa, leve o tempo que for. Eu vou ficar do seu lado”.









Entenderam?




Jakisses!


Fonte: Abril

D1U de prata: Minha experiência

Hey ho, Pitchuletes amadinhas! Hoje vamos conversar um pouquinho sobre o DIU de prata. Na última postagem eu contei para vocês como foi a mi...