quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Beijo de Judas

Eu me dignifico a conter-me nessa auto análise, pois não existe argumento plausível, motivo considerável ou desculpa arranjada que explique a fé na sinceridade. Para mim, ela é deus extinto, força esquecida, talvez uma fábula. Isso não significa diretamente que eu me ponha a mentir a cada instante dessa vida, mas que quanto mais tento ser o que acredito ser, mais esbarro com a falácia.



Nas vozes mais meigas, saboreio o veneno... nos toques mais suaves, me arranham os espinhos... nas atitudes mais amigáveis, sinto golpes... nos rostos mais simpáticos, distingo máscaras sutis. A leve marca nas extremidades do rosto que separa tua verdadeira face daquela que aparenta é amplamente invisível a quem ainda tem esperança. O implacável sabor adocicado da mentira desata as mais harmônicas relações sociais. As aparências enganam... e como são eficazes nisso. Acredito que isso ocorra porque as pessoas desejam se deixar enganar.
O Interesse, companheiro fiel da Falsidade, baila entre os objetivos mais inimagináveis. A sociedade se desfaz e se refaz introduzindo em seu meio a política de que o amor existe. Às vezes me pego pensando que este é outro deus extinto... outro joelho caído por terra diante das forças tenebrosas do Beijo de Judas.




Beijo... doce expressão de afeto que tem dado vida as mais aparentes relações do extinto amor. Tomou Judas este ato e denegriu o uso do beijo quando encostou seus lábios deturpados em face santa com o intuito de apontar para a morte sua mais digna vitima. Podemos estabelecer deste antigo ocorrido o início de uma geração de Judas, que se beijam e se abraçam, fazem declarações de afeto, e em seu coração guardam os mais repugnantes pensamentos. Destes, afasto-me... e tenho-me tornado o resquício de dores e uma solitária nada preterida.




Não sou imaculada, pois herdei fragmentos da genética traidora. Inclinações são correntes intensas, mas lutar contra elas nunca é em vão. Garanto que entre afagos quentes e mentirosos e o inverno da verdade... prefiro indiscutivelmente morrer de frio.




quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Quando a família não aceita o namoro


Depois de muita busca, muita conversa e alguma frustração, de repente, como num passe de mágica, você finalmente encontrou aquela pessoa que buscava. Ele era tudo com que você sonhava, o que te fez crer que a felicidade enfim bateu à sua porta. Vocês se gostam, têm muitas afinidades, se entendem e o mais importante: os dois desejam estar juntos. Nada poderia estragar ou mesmo abalar toda essa felicidade... Será?



Então chega o dia em que finalmente você vai apresentar o felizardo para sua família. Tudo corre bem, todos são muito educados e corteses, mas, quando ele vai embora, sua família mostra ter implicado com seu namorado. Seu pai acha que ele não ganha bem o suficiente para estar com você, sua mãe acha que seu ex era muito mais bonito, seu irmão pensa que você merecia coisa melhor. Resumindo a ópera, sua família simplesmente não aceitou seu namorado. E agora, o que fazer?



De uma hora para a outra, você se vê como que no meio de um grande cabo de guerra. De um lado está sua família, que você sempre valorizou e considerou ao extremo, e de outro o amor que você encontrou, mais recente, mas certamente tão importante quanto. Como sair desta cilada?



Em primeiro lugar, é importante dizer que as famílias são muito diferentes entre si, e é preciso levar isso em consideração ao pensar neste assunto. Há pais que implicam com todos os relacionamentos dos filhos, mas há também famílias que não têm problemas quando um de seus membros está se relacionando com alguém, e a rejeição ao namorado é algo pontual. Antes de qualquer coisa, identifique qual o estilo de sua família, pois a partir disso você poderá pensar melhor o que fazer.



Penso que, quando a família não é de implicar à toa com os(as) companheiros(as) dos filhos, não custa nada parar e pensar se ela tem alguma ponta de razão. Isso não significa abrir mão, automaticamente, do seu amor. Significa apenas que você pode pensar sobre isso e chegar à sua própria conclusão. De nada adianta simplesmente aceitar ou rejeitar instantaneamente uma opinião, sem parar para refletir se o outro tem ou não razão.



Se você analisou bem a situação e manteve a ideia de que aquele realmente é o amor da sua vida, que te faz feliz e com quem você quer estar, é importante ter em mente que você não precisa fazer uma escolha por um ou por outro. Amar um homem ou uma mulher não reduz em nada o amor que você tem pela sua família, de modo que você não tem qualquer necessidade de escolher entre a família ou o namorado. É evidente que poderá haver eventos em que você estará com a família e não com o namorado. Eventos de família, por exemplo, poderão excluir a presença do seu namorado, assim como o aniversário do último excluirá sua família. Se você souber se dividir bem e conseguir dar atenção a ambos, tudo estará resolvido, ainda que a situação não seja a ideal.




É importante levar em conta um dado: os pais passam anos e anos fazendo escolhas pelos seus filhos. São eles quem decidem o que os filhos comerão, onde estudarão, a hora de dormir, o jeito de educar. Quando chega a hora em que os filhos começam a caminhar com as próprias pernas e tomar suas próprias decisões, muitos pais ficam inseguros, pensando que eles ainda não sabem qual o melhor a se fazer. E a escolha do namorado acaba passando por aí. É importante, então, que o filho possa conversar com os seus pais e mostrar que está tomando decisões maduras e pensadas, que sabe as consequências de seus atos e, principalmente, de que está feliz com aquela pessoa. Às vezes são necessárias várias conversas ou mesmo apenas de tempo para que sua família veja que você cresceu e saber o que quer.




A tendência é que, conforme o namoro avance e a família te veja feliz e realizado, tudo seja reconsiderado. É claro que sempre há casos de famílias que passam a vida rejeitando o genro ou a nora, mas há tantos outros casos em que tudo termina bem, com todos se adorando.


Fonte: Msn - Dra. Mariana Santiago de Matos

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Doente de Amor

Parece que Luiz Gonzaga estava coberto de razão quando, em 1953, brincou com a história de um pai que acredita que a filha está adoentada quando, na verdade, o problema era que a menina só pensava em namorar. Estudos do século XXI provaram que o amor pode, sim, fazer com que alguém adoeça de verdade.


No livro "Free Fall: A Late-in-Life Love Affair" (em tradução livre "Queda Livre: um caso de amor que chegou atrasado"), a autora, Rae Padilla Francoeur, de 63 anos, relata como uma paixão da terceira idade a deixou fisicamente instável. "Eu estava mais feliz do que nunca emocionalmente, apesar de não conseguir comer, e me sentir trêmula o tempo todo", lembra ela. E uma visita ao médico foi suficiente para diagnosticar uma infecção urinária bem severa. Tudo fruto do amor.



Não é novidade que diversos neurotransmissores entram em atividade quando nos apaixonamos, e esse "coquetel" de emoções acaba servindo como uma anfetamina para o nosso organismo. "Se apaixonar afeta seu cérebro como se você estivesse fumando crack", afirma Ethiele Ann Vare, autora de "Love Addict" ("Viciado em Amor", em tradução livre), que pesquisou os efeitos reais do amor, e seus "efeitos colaterais".






Todo mundo já sentiu - ou vai sentir - as mãos suadas, pernas bambas, boca seca, e o coração acelerado. Mas essa "doença do amor" é uma fase passageira. Afinal - se a relação for para a frente - todo aquele fogo e insegurança do início de uma paixão, acaba se tornando um amor mais maduro e tranquilo.

Sintomas:

Insônia - Ter dificuldade para dormir é um efeito do excesso de dopamina e norepinefrina. "Você fica acelerado", afirma a Dra. Helen Fischer, chefe de pesquisas sobre amor na Universidade de Rutgers. "É por isso que você fica ruborizado, consegue caminhar por horas, ou não vê o tempo passar", explica ela.



Não consegue comer - Ter vontade de comer, mas não conseguir colocar nada na boca também é relativamente normal. A psicóloga Dorothy Tennov afirma que essa "fase louca" explica porque ligamos menos para nosso trabalho, família e amigos quando nos apaixonamos. E não conseguimos fazer nada para melhorar isso, porque simplesmente nosso novo parceiro sacia todas as nossas necessidades. Felizmente, essa "fase" só dura de 6 meses a dois anos.



Falta de concentração - Quando nos apaixonamos, tudo o que se passa pela nossa cabeça é ele. O amor romântico torna-se quase uma obsessão. Você consegue se focar bem nos seus pensamentos, mas só no que for relativo a ele. Tudo por causa dos tais neurotransmissores enlouquecidos de paixão.



Coração apertado - A pressão no peito geralmente é um sintoma relacionado ao pânico. Mas um estudo da Dra. Helen Fischer comprovou que quando estamos apaixonados uma das partes do cérebro que entra em atividade é a mesma que se ativa com o medo.




Frio na barriga - Quase todo mundo sente aquele arrepiozinho e um frio na barriga quando alguma coisa importante está prestes a acontecer. Se apaixonar é importante, pelo menos para a natureza. Helen explica que esse "enjoo" é o mesmo em qualquer situação importante. Isso é um resultado da liberação de dopamina, norepinefrina e cortisol na corrente sanguínea.



Jakisses!!!

Fonte: Bolsa de Mulher



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O Amor causa Dor REAL

Há muito tempo já se fala da tal dor de cotovelo sentida quando os relacionamentos vão por água abaixo. Mas o que até ontem era apenas uma metáfora para brincar com a dor dos corações partidos, agora tem fundo cientificamente comprovado.



Quem já terminou um relacionamento, sabe o quão doloroso isso pode ser. E não, não é frescura. Deixar de amar dói, de verdade, por dentro e por fora. Um estudo publicado em março deste ano pela Universidade de Michigan, nos EUA, apontou as principais dores atribuídas à rejeição.



Segundo o psicólogo responsável pelo estudo, Ethan Kross, a dor física e as emoções intensas provocadas pelo desprezo "machucam" da mesma forma. O estudo apontou que as mesmas regiões do cérebro são afetadas nas duas situações.




"À princípio, quando você derrama um copo de café quente no colo, e quando você pensa na pessoa de quem você recentemente teve uma separação indesejada parecem coisas completamente diferentes. Mas essa pesquisa mostra que as situações são mais similares do que se pensava", ilustrou Ethan.



Durante a pesquisa, voluntários tiveram o cérebro escaneado enquanto recebiam diferentes tipos de estímulos, com vários níveis de dor física, além de serem induzidos à relembrar e reviver momentos de rejeição e de alegria. "Descobrimos que ao induzir os sentimentos de rejeição, as mesmas regiões do cérebro envolvidas nas dores físicas eram ativadas", contou o psicólogo, antes de concluir: "Esses resultados são consistentes na idéia de que a experiência de perda é exclusivamente associada à de dor".





Veja os Sintomas apontados:

1- Dor de cabeça: Estar longe de quem gostamos, ainda mais depois de um término nada amigável não é nada bom. A sensação é equivalente à abstinência de uma droga. O cérebro fica sem dopamina, substância liberada quando estamos alegres ou apaixonados - que também é responsável pelo vício em certas drogas.

2- Comer sem parar: Você é normal sim! É comum não conseguirmos fechara boca depois do fim de um relacionamento. O final da relação faz o nível de dopamina baixar, e a comida - e o sexo! - ativam sua produção novamente.

3- Ver ele em qualquer lugar: Quando desejamos intensamente alguém, ficamos mais sensíveis, o que pode beirar o delírio. Geralmente se o relacionamento termina quando não queremos, começamos a desejar o amado ainda mais. E essa vontade, quase louca, nos faz pensar que estamos o vendo em todos os lugares - quase como uma miragem.


4- Coração partido: O estresse do término aumenta a liberação de adrenalina no organismos. Com isso os músculos do coração podem começar a trabalhar meio "desorientados", gerando dor do peito e falta de ar. Em casos piores, a pessoa por até ter um ataque cardíaco, e enfartar.


5- Fraqueza: Ter que se forçar a deixar de amar alguém extingue todas as nossas forças, de verdade, deixando-nos apáticos. Por isso, quem está nessa situação, não tem vontade nem de sair da cama, quem dirá ver outras pessoas.


É galera, cuidado com a fossa.
Jakisses!!!

terça-feira, 26 de julho de 2011

PAPO DE MULHER AJUDA - Quando não temos o que dizer

Hello Pitchulada querida!

Recebemos mais um e-mail no Papo de Mulher Ajuda!

Se liguem no e-mail da S. :

"Aii socorro gente!! eu namoro a nove meses com um garoteenho aii... no começo eram só flores agora virou so espinho ele não me procura mais... ((na caama))... sei lá ele ta distante, briga por coisas banais, sei lá o que que ta acontecendo com o menino doce que eu conhecii me ajudem por favor eu não aguento mais!!"




Querida S., você é uma moça muito discreta... o "na cama" nem chama atenção. Ce sabe que eu nunca ia descobrir o sentido de "ele não me procura mais"? HASAHSUAHSUAHA



Brincadeiras a parte, vamos ao seu caso.

Duas letras resolvem seu problema: D.R.!



Sim, discutir a relação. Tente ver com ele o que anda acontecendo pra ele estar distante, veja se ele não está com problemas familiares, no serviço, etc. que possam ter afetado a relação de vocês. Sentem e CONVERSEM. Chama na xinxa mesmo. Mas sem brigar. Com doçura, diga que ele pode se abrir com você já que você tá loka pra se abrir com ele também.





Feito isso a relação de vocês ((e a vida sexual)) bem discreta aqui deve voltar ao normal e para não deixar esfriar tente apimentar as coisas. Chame a atenção dele do jeito que ele gosta e você já deve conhecer. Ah, nada de chorumelas viu. Se ele já está distante, choramingar perto dele só vai distancia-lo mais.




Agora, sinto muito, mas se o cara não se abrir na conversa e continuar te evitando, TEM CAROÇO NESSE ANGÚ. Dê um presente pra ele -UM BELO PAR DE CHIFRES! Porque quem não dá assistência, abre concorrência. E pode ter certeza que a culpa de a relação acabar será dele, não sua. É claro que o chifre e só uma sugestão se você estiver com raiva. Se não, feche as contas dele, e o demita da sua vida! Dê amor pra quem merece.




Pronto, falei!

Espero ter ajudado!

E você? Precisa de ajuda? Escreve pra gente na aba "Ah, Pergunta".

Jakisses!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Namoro Virtual - O que NÃO fazer!

Foi-se o tempo em que o romance começava com uma serenata na janela ou com um piscar de olhos. Em tempos de cultura digital, as conquistas amorosas ganham artimanhas online e a sedução está ao alcance de um clique: é só curtir a foto do cara de quem você está a fim, cutucar o bonitão da academia, retuitar o rapaz interessante e mandar um depoimento para declarar de vez que está apaixonada. Mas, ao mesmo tempo em que inaugura a modalidade da atração virtual, a tecnologia é também capaz de provocar o desencantamento instantâneo. Já notou?
Você conhece uma pessoa incrível, trocam os links dos perfis - o cachorrinho não tem mais telefone, e sim avatar na internet - e nasce a decepção: o príncipe encantado é um sapo digital. Fala demais, posta fotos duvidosas, escreve errado... e você broxou. Antes mesmo de maiores conexões, o vírus corta-tesão te pegou de jeito.

Se ligue nas dicas a seguir:




1- ELAS ODEIAM FOTOS DO CARRO NO ÁLBUM:

Nem a escultural Gisele Bündchen ganharia do possante de seu marido Tom Brady. Homens têm uma relação de afeto peculiar com seus carros. Antes de engatar o romance de carne e osso, vale conferir o perfil do cara para ver se ele não tem um álbum dedicado a sua carruagem motorizada. A estudante Mariana Almeida ainda consegue ver um agravante: “Quando eles colocam a legenda ‘brinquedo novo’ na foto.” Outra falta grave na opinião delas: o carro não é do fotografado, ele só cruzou com um modelo incrível estacionado na rua e achou que tirar aquela foto tremida de celular ia ser bacana.






2- ELAS ODEIAM ERROS DE PORTUGUÊS:

Alguém tem que zelar pela língua materna e o sexo feminino tomou a bandeira para si. Se você não domina o português como gostaria, tente passar o texto por um corretor ortográfico. Lorena Cardoso, jornalista, reclama que “até as descrições do perfil sofrem com os problemas de grafia”. O internetês em excesso também não está bem cotado. A mulherada não perdoa e dá um chute (com ch, reparem!) nesses maculadores da boa escrita.




3- ELAS ODEIAM PIADINHAS DE DUPLO SENTIDO:

A universitária Camila Magalhães relembra um perfil curioso na internet: “os que não perdem uma chance de fazer graça com objetos fálicos”. Lá vai o engraçadinho tirar uma foto com a linguiça do churrasco, a torneira da pia, o canhão do forte de Copacabana, com legendas ainda mais constrangedoras de apelo sexual. E sugere que o chiste seja uma maneira de contornar uma insatisfação com o que Deus lhe deu, um perigo.






4- ELAS ODEIAM EXIBICIONISMO:

Ele pode até ter o corpo perfeito, mas caiu no seu conceito ao colocar a foto de sunga no perfil. Rapazes, aprendam, mulher nenhuma quer um parceiro que tem o espelho como amante. Aliás, os autorretratos que aproveitam o reflexo no mesmo também são alvos de queixas. Os álbuns temáticos “essa é minha vida”ou “narcisismo” também não são os preferidos delas.






5- ELAS NÃO GOSTAM DO EXCESSO DE INTERAÇÃO COM AMIGAS.

Na opinião da publicitária Débora Salles, homem que se gaba das muitas amizades do sexo feminino gera logo desconfiança. São dois os tipos perigosos que se encaixam nesse perfil: “os pegadores e os abraçadores de amigas”. Convenhamos, ninguém quer nem um, nem outro.





6- ELES IMPLICAM COM FOTOS SALTITANTES:

Pé no chão, é assim que os rapazes gostam. João Paulo Porto, publicitário, não entende a teimosia das mulheres em postar fotos dando saltinhos por aí: "Mulher tem essa mania. Viaja com as amigas e começa a tirar foto pulando. Fazendo pose enquanto pula. Parece um Power Rangers, sabe?”, protesta.





7 - ELES NÃO SUPORTAM FÃS HISTÉRICAS:

Você pode idolatrar o Dr. House, o vampiro Edward Cullen ou o bruxo Harry Potter, mas, cá entre nós, não fica bem uma veneração exagerada pelo galã preferido. Eles reparam (ou têm ciúmes?). Pedro Thiago, estudante de comunicação, odeia atualizações intermináveis sobre o novo trailer, teaser e afins.: “Não aguento quem é apaixonada e idolatra personagens. Elas não param de postar sobre os mesmos”.






8- ELES NÃO GOSTAM SINAIS COM AS MÃOS:

Praticar a filosofia paz e amor é ótimo, mas não é preciso fazer o símbolo hippie para suas fotografias. O estudante de publicidade Raul Ermelindo abomina qualquer sinal com as mãos para as lentes: “Coraçãozinho, estrelas e outras variações tiram a vontade na hora”, decreta.






9 - ELES ODEIAM CITAÇÕES FORA DE CONTEXTO:

Quem é você? Diga o que está pensando? As perguntas das redes sociais mais parecem questionários de autoajuda e, quando a criatividade não vem por conta própria, é de praxe recorrer aos versos alheios. O problema é que algumas frases, letras de música e autores viram coro coletivo, aquela velha história dos discursos das misses sobre o “Pequeno Príncipe”. Para Pedro Thiago, estudante de comunicação, gente que cita demais irrita. Você concorda?





10 - ELES NÃO TOLERAM QUEM POSTA SEM PARAR:

O seu comportamento digital diz muito sobre você. Atenção, tagarelas que se denunciam nas redes: "Posts em excesso é o primeiro sinal de que não vai rolar. Diz que a pessoa fala demais e não cala a boca, saca? Preguiça de paquerar alguém assim", diz Marcos Silva, universitário. Sem falar na carência. Quem é muito ativo nas redes dá indícios de que a vida real não anda das mais animadas.




Wow! Achei as reclamações feminimas mais bem fundadas e maduras que as maculinas... FATO!

Jakisses!!!

fonte: Bolsa de Mulher

terça-feira, 19 de julho de 2011

28 Dúvidas sobre Menstruação

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Está no sangue






1. O que é menstruação?
Quando a mulher não engravida, o organismo expele o óvulo que estava no útero e não foi fecundado. Com ele, vai o endométrio, a camada que reveste o útero.



2. Quanto sangue uma garota perde durante a menstruação?
Os médicos calculam uma média de 80 ml, menos da metade de um copo de requeijão.



3. O sangue da menstruação é sempre vermelho?
Nos dias em que o fluxo é menor, o sangue fica marrom como borra de café; quando aumenta, pode adquirir um tom vermelho-vivo. E, nos dias em que o fluxo é muito intenso e sai em forma de pequenos coágulos, fica cor de vinho.



4. Menstruação tem cheiro?
O sangue não tem cheiro. Mas quando passa pelo canal da vagina entra em contato com bactérias e ganha um odor característico. Se ele é muito ruim, pode indicar alguma infecção.




5. Por onde sai o sangue de quem é virgem?
O hímen tem um orifício capaz de dar vazão ao sangue.





6. Posso fazer ginástica?
Pode. “O exercício libera endorfina, que funciona como um analgésico natural”, diz Márcia Gaspar Nunes, do departamento de ginecologia da Universidade Federal de São Paulo.




7. Posso transar menstruada?
Pode. Como a vagina fica lubrificada demais, a sensação de contato entre o pênis e a vagina diminui. Menstruada ou não, tem que usar camisinha.




8. Há o risco de engravidar?
“Casos assim só aparecem em livros”, diz Mara Diêgoli, da clínica ginecológica do Hospital das Clínicas de São Paulo. Isso significa que existe a possibilidade, mas ela é raríssima.




9. É verdade que, na piscina, o sangue não desce?
O que acontece é que a água, se estiver gelada, contrai os vasos, o que dificulta a vazão do sangue. Quando você sair da água, tudo volta ao normal.




10. Quem toma pílula também menstrua?
A única diferença é que quem toma pílula não expele o óvulo durante a menstruação. A quantidade de sangue e as cólicas também diminuem.





11. Tomar pílula sem intervalo interrompe a menstruação?
Sim. Se a idéia é atrasar a menstruação por causa da viagem de formatura, não há problema, mas não é para fazer isso a toda hora. “O corpo da adolescente está aprendendo a menstruar. Não é bom interromper”, avisa Iara Linhares, ginecologista da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.





Conte os dias no calendário


12. Qual a idade certa para ficar menstruada?
Entre 9 e 14 anos. Se, aos 14, a menina ainda não tem seios desenvolvidos ou pêlos no púbis e nas axilas, é bom investigar.



13. Quanto tempo dura o ciclo menstrual?
De 25 a 35 dias. Mas a maioria das mulheres tem ciclos de 28 dias. Conte a partir do primeiro dia da menstruação até o último dia antes de descer de novo.



14. Quando o ciclo fica regular?
De seis meses a dois anos depois da primeira menstruação.



15. É normal a menstruação atrasar muito?
Só nos dois primeiros anos após a primeira menstruação. Nessa fase, é possível ficar até 12 meses sem menstruar. Mas atraso menstrual também pode ser indício de gravidez ou de algum problema com os seus hormônios.





16. Quantos dias dura a menstruação?
De 3 a 5 dias. Pode durar um pouco mais, desde que o fluxo diminua.
75% das adolescentes sofrem de cólica. 15% delas não consegue nem ir à escola por causa da dor.





De olho nos absorventes





17. Quantos absorventes devo usar por dia?
Depende da garota. Tem gente que gosta de trocar a toda hora. Em média, o ideal é trocá-lo de três a quatro vezes por dia, mesmo nos dias de fluxo intenso. Se eles ficam encharcados e é preciso trocá-los mais de seis vezes no mesmo dia, é sinal de que há algo errado.




18. Absorvente dá alergia?
Algumas garotas sentem coceira quando usam determinado absorvente. A solução é trocar a marca até encontrar uma que não cause irritação. Se não der certo, coloque algodão entre a pele e o absorvente.



19. Menina virgem pode usar absorvente interno?
Pode. O hímen tem um orifício por onde passa o absorvente. “Mas tem que colocar com cuidado: a menina pode provocar pequenas rachaduras na pele do hímen e não perceber, porque já está sangrando”, avisa a ginecologista Mara Diêgoli. Nesses casos, Mara recomenda os absorventes internos do tipo míni ou teen. E, se a menina não consegue colocá-lo de jeito nenhum, não deve insistir: deve procurar orientação médica.



20. Posso dormir com o absorvente interno?
De jeito nenhum. Absorvente interno deve ser trocado a cada três ou quatro horas, no máximo. O sangue é um meio perfeito para a reprodução de bactérias. O risco de infecções é alto.





21. E se eu transar de absorvente interno?
Na hora da transa, o canal da vagina aumenta de tamanho (de 7 cm para 10 cm). Se o garoto não perceber o absorvente (o o.b. ocupa cerca de 5 cm da vagina), vai empurrá-lo para dentro e pode até machucar. Por isso, mesmo que o amasso esteja quente, peça licença, vá ao banheiro e tire o absorvente.




22. E se o fiozinho ficar preso lá dentro?
Lave as mãos, lubrifique o polegar e o indicador com vaselina e introduza-os na vagina. Se não conseguir retirá-lo, tem que ir ao médico.



23. O que acontece se alguém esquecê-lo na vagina?
As bactérias da flora vaginal vão se reproduzir loucamente. O primeiro sinal é um cheiro ruim. Em seguida, dores e febre. Se mesmo assim a menina não se ligar, a infecção pode se espalhar pelo corpo todo e até causar a morte.




Dias de fúria



24. Cólica é igual a TPM?
Não. A menina tem cólica quando já está menstruada. Os sintomas da TPM aparecem até 15 dias antes da menstruação e desaparecem, como mágica, assim que ela desce.





25. Existe alguma receita caseira para combater a cólica?
“Chás quentes ou bolsas de água quente podem ajudar”, explica Márcia Gaspar Nunes, ginecologista. Mas, se quiser combater a causa do problema, tem que tomar remédios. Os mais indicados são antiinflamatórios não-hormonais (como o Ponstan) ou antiespasmódicos (como Buscopan e Atroveran). “Evite medicamentos com ácido acetilsalicílico (como Aspirina), que aumentam o fluxo sangüíneo”, acrescenta Cláudia.




26. Só adolescente tem cólica?
Não. Mas elas costumam ser mais freqüentes e intensas durante a adolescência até os 25 anos.






27. Menstruação dá diarréia?
Algumas meninas podem ter diarréia na menstruação. O útero libera uma substância chamada prostaglandina, que provoca contrações musculares – por isso a cólica – e também pode alterar o trânsito intestinal.






28. Como saber se eu tenho tensão pré-menstrual?
Se essas mudanças de humor, irritação ou depressão só aparecem dias antes da menstruação e desaparecem no dia em que você fica menstruada, pode ser TPM. Inchaço e dor nos seios, dor de cabeça, inchaço na barriga e uma vontade louca de comer doces também são sintomas. Na adolescência, a TPM é menos freqüente que em mulheres adultas. Uma pesquisa do Hospital das Clínicas de São Paulo apontou que apenas 2,9% das meninas entre 10 e 19 anos sentiam a TPM em sua forma mais intensa. 48,3% não tinham nenhum sintoma do problema.








4 maneiras de lidar com a TPM






1. Vá dar um rolê de bike, caminhar no parque ou suar na aula de aerofunk. Exercícios reduzem a tensão, a depressão e melhoram a auto-estima.


2. Evite café ou refrigerantes do tipo “cola”. A cafeína é um estimulante e pode piorar a TPM.


3. Tente ingerir menos sal, para reduzir a retenção de líquidos. E consuma alimentos que ajudam o organismo a eliminar água, como morangos, melancia, alcachofra, aspargo, salsa e agrião.


4. Procure comer alimentos ricos em vitamina B6 (soja, melão, arroz integral, ovos, aveia, amendoim e nozes), vitamina E (soja, óleos vegetais, nozes, couve-de-bruxelas, verduras, cereais integrais e ovos) e magnésio (figo, amêndoas, vegetais verde-escuros, banana e frutos do mar). Eles ajudam a aliviar os sintomas da TPM.

D1U de prata: Minha experiência

Hey ho, Pitchuletes amadinhas! Hoje vamos conversar um pouquinho sobre o DIU de prata. Na última postagem eu contei para vocês como foi a mi...