quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

PAPO DE MULHER AJUDA - QUANDO ELE NÃO TE ASSUME

Hello minhas pitchuletes queridas!







Recebemos mais um email de uma leitora em péssimos lençóis, e como sempre, vamos tentar ajudá-la. Quem sabe do caso dela vocês não tiram uma lição?






O nome que a gatinha se deu foi Baby, e ela fala do gatinho cara de pau que não a assume.




Vejam o e-mail:

"> saio com um rapaz a quase 2 anos mais ele nunca me assumiu saímos sempre juntos temos os mesmos amigos. Na rua ele me cumprimenta como se eu fosse uma amiga apenas não me abraça e nem me beija, me sinto mal com isso,ele disse que não quer me machucar e que ele é muito complicado
> um tempo atrás beijei outro cara e ele ficou sabendo e ficou grilado comigo não queria nem me ver e nem falar comigo fui atrás dele e nada ate que um dia ele veio falar comigo voltamos a ficar de novo mais continua a mesma coisa não quero mais isso pra mim,minhas amigas começaram a ficar a pouco tempo e ja estão todas namorando,as vezes penso que é porque quero muito isso,as vezes falo que vou dar um basta nisso mais ja viu mulher apaixonada é uma burra age somente com o coração cansei dessa vida mais tenho medo de dizer isso pra ele e ele não querer mais saber de mim .
> me ajudee
>
> bjo adoro o blog perfeito s2"



Querida Baby...

... MAS COMO VOCÊ NÃO DEU UM BASTA NISSO AINDA?????





Olha gatinha, não é por nada... se fossem 2 meses, eu entenderia a posição do garoto... MAS 2 ANOS???

Bem, vamos fazer algumas considerações:

1º - Descubra por que ele não te assume



Qual a idade dele? Ele é novo demais pra um compromisso sério? Você sabe se ele fica com outras garotas? Ele tem religião? Se tem, essa religião permite que ele namore você? Os pais dele são opressivos? E o principal... ele gosta mesmo de você?


2º - Cuidado! Você pode estar na Geladeira






Isso ocorre com a maioria das garotas que se submetem ao famoso "ficar". Quando um rapaz fica com uma garota uma vez, depois trata ela como se nada tivesse acontecido, depois volta a ficar, e por aí vai, ele acredita que possui um estepe pra usar nas horas vagas. É como se ele guardasse uma cerveja na geladeira pra mais tarde. Dá goladas quando está com sede, mas não pega a garrafa na mão e assume que está bebendo. Cuidado com isso. Você pode estar na geladeira. Sendo usada de vez em quando.


3º - Por que ele ficou grilado quando você beijou outro ?





Simples resposta: TERRITORIO. Você é dele, independente de ser namorada ou não. Outro cara dando golada na cerveja que ele abriu? Sacanagem, hein. Isso não significa que ele te ame. Ele tem ciumes do que acha ser dele, mas não é macho o bastante pra fincar a bandeira em você pra que todos saibam que você pertence a alguém.


Consideração final:




Comunicação é a base dos relacionamentos. Não vou te dizer "cai fora, sua loka!", porque não estou aqui pra dar ordens. Só posso te dizer que você deve chamar seu gatinho na xinxa. Diga pra ele que gosta dele, e que está a 2 anos saindo com ele, e que quer mais do que apenas uma peguete nas horas vagas. Diga a ele que o período de ficar já passou, que tanto tempo beijando a mesma pessoa significa mais pra você do que um simples amigo colorido. Se ele não manifestar vontade de assumir namoro, brigar com você, ou qualquer outra atitude negativa, meu bem, aí sim eu digo "CAI FORA, SUA LOKA!", porque esse 171 não te merece. Não corra atrás dele. Dê valor a si mesma e procure quem te mereça. Mulheres que se humilham por homens não são felizes. Macho foi feito pra lutar pela fêmea, então pra saber quando virá o cara certo é só esperar que ele lute por você.





Espero ter ajudado flor!!!

E aí? Foi traída? Sua melhor amiga é falsa? Seu namorado não é mais o mesmo? Seus pais não te entendem? Não sabe que roupa vestir hoje a noite?
Escreve pra gente na aba Ah Pergunta?





Amamos responder e-mails.
Jakisses!!!

domingo, 5 de dezembro de 2010

Para os HOMENS: Quando você NÃO deve paraquerar uma mulher

Mulher passa e homem olha. Se você, meu caro amigo, tem esses olhinhos de raio-x e decide se por na posição de ataque soltando aqueeela cantada, se liga só nessa dica do Papo de Mulher.

Você NÃO deve paquerar uma MULHER quando:

- estiver com sua namorada

- estiver trabalhando numa construção

- estiver a pé

- estiver com seu melhor amigo mais bonito que você

- estiver em frente da sua casa de pijaminha do Mickey

- estiver sem camisa e fora de forma

- tiver acabado de comer uma feijoada e não escovado os dentes

- estiver suado e fedendo depois da malhação

- estiver com uma amiga mulher

- estiver bêbado

- estiver com amigos fdp

- estiver ouvindo Justin Bieber bem alto no seu carro

- estiver com sua mãe

- estiver com a camisa do Corinthians

- estiver com a camisa do São Paulo

- ela estiver acompanhada por um homem mais forte que você


Quem sabe assim você não se dá bem, hein?
sushaushaushuahsua
Jakisses!!!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Amor Falido - Quando não resta mais nada entre um Casal

No apartamento, cada um no seu canto. Não há diálogo, não há entendimento, não há carinho. Apenas a ilusão de um relacionamento que, na realidade, já está falido, acabado. A solidão a dois é, muitas vezes, mais dolorosa que a solidão desacompanhada. Isso porque ela vem sempre carregada de mágoas e decepções que nutrem o monstro da desilusão, criando um desarmônico e doentio laço, que aprisiona o pseudo-casal.




Casada há 14 anos, a jornalista J. P., 38, garante que vive um inferno dentro de casa. Ela não sabe precisar ao certo quando o relacionamento faliu, mas consegue enumerar algumas razões. "É basicamente um acúmulo de coisas. Falta de paciência, intolerância, egoísmo e acho que até um excesso de idealização. Porque fomos varrendo os problemas para baixo do tapete, nos negando a enxergá-los e isso foi roendo o casamento. Reconheço meu erro e os dele também", conta ela. "Agora, por exemplo, estou aqui dando meu depoimento para você e ele está lá na sala vendo televisão. Quando cheguei do trabalho hoje, nem nos falamos. Ele ficou imóvel no sofá e eu vim direto para o quarto. A casa fica praticamente dividida em duas áreas e a gente mal se cruza", revela.





J. P. garante que a cada dia que passa, a vida conjugal fica pior. Ela compara o problema a um bolo, cujo fermento são exatamente as mágoas e decepções. "Conversar vai ficando cada vez mais impossível. Qualquer assunto que eu comece, pode ser o mais ameno como a comida do jantar, acaba em briga. Imagine quando eu introduzir algo sobre nós", lamenta. No entanto, as dificuldades precisam ser superadas e tomar uma atitude vai ficando cada vez mais urgente. "Na primeira oportunidade, eu pulo fora", ainda espera a jornalista.




Relacionamentos que agonizam desse mal são extremamente comuns, segundo a terapeuta de casais Margareth Labate. Ela confirma que o problema nasce devagarzinho, bem debaixo dos olhos vendados do casal. "Existe um desprezo muito grande pela intuição. Quem vive um drama desses na vida reconhece, quando o problema é fato, que já havia algo de errado desde muito tempo e esses indícios foram desprezados. É muito importante identificá-los e solucioná-los quando ainda são incipientes. É justamente o acúmulo de feridas que mina a saúde de um relacionamento", comenta.





Eu queria ter uma bomba

A psicóloga reforça que sentimentos como ansiedade, rejeição, desprezo e desejo de fuga não devem ser, de maneira nenhuma, negados. "De fato, para muitas pessoas, é muito difícil reconhecer defeitos no seu projeto afetivo que, quase sempre, nasce envolvido por uma promessa de perfeição e eternidade. Mas certas barreiras anunciam um novo caminho de evolução para uma relação e é aí mesmo que está a solução para uma queixa comum nesse quadro que é a rotina, a falta de novidade. São dessas mudanças que um casamento se nutre", considera.





Vista grossa diante das dificuldades do outro e excesso de idealização também acabaram com o casamento da fisioterapeuta Elza D'Ávila. Mas a agonia se arrastou por quase cinco anos. "Não foi fácil terminar o casamento. Acho que nunca é fácil, mesmo quando está doendo. No meu caso, lembro que pensava sempre na minha casa vazia, na minha vida sem marido, que efetivamente já existia, mas me dava calafrios. Vivi para o casamento por mais de 15 anos e o divórcio me parecia o reconhecimento do meu fracasso", confessa.






Foi preciso que se "inventasse" um motivo pontual para que ela engatasse uma conversa definitiva. Ou quase isso. "Eu descobri que ele tinha outra, o que era absolutamente esperado. Na verdade, ele me fez descobrir isso, espalhando indícios para me chamar atenção e me forçar a uma atitude, exatamente como homem faz: não conversa, dá evidências. Já éramos praticamente dois estranhos, dormindo em camas separadas, quando tomei coragem e resolvi falar. Já era quase hora de dormir, ele já estava deitado no sofá. Comecei com o assunto e dali a pouco, ele estava roncando. Acabou naquele momento. No dia seguinte, fui breve e direta: 'quem vai ficar nesse apartamento? Eu ou você?'", lembra a fisioterapeuta. Em dois meses, sua vida tinha mudado completamente e para melhor. "Pedi muito tempo com medo, poderia ter me sentido livre muito antes", pondera.



A poder de resistência ao tempo de um relacionamento é medido pela capacidade do casal de lidar com os desejos e potenciais um do outro. "A busca pela estabilidade e a segurança são o maior obstáculo para o crescimento em conjunto. O passado, como diz a própria palavra, passa e a cada dia que passa surgem novas expectativas e possibilidades. Amar não é um esforço, mas exige responsabilidade para com a evolução do outro porque precisamos manter acesa a nossa admiração por ele. Não basta apenas encontrar a chamada pessoa certa. A manutenção da paixão é a grande missão", encerra Margarth Labate.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

MOMENTO MULHERZINHA - "Fora de Mim" (Martha Medeiros)

Hello pitchuletes lindocas!!! Jess na àrea em transe intelectual.




Hoje é um dia contentinho para as molerzinhas de plantão. Quem curte uma leitura dramática? Quem curte uma historinha romântica? Quem curte um chororô no meio do dia? Quem lê e indica livros que um homem macho tchê nunca leria? SIM!!! UMA MULHERZINHA!!!





Indicando livros novamente. Mas dessa vez é um livreto brasileiro. Eu leio de tudo, mas tenho um gostinho especial por leituras romanticas americanas... brasileiro, só os clássicos como Machado de Assis e José de Alencar... enfim...




Hoje venho por meio deste falar sobre um livro que ainda estou lendo atualmente. Emprestado como sempre pelo meu amigo João, a literatura brasileira ao qual me refiro é uma leitura pequena, mas extensa em idéias e pensamentos. Quem aqui nunca levou um pé na bunda de achar que o mundo acabou e de ficar sem vontade de viver? Qualquer ser humano se identificaria com a leitura desse livro. Sentimentos de pena própria, de perda, de vazio, de inutilidade, de vontade de morrer... coisas tontas que passam por nossas cabeças quando estamos "na fossa", mas que não deixam de ser profundamente reais e dolorosamente tangíveis.



"Fora de mim" não especifica personagens e nem dá nome a eles. Narrado em primeira pessoa, ele trata de um mundo sentimental, da visão conturbada de uma mulher que viu seu mundo desmoronar tentando reviver. Traída, ela desabafa nos primeiros capítulos. Sinceramente não sei se aquelas frases tudo juntas, separadas apenas por vírgulas, misturadas, sem pausa, são um jeito tosco da escritora escrever, ou se ela quis dar o efeito de desespero, pois quando estamos desesperados, sai tudo assim, descontrolado. A leitura vai melhorando com o decorrer da história, pois as frases vão ganhando sentido e a concordância vai ganhando forma. É incrível como ela descreve perfeitamente como uma pessoa fica quando tenta não pensar em alguém que te feriu muito, mas que você ainda ama. "Merda... eu pensando em você outra vez".




Não terminei de ler o livro ainda, mas uma resenha que eu vi disse que o livro é separado em 3 partes: 1-) A dor; 2-) Como tudo começou e 3-) Como os personagens estão hoje. A leitura é boa pra quem tá com dorzinha de cutuvelo e quer compartilhar sentimentos de uma forma que se sinta compreendido. Afinal, só alguem com a mesma dor pra te entender. Tenho certeza de que lendo, você vai sentir como se o livro descrevesse com precisão o que você está passando. Uma terapia literária para os corações partidos, e uma compreensão sentimental para os felizes que querem saber como os infelizes se sentem. Acima de tudo, uma aprendizagem sobre o sentimentalismo e a dependência humana do amor.




"Não acreditava que os sentimentos precisassem de tantas conexões para serem explicados."




Martha Medeiros ainda não me fez chorar, mas teria me feito se eu tivesse lido esta bagacinha no fim do ano passado... whatever... ahsuahsuahsuahushau. Quem sabe eu não choro até o fim do livro? Afinal, sou a maior mulherzinha desse blog, #fato. Quando terminar de ler, posto pra vocês uma revisão com as melhores frases, assim como faço sempre. Assim vocês podem twittar, colocar no subnick do msn ou no status do orkut, #okay.





"Fora de mim"/ Martha Medeiros - RECOMENDO!
O MOMENTO MULHERZINHA ASSINA EMBAIXO!!!

Boa leitura, pitchulinhas.
Jakisses!!!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

ADULTESCÊNCIA - Depois da Adolescência, nem sempre vem a fase Adulta ;D

Hoje, a maioria das pessoas desse mundo é jovem. Ora, como assim? Tudo bem, a expectativa de vida vem aumentando, o que também faz crescer a fatia idosa da população. Mas a juventude de que estamos falando não é aquela medida pela passagem das primaveras. Trata-se não da juventude do corpo, mas sim de estado de espírito e de comportamento. Basta olharmos ao redor para acharmos cinquentões frequentando academias, mães compartilhando roupas com as filhas adolescentes, avós esportistas e um monte de gente com 30 anos que ainda mora com os pais.

Esses exemplos são evidências de que a linha que divide a adolescência da fase adulta está cada vez mais tênue. Essa tendência, que vem sendo bastante analisada e discutida por estudiosos, já foi batizada com o nome de adultescência. Uns a vêem com olhos preocupados, alegando que os adultescentes são pessoas com dificuldade de aceitar que a juventude já se foi. Outros acreditam que manter uma essência adolescente não só é benéfico como essencial para viver em bem-estar e se adaptar às mudanças que ocorrem com tanta rapidez na sociedade pós-moderna.


Mudanças sócio-comportamentais

Hoje conseguimos, sem grandes dificuldades, identificar adultos que se comportam como adolescentes e jovens. É sinal de que mudanças significativas ocorreram na sociedade. "Um fator que contribuiu para o surgimento do fenômeno da adultescência foi a valorização da juventude e tudo que a ela é associado como inovações tecnológicas, esportes, diversão etc. Em segundo lugar, temos a necessidade de maior aprimoramento nos estudos e as dificuldades do mercado de trabalho. É cada vez mais tardia a independência econômica, o que faz com que muitos jovens adultos permaneçam dependentes dos pais, principalmente nas classes sociais mais elevadas", esclarece a psicanalista Priscila Gaspar.


Maria Clara D. se formou em Medicina, se especializou em dermatologia, é médica do Corpo de Bombeiros, atende em duas clínicas, tem 28 anos e... mora com os pais. Apesar de já ganhar muito mais que a maioria dos brasileiros, para ela não é o bastante. "Ainda não saí da casa deles por uma questão de insatisfação econômica. Tudo bem que conseguiria me manter com o meu trabalho, mas não com todo o conforto com que estou acostumada", revela Maria Clara, que namora há dois anos outro jovem adulto, um rapaz de 25 anos, engenheiro contratado da Petrobras e que também não pretende sair da casa da mãe dele.

"A gente tem planos de casar, mas acredito que não nos próximos dois anos. Quem sabe daqui a três?", estipula a dermatologista, cuja família não se importa com a dependência prolongada da filha. "Meu pai adora, quer mais é que eu fique morando aqui um bom tempo. Acho que hoje em dia isso é natural. A gente demora muito tempo para se formar. Eu fiz seis anos de faculdade, mais quatro de residência. São dez anos de formação! O que me faz entrar no mercado com 27 anos de idade", analisa Maria Clara.


Eternos estudantes

O mercado acirrado e as constantes inovações a que os profissionais precisam se adaptar contribuem para que os adultos demorem a construir uma família. Para o psicólogo Carlos Bein, esse contexto transforma os profissionais em eternos estudantes. "Hoje há setores muito saturados de profissionais, o que, junto com as oscilações do mercado, faz aumentar o tempo até conseguir o primeiro emprego. Aliás, o ritmo acelerado na renovação das técnicas faz com que um profissional continue dependendo dos centros de ensino, de modo que o papel de estudante se conserva para toda a vida", explica.

Além disso, Carlos Bein assinala que, em outras culturas e épocas, havia rituais de passagem da infância para a idade adulta que delimitavam claramente o comportamento em cada um dessas fases. "Se nessas sociedades a transição era curta, na nossa parece prolongar-se indefinidamente, sendo mais ambígua e relativa. Talvez por estarmos passando para um modelo social onde o Estado adota cada vez mais funções que antes eram responsabilidades do cidadão. O âmbito de decisão de um adulto está cada vez mais limitado pelo Estado, que de algum modo se transforma em pai dos cidadãos. Este é um paradoxo da nossa sociedade, composta por indivíduos, em teoria, livres. Isso facilita a 'adultescencialização' do cidadão", constata o psicólogo.


Mesmo quem já viveu a entrada no mercado de trabalho não escapa. Hoje não há idade limite para se divertir, fazer esportes, namorar. A estudante Carla Manhães testemunhou a transformação de mãe, uma jovem – e bela! – dentista de 53 anos. "De uns tempos para cá, minha mãe virou uma garotinha! Pega as minhas roupas: vestidos, saias, sandálias, colares, tudo. Malha na mesma academia que eu, fez plástica e está namorando, o que tem feito muito bem para ela. E para mim, porque antes ela era uma chata. Não deixava eu dormir na casa do meu namorado, nem viajar, colocava limite de horário. Hoje, como ela sai no final de semana e às vezes não volta para casa, ficou mais tranquila. Passou a me entender melhor. Além de mãe, se transformou em amiga", conta Carla.

A advogada Marlene Gonzaga, de 55 anos, apesar de admitir que a maturidade adquirida ao longo dos anos lhe proporcionou muita paz, diz que um quê de adolescente é essencial. "Depois que a gente se torna adulto e enfrenta as dificuldades da vida para sobreviver e criar os filhos, a gente muda. E quem não souber lidar com isso acaba se tornando rabugento ou triste. Eu gosto de estar ao lado de gente light, alegre, descontraída. Me sinto velha de vez em quando, mas tenho uma empolgação com certas coisas que não é de adulto. Do tipo estar viajando à noite com meu namorado, ouvir uma música bonita e encostar o carro para dançar no meio da rua. Esse tipo de coisa faz a vida valer a pena, sabe?", diz.


Adultescente e responsável

Marlene acredita que conciliar adultescência e responsabilidade é totalmente possível. "Claro que dá para conciliar. Aliás, um pouco de irresponsabilidade é vital. Eu tinha um professor que dizia que todo mundo tem o direito de um dia na vida dizer 'hoje eu não vou trabalhar, vou à praia'. Muita seriedade acaba com o ser humano. Se você for responsável o tempo todo, sucumbe. Largar mão das responsabilidades pelo menos por um momento é essencial para que a pessoa consiga relaxar para depois voltar ao corre-corre do dia a dia", aposta a advogada.


A tendência do adulto de se comportar como adolescente tem lados positivos e negativos. "Como jovens são mais flexíveis quanto a idéias, é positivo que as pessoas não se acomodem e procurem cuidar mais da saúde nessa luta contra o envelhecimento. Por outro lado, não assumir responsabilidades e não aceitar o passar dos anos é algo negativo. Isso ocorre com mais frequência. Infelizmente, a nossa cultura valoriza em demasia a juventude e o envelhecer está associado a idéias extremamente negativas, como doença, pobreza, falta de flexibilidade etc. Se valorizássemos a experiência e a maturidade emocional que são frutos da vivência, não teríamos tanto medo de envelhecer”, afirma Priscila Gaspar.


Equilíbrio é tudo

Saber dosar o espírito adolescente com os princípios da vida adulta, sem deixar a balança pesar nem pra um lado nem pra outro, é o grande segredo. "Para um adulto, o maior atrativo da adolescência talvez seja esse fugir das responsabilidades. Ser adulto significa planejar, calcular, trabalhar. Só que os planos nem sempre dão certo. Às vezes, os grandes projetos trazem decepções ou até quando tudo sai como o planejado, a vida parece não ter aquele todo sentido. A rotina de trabalho é sufocante. Então há a tentação de voltar para a adolescência, desfrutar do instante presente, buscar novas experiências sem se preocupar com nada. A dificuldade está em poder ser adulto e, ao mesmo tempo, adolescente sem que isso signifique uma fuga das responsabilidades com a família, com o trabalho e com a sociedade”, esclarece Carlos Bein.

Na verdade, o grande segredo não é saber quais e quantos compromissos jogar para o alto. Mas sim ser um adulto completo, capaz de cumprir com todas as suas obrigações, mas vivenciando-as de uma forma diferente. "Enfrentar as responsabilidades com flexibilidade. Não de maneira excessivamente rígida, rotineira e vazia de sentido, senão nova, criativa, estimulante", finaliza Carlos Bein.


(Créditos a http://www.bolsademulher.com/)
Excelente Matéria!
Jakisses!!!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Para os Homens: Quando sua mulher perguntar...

Quando sua mulher perguntar...


"Amor... se eu e a sua mãe estivéssemos num prédio pegando fogo, quem você salvaria?"



#ihcomplicou

Tentativa 1:

Você: "Tá escrito bombeiro na minha testa, mulher?" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Olho roxo e um século dormindo no sofá


Tentativa 2:

Você: "Claro que salvaria você, meu amor" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Cara virada contigo por um mês... seu filho ingrato (mulheres valorizam mães)

Tentativa 3:

Você: "Eu ia chorar por você, mas salvaria minha mãe" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Expulsão de casa. (Mulheres tem ciúmes das mães de seus homens)

Tentativa 4:

Você: "Para de me fazer perguntas idiotas!" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Dois olhos roxos, e algumas costelas quebradas.

Tentativa 5:

Você: "Eu chamaria os bombeiros" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Veneno na comida do jantar.


Tentativa 6:

Você: "A probabilidade de uma coisas dessas acontecer é bem baixa, meu bem. Então, pra que responder?" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Ela vai te trair, porque se você souber a probabilidade de quanto isso é possível de acontecer, você é um nerd, e nerds que tem mulher são cornos.


Tentativa 7:

Você: "Na hora eu vejo" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Você acaba de ganhar 1 hora inteira de sermão por não dar a mínima pro que sua mulher diz.


Tentativa 8:

Você: "Hã? Ah... hoje é terça feira amor" (NÃÃÃO! Resposta Errada)
Resultado: Mais duas horas de sermão por não prestar atenção no que sua mulher diz.


Tentativa 9:

Você: "Não sei o que responder" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Um resmungo "idiota" e ela te ignorará nas próximas duas semanas.

Tentativa 10:

Você: "Bem, eu morreria tentando salvar vocês duas" (AEEE!!! ALELUIA!!! Resposta Certa)
Resultado: Sua comida preferida no jantar e uma mulher doce pelos próximos 25 anos.


Mulher... é só usar as palvras certas.
E tem quem diga que somos complicadas.
Tsc tsc.
Jakisses!!!

D1U de prata: Minha experiência

Hey ho, Pitchuletes amadinhas! Hoje vamos conversar um pouquinho sobre o DIU de prata. Na última postagem eu contei para vocês como foi a mi...