segunda-feira, 29 de novembro de 2010

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

ADULTESCÊNCIA - Depois da Adolescência, nem sempre vem a fase Adulta ;D

Hoje, a maioria das pessoas desse mundo é jovem. Ora, como assim? Tudo bem, a expectativa de vida vem aumentando, o que também faz crescer a fatia idosa da população. Mas a juventude de que estamos falando não é aquela medida pela passagem das primaveras. Trata-se não da juventude do corpo, mas sim de estado de espírito e de comportamento. Basta olharmos ao redor para acharmos cinquentões frequentando academias, mães compartilhando roupas com as filhas adolescentes, avós esportistas e um monte de gente com 30 anos que ainda mora com os pais.

Esses exemplos são evidências de que a linha que divide a adolescência da fase adulta está cada vez mais tênue. Essa tendência, que vem sendo bastante analisada e discutida por estudiosos, já foi batizada com o nome de adultescência. Uns a vêem com olhos preocupados, alegando que os adultescentes são pessoas com dificuldade de aceitar que a juventude já se foi. Outros acreditam que manter uma essência adolescente não só é benéfico como essencial para viver em bem-estar e se adaptar às mudanças que ocorrem com tanta rapidez na sociedade pós-moderna.


Mudanças sócio-comportamentais

Hoje conseguimos, sem grandes dificuldades, identificar adultos que se comportam como adolescentes e jovens. É sinal de que mudanças significativas ocorreram na sociedade. "Um fator que contribuiu para o surgimento do fenômeno da adultescência foi a valorização da juventude e tudo que a ela é associado como inovações tecnológicas, esportes, diversão etc. Em segundo lugar, temos a necessidade de maior aprimoramento nos estudos e as dificuldades do mercado de trabalho. É cada vez mais tardia a independência econômica, o que faz com que muitos jovens adultos permaneçam dependentes dos pais, principalmente nas classes sociais mais elevadas", esclarece a psicanalista Priscila Gaspar.


Maria Clara D. se formou em Medicina, se especializou em dermatologia, é médica do Corpo de Bombeiros, atende em duas clínicas, tem 28 anos e... mora com os pais. Apesar de já ganhar muito mais que a maioria dos brasileiros, para ela não é o bastante. "Ainda não saí da casa deles por uma questão de insatisfação econômica. Tudo bem que conseguiria me manter com o meu trabalho, mas não com todo o conforto com que estou acostumada", revela Maria Clara, que namora há dois anos outro jovem adulto, um rapaz de 25 anos, engenheiro contratado da Petrobras e que também não pretende sair da casa da mãe dele.

"A gente tem planos de casar, mas acredito que não nos próximos dois anos. Quem sabe daqui a três?", estipula a dermatologista, cuja família não se importa com a dependência prolongada da filha. "Meu pai adora, quer mais é que eu fique morando aqui um bom tempo. Acho que hoje em dia isso é natural. A gente demora muito tempo para se formar. Eu fiz seis anos de faculdade, mais quatro de residência. São dez anos de formação! O que me faz entrar no mercado com 27 anos de idade", analisa Maria Clara.


Eternos estudantes

O mercado acirrado e as constantes inovações a que os profissionais precisam se adaptar contribuem para que os adultos demorem a construir uma família. Para o psicólogo Carlos Bein, esse contexto transforma os profissionais em eternos estudantes. "Hoje há setores muito saturados de profissionais, o que, junto com as oscilações do mercado, faz aumentar o tempo até conseguir o primeiro emprego. Aliás, o ritmo acelerado na renovação das técnicas faz com que um profissional continue dependendo dos centros de ensino, de modo que o papel de estudante se conserva para toda a vida", explica.

Além disso, Carlos Bein assinala que, em outras culturas e épocas, havia rituais de passagem da infância para a idade adulta que delimitavam claramente o comportamento em cada um dessas fases. "Se nessas sociedades a transição era curta, na nossa parece prolongar-se indefinidamente, sendo mais ambígua e relativa. Talvez por estarmos passando para um modelo social onde o Estado adota cada vez mais funções que antes eram responsabilidades do cidadão. O âmbito de decisão de um adulto está cada vez mais limitado pelo Estado, que de algum modo se transforma em pai dos cidadãos. Este é um paradoxo da nossa sociedade, composta por indivíduos, em teoria, livres. Isso facilita a 'adultescencialização' do cidadão", constata o psicólogo.


Mesmo quem já viveu a entrada no mercado de trabalho não escapa. Hoje não há idade limite para se divertir, fazer esportes, namorar. A estudante Carla Manhães testemunhou a transformação de mãe, uma jovem – e bela! – dentista de 53 anos. "De uns tempos para cá, minha mãe virou uma garotinha! Pega as minhas roupas: vestidos, saias, sandálias, colares, tudo. Malha na mesma academia que eu, fez plástica e está namorando, o que tem feito muito bem para ela. E para mim, porque antes ela era uma chata. Não deixava eu dormir na casa do meu namorado, nem viajar, colocava limite de horário. Hoje, como ela sai no final de semana e às vezes não volta para casa, ficou mais tranquila. Passou a me entender melhor. Além de mãe, se transformou em amiga", conta Carla.

A advogada Marlene Gonzaga, de 55 anos, apesar de admitir que a maturidade adquirida ao longo dos anos lhe proporcionou muita paz, diz que um quê de adolescente é essencial. "Depois que a gente se torna adulto e enfrenta as dificuldades da vida para sobreviver e criar os filhos, a gente muda. E quem não souber lidar com isso acaba se tornando rabugento ou triste. Eu gosto de estar ao lado de gente light, alegre, descontraída. Me sinto velha de vez em quando, mas tenho uma empolgação com certas coisas que não é de adulto. Do tipo estar viajando à noite com meu namorado, ouvir uma música bonita e encostar o carro para dançar no meio da rua. Esse tipo de coisa faz a vida valer a pena, sabe?", diz.


Adultescente e responsável

Marlene acredita que conciliar adultescência e responsabilidade é totalmente possível. "Claro que dá para conciliar. Aliás, um pouco de irresponsabilidade é vital. Eu tinha um professor que dizia que todo mundo tem o direito de um dia na vida dizer 'hoje eu não vou trabalhar, vou à praia'. Muita seriedade acaba com o ser humano. Se você for responsável o tempo todo, sucumbe. Largar mão das responsabilidades pelo menos por um momento é essencial para que a pessoa consiga relaxar para depois voltar ao corre-corre do dia a dia", aposta a advogada.


A tendência do adulto de se comportar como adolescente tem lados positivos e negativos. "Como jovens são mais flexíveis quanto a idéias, é positivo que as pessoas não se acomodem e procurem cuidar mais da saúde nessa luta contra o envelhecimento. Por outro lado, não assumir responsabilidades e não aceitar o passar dos anos é algo negativo. Isso ocorre com mais frequência. Infelizmente, a nossa cultura valoriza em demasia a juventude e o envelhecer está associado a idéias extremamente negativas, como doença, pobreza, falta de flexibilidade etc. Se valorizássemos a experiência e a maturidade emocional que são frutos da vivência, não teríamos tanto medo de envelhecer”, afirma Priscila Gaspar.


Equilíbrio é tudo

Saber dosar o espírito adolescente com os princípios da vida adulta, sem deixar a balança pesar nem pra um lado nem pra outro, é o grande segredo. "Para um adulto, o maior atrativo da adolescência talvez seja esse fugir das responsabilidades. Ser adulto significa planejar, calcular, trabalhar. Só que os planos nem sempre dão certo. Às vezes, os grandes projetos trazem decepções ou até quando tudo sai como o planejado, a vida parece não ter aquele todo sentido. A rotina de trabalho é sufocante. Então há a tentação de voltar para a adolescência, desfrutar do instante presente, buscar novas experiências sem se preocupar com nada. A dificuldade está em poder ser adulto e, ao mesmo tempo, adolescente sem que isso signifique uma fuga das responsabilidades com a família, com o trabalho e com a sociedade”, esclarece Carlos Bein.

Na verdade, o grande segredo não é saber quais e quantos compromissos jogar para o alto. Mas sim ser um adulto completo, capaz de cumprir com todas as suas obrigações, mas vivenciando-as de uma forma diferente. "Enfrentar as responsabilidades com flexibilidade. Não de maneira excessivamente rígida, rotineira e vazia de sentido, senão nova, criativa, estimulante", finaliza Carlos Bein.


(Créditos a http://www.bolsademulher.com/)
Excelente Matéria!
Jakisses!!!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Para os Homens: Quando sua mulher perguntar...

Quando sua mulher perguntar...


"Amor... se eu e a sua mãe estivéssemos num prédio pegando fogo, quem você salvaria?"



#ihcomplicou

Tentativa 1:

Você: "Tá escrito bombeiro na minha testa, mulher?" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Olho roxo e um século dormindo no sofá


Tentativa 2:

Você: "Claro que salvaria você, meu amor" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Cara virada contigo por um mês... seu filho ingrato (mulheres valorizam mães)

Tentativa 3:

Você: "Eu ia chorar por você, mas salvaria minha mãe" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Expulsão de casa. (Mulheres tem ciúmes das mães de seus homens)

Tentativa 4:

Você: "Para de me fazer perguntas idiotas!" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Dois olhos roxos, e algumas costelas quebradas.

Tentativa 5:

Você: "Eu chamaria os bombeiros" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Veneno na comida do jantar.


Tentativa 6:

Você: "A probabilidade de uma coisas dessas acontecer é bem baixa, meu bem. Então, pra que responder?" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Ela vai te trair, porque se você souber a probabilidade de quanto isso é possível de acontecer, você é um nerd, e nerds que tem mulher são cornos.


Tentativa 7:

Você: "Na hora eu vejo" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Você acaba de ganhar 1 hora inteira de sermão por não dar a mínima pro que sua mulher diz.


Tentativa 8:

Você: "Hã? Ah... hoje é terça feira amor" (NÃÃÃO! Resposta Errada)
Resultado: Mais duas horas de sermão por não prestar atenção no que sua mulher diz.


Tentativa 9:

Você: "Não sei o que responder" (NÃÃÃO! Resposta errada)
Resultado: Um resmungo "idiota" e ela te ignorará nas próximas duas semanas.

Tentativa 10:

Você: "Bem, eu morreria tentando salvar vocês duas" (AEEE!!! ALELUIA!!! Resposta Certa)
Resultado: Sua comida preferida no jantar e uma mulher doce pelos próximos 25 anos.


Mulher... é só usar as palvras certas.
E tem quem diga que somos complicadas.
Tsc tsc.
Jakisses!!!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Sessão Smack 7 - Abstinência de beijo? #comofaz

Hey ho!!! Pitchuletes beijoqueiras, aí estamos nós outra vez falando de beijo.

Aproveitando essa onde de kiss kiss kiss, me lembrei das tadeeenhas da vida que não beijam mais. O post de hoje é pra você, gata, que faz tempo que não dá um jakiss no seu beloved. Se liga só nessa Sessão Smack sem smack:


Ausência de Beijo - Por que isso acontece?




No início do relacionamento, tome beijo na boca - e de língua! Acontece o tempo todo. Aí a rotina se instala e agora é só estalinho de "oi". Colante, rola unzinho na hora agá - mas só se for o seu dia de sorte. Ou seja, os beijos rarearam e você ficou com gostinho de quero mais. A pergunta é: por que eles param de beijar na boca depois de um certo tempo de relacionamento?




Mariana conhece bem essa situação. No começo do relacionamento era beijo à vontade. Hoje em dia a demanda anda menor que a oferta. "Quando namorávamos, nos três primeiros meses ele me dava os melhores beijos que já provei. Ele tem um beijo maravilhoso, amo demais! Com o tempo, passou a dar menos até que, em algum momento, simplesmente parou", conta ela, reclamando que a postura do marido leva a crer que beijá-la é um sacrifício.




"Faz um mês que a gente casou. Como recém-casados temos relações todos os dias e as vezes até mais. Mas de vez em quando fico triste e acabo brigando com ele por causa da falta de beijo na boca", diz Mariana, sem entender como o marido pode não gostar de beijar . "Ele disse que um amigo dele falou que é normal e que ouve as mesmas reclamações por parte da namorada. Mas todo mundo que conheço ama beijo na boca. O que eu faço?", pergunta.





Beijou tem que transar?




Parece que alguns representantes do sexo masculino vêem o beijo na boca apenas como preliminar. Vejamos o caso de Mirian de 22 anos, casada há quatro. Ela e o marido têm uma filha de um ano e meio. "Como pai, ele é ótimo, mas como marido... Ele não me toca e não me beija", se queixa ela, contando que antes rolava beijo na hora de transar, mas agora até essa modalidade foi suspensa. "Ele diz que não beija para não ter vontade de transar. Já eu acho que, se der vontade, ótimo! E outra: beijo é bom mesmo sem sexo.", defende ela.




Tem mulher casada que passa anos sem experimentar um bom beijo na boca - e não é por opção. Axis adora beijar. "Meu marido não gosta e já faz alguns anos que ele não me beija, só selinho rola", revela, contando que no começo não era assim. "Antes de casar, ele me beijava bastante. Hoje ele diz que era só porque eu gostava. Com o passar do tempo, tudo foi acabando", conta Axis, que já tentou mudar a situação sem atingir nenhum progresso. "Tem horas que bate aquela carência, mais nada de beijo ou carinho. É complicado para quem gosta de um bom beijo não ser beijado. Eu sinto falta", diz.




Para a psicóloga Mariana Mattos, o beijo na boca é mais uma forma de mostrar afeição e intimidade. "Há casais que se beijam mais e os que se beijam menos, de acordo com a rotina que construiu. Não há regras para isso", afirma Mariana, lembrando que o beijo não é simplesmente um comprimento - é mais que isso.

Se de uns tempos para cá o número de beijos que você troca com o seu par caiu, acalme-se: pode ser muito natural. Mariana Mattos explica ser comum no início do relacionamento o casal ficar no maior grude beijando muito. "Com o tempo e o convívio, a frequência dos beijos pode diminuir, pois deixa de ser uma novidade. Beijar menos é um sinal de que a relação mudou, mas não necessariamente piorou", esclarece.




Para quem não está solteira, mas anda na fissura por um beijo de língua, está na hora de ir atrás dele. "Em primeiro lugar, a mulher não deve esperar que a iniciativa seja do homem. Ela pode puxar o beijo", sugere ela. Agora, se, mesmo assim, ele evitar: "Vale a pena conversar sobre o assunto, mostrar como se sente e ouvir a opinião do outro. É preciso falar e perguntar as preferências do outro", afirma, acrescentando que o beijo e o sexo têm relação, mas uma coisa não leva necessariamente à outra.





"Cabe aos dois perceber se a escassez de beijo é algo que se quer manter ou não. Caso seja de interesse de ambos, vale tentar entender o que foi perdido e, então, resgatar isso", conclui.


(JACOOOOOOB, BEIJAEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEELLLL *-*)


WOW!!!

Essa semana só deu beijo!!!
To até sem fôlego.
Mas ainda tem fôlego pra mais um!!!
JAKISSES!!!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sessão Smack 6 - Manual do Beijo Parte III

Oi minhas minunitchas pitchulas!!!

Prontas para mais uma sessão smack? Eitah que o assunto rendeu essa semana! Hoje, pra vocês, a última parte do Manual do beijo.

Manual do Beijo Parte III





A química




O que dizem dela é que: ou bate, ou não bate. Há estudos científicos tentando desvendá-la. E até matérias em revistas femininas (com a nossa!) abordando o tema como se fosse a oitava maravilha do mundo. Com o beijo não é diferente. Ou encaixa, ou não encaixa. "Imaginem só um beijo sem língua. Pois é, o famoso 'beijo francês' de beijo não tem nada, é mais técnico, porque eles não usam a língua. Uma vez beijei um parisiense e foi super sem graça, foi oco, vazio, um horror. O cara chegou a comentar que o meu beijo era diferente e achei muito engraçado. Lógico, né? Eu usava a língua e ele não!", ri Andréia, de 20 anos. "Mais tarde, descobri que, para os estrangeiros, beijo é coisa muito íntima. De língua, então, nem se fala! É coisa de namorado mesmo", conta.




A questão vai muito além da nacionalidade. O beijo depende de cada pessoa. "Não existe esse negócio de beijo bom e beijo ruim. Existe beijo que encaixa e beijo que não encaixa, pura química, só isso. Tem beijos que, de primeira, não são tão bons e, depois com o tempo ficam excelentes. Quando você gosta da pessoa, você se acostuma, aí cada um adapta naturalmente a sua forma de beijar e rola o encaixe", diz.



Cláudia Felício, jornalista, autora de um livro voltado ao público adolescente "Tudo sobre meninos... para meninas" (Editora Planeta Jovem) assina embaixo da 'teoria quebra-cabeças' de Andreia. "É tudo uma questão de encaixe mesmo. Às vezes o cara quer beijar rápido e a mulher curte um beijo mais lento. Às vezes é do tipo "língua de manivela" e a parceira prefere beijar de outro jeito ou vice-versa. O beijo bom é aquele no qual se chega a um acordo no jeito, no ritmo de beijar, nos carinhos", afirma Cláudia.




O treino




Hoje em dia, ela acha engraçado, mas quando era mais nova a autora Cláudia Felício já treinou muito. "Treinava o beijo sozinha, no azulejo do banheiro, tentava pegar gelo dentro do copo com a língua e coisas assim. No entanto, acho que isso não adiantou nada. No meu primeiro beijo, quando fui chegando perto do garoto, foi me dando aquele medo de não mandar bem. E depois que nos beijamos foi tudo tão diferente do que eu tinha combinado com o azulejo do banheiro!", brinca Cláudia. Fica a dica: o melhor é treinar ao vivo!







Ai ai, deu até vontade daquele beijinho agora.



Jakisses meninada!!!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Sessão Smack 5 - Manual do Beijo Parte II


Wow!!!

A sessão smack de ontem deu umas dicas legais hein? E hoje temos mais uma dose do Manual do Beijo. Pegue o listerine que lá vamos nós!!!

Manual do Beijo Pate II

- Em que lugares os homens gostam de receber beijos e mordidinhas?

(HAUAHAUAAUA foto meramente ilustrativa... favor não repetir)


"Isso depende muito, mas, em geral, beijos no pescoço, nas orelhas, nas têmporas, na testa, no nariz e até nos olhos são excelentes complementos para o beijo na boca. Ainda assim, alguns podem estranhar, então a minha dica é ir beijando lentamente essas outras áreas, sem pressa, para que você possa sentir se ele está gostando ou não" - Pedro Paulo Carneiro, jornalista, autor de "Dossiê do Beijo: 484 Formas de se Beijar".

- Beijar chupando bala



Já experimentou com balas de menta ou anis? Coloque na geladeira e ofereça para o seu bem. Depois, grude-se nele, claro. Você não vai nem lembrar que existem calorias. "Sim, é totalmente válido! É até legal você compartilhar com a pessoa a bala, frutas, mel, chocolate, gelo... É divertido introduzir um elemento surpresa no beijo, seja ele um doce, uma técnica ou um jeito diferente de beijar" - Pedro Paulo Carneiro, jornalista, autor de "Dossiê do Beijo: 484 Formas de se Beijar".


- Batom: ame-o ou deixe-o




"Ajuda a ficar com a boca bonita, atraente. Mas pode atrapalhar porque se espalha pelo seu rosto e pelo rosto dele" - Sérgio Savian, especialista em relacionamentos amorosos. Entre quatro paredes, tudo bem. Em público, é bom tirar o excesso e, se possível, passar só um gloss. Você não vai querer deixar o seu gatão com a cara do Coringa, do Batman, vai? Caso a resposta seja afirmativa (mázinha, você, hein?), leve um lencinho umedecido na bolsa. Ele vai adorar a sua gentil preocupação com o bem-estar dele.



Em breve, a Parte III do Manual do Beijo
Sessão Smack rullez!!!




Jakisses!!!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sessão Smack 4 - Manual do Beijo Parte I

Heeey Pitchuleeeetes!!!

Prontas para mais uma sessão deliciosa de SMACK SMACK SMACK??? Então pega o brilhinho de chocolate, aqueça a língua que aaaaí vamos nós!!!

Manual do Beijo - Parte I



Beijar é muito bom. Apaixonada, ainda melhor. Sem paixão, com tesão, por que não? Tem beijo doce, beijo faminto, beijo-mordida, molhado também, tem beijo até pra selar amizade, o famoso "selinho"(do qual já falamos). Tem os inesquecíveis, os surpreendentes, os que foram roubados e os que nos deixamos roubar. Tem beijo proibido, beijo ousado, beijo-tabu, beijo lambuzado. A gente quer todos e quantos mais inventarem. A gente quer inventar. E beijar. Você já beijou alguém hoje?

Se liga nessas dicas pra você mandar superbem no kiss. Porque se o rosto é o cartão de visita, o beijo, meu bem, é a visita em si.




- Olhos fechados ou abertos




"Se estiverem fechados, você concentra a sua atenção mais na sensação do beijo, na boca. Se estiverem abertos, você aproveita para trocar energia também pelo olhar. Então, a escolha é sua, mas o que não vale é beijar olhando para os lados" - Sérgio Savian, especialista em relacionamentos amorosos.

- Explore o ritmo dele



"Vale morder, sugar, roçar... O legal é explorar a boca e são tantos os movimentos que precisaríamos de uma página inteira para demonstrá-los, mas dois são bastante interessantes: experimente roçar lentamente a língua no céu da boca no momento do beijo. Outro é contornar os lábios dele com a língua, lentamente, e, logo depois, beijá-lo profundamente.

Descubra o ritmo dele e imponha o seu também. Deixe ele comandar alguns movimentos, siga-os e, depois, vá fazendo os seus próprios. Um bom beijo é assim, feito por duas pessoas. Outra dica é usar a sua respiração para deixar o cara entusiasmado. Quando estiver no meio do beijo, respire com força e profundamente. Então, estreite-o mais ainda nos seus braços" - Pedro Paulo Carneiro, jornalista, autor de "Dossiê do Beijo: 484 Formas de se Beijar".

- Use as mãos a seu favor



"As mãos fazem parte de um bom beijo. Enquanto você beija, pode fazer carinho nos cabelos dele, no rosto etc" - Sérgio Savian, especialista em relacionamentos amorosos.

- Mão-boba


(Imagem de Harry Potter e A Ordem da Fenix... mão boba do camaradinha)

"Se você não quer a 'mão boba', o ideal é deixar seus braços caírem na lateral de seu corpo e segurar as mãos do outro com delicadeza, fazendo carinho e guiando-as para as áreas de seu corpo onde gostaria de senti-las. Por exemplo: pode guiá-las para a sua cintura ou para as costas. Mas tudo com jeitinho!" - Pedro Paulo Carneiro, jornalista, autor de "Dossiê do Beijo: 484 Formas de se Beijar".


Em breve a Parte II do Manual do Beijo
Aqui, na Sessão Smack do Papo de Mulher

E, de acordo com o tema... JAKISSES

D1U de prata: Minha experiência

Hey ho, Pitchuletes amadinhas! Hoje vamos conversar um pouquinho sobre o DIU de prata. Na última postagem eu contei para vocês como foi a mi...