quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Conquista
O estudo concluiu também que esses "signos sociais" são indicativos de que realmente gostamos do outro. Por isso, nem perca tempo com quem não fixa o olhar em você e nem sequer expressa uma manifestação nos lábios. "Se combinarmos a informação que temos sobre a beleza física de uma pessoa com a constatação de que parecemos atraentes para ela, isso permitirá saber quanto esforço se deve colocar na relação", afirma Ben Jones, coordenador da pesquisa.
"Em outras palavras, é possível saber se devo mesmo cortejar alguém que não tem qualquer intenção de corresponder às minhas expectativas", completa.
Não se trata de beleza
Ainda que pesquisas anteriores tenham demonstrado que o que consideramos beleza natural são características físicas como a simetria facial e o tom de voz, esse estudo sugere que a fascinação entre duas pessoas pode ser muito mais complexa que isso.
Os resultados foram baseados em um teste feito com 230 homens e mulheres. Os pesquisadores pediram para que os voluntários olhassem cartões com a imagem de rostos com expressões variadas. As imagens mostravam pessoas que faziam contato visual, sem sorrir; que não olhavam nos olhos, mas sorriam; que não mantinham contato visual e nem sorriam; e, finalmente, pessoas que olhavam nos olhos e também sorriam. Depois, os participantes tinham que qualificar o grau de atração que sentiram por aqueles rostos.
Segundo Jones, a maioria dos participantes considerou como a imagem mais atraente aquela que olhava diretamente nos olhos e sorria. Ou seja, a atração seria uma combinação de beleza natural com "signos sociais", que podem ser um olhar, um sorriso e até mesmo a declaração verbal.
De acordo com os pesquisadores, o trabalho demonstra que o que consideramos como atraente está relacionado com a forma como esse indivíduo se comporta e quanto interesse parece sentir por nós.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Mulheres se apaixonam por gays
Mas o que eles têm que atrai as mulheres? "Ah, eles entendem mais as mulheres, conhecem as coisas da alma feminina", acredita Giovanna Ewbank. "São mais parecidos com a gente e a mulher acaba se encantando com isso. Nos heteros, às vezes falta sensibilidade", emenda. A atriz conta que uma amiga já se envolveu com um homem sabendo que ele era homossexual. "Não deu certo. Ela se apaixonou, entrou de cabeça, mas ele foi mais para ver qual era", lembra ela, que, no entanto, acredita que uma união do tipo seja possível. "A gente se apaixona pelo ser humano. Você vê o Orlandinho e a Céu: eles se divertem muito".
O maquiador Edy Clemente, 38 anos, volta e meia é alvo de cantadas e já ganhou até jóia de presente. "Ouço coisas como 'se você não fosse gay, eu casava' e 'a pessoa que está com você deve ser muito feliz'", diverte-se.
O jornalista Gustavo Cunha, 31, sempre ouve que ele é "um desperdício". "Eu respondo: 'Desperdício para quem? Porque eu estou aproveitando muito...'", brinca ele, que tem amigos gays que, de vez em quando, "ficam" com mulheres. "Elas gostam de testar o poder de sedução", arrisca.
Mas nem sempre a abordagem é, digamos assim, suave. "Nunca levei uma 'dura' tão grande como a que levei de uma mulher. Tinha 30 anos e ela me assediou dentro do carro", conta o maquiador Flávio Barrozo, 50. "Falei que não ia conseguir, que tinha que ir embora. Fiquei muito assustado. A partir de então, outros assédios femininos aconteceram, mas já soube lidar com mais tranqüilidade, porque dessa quase não escapei", ri.
A tradutora Juliana Azevedo, 27, há seis meses "fica" com um amigo gay. "Até o Réveillon a gente passou junto. Ele fica bastante empolgado. Mas já falou: 'você sabe que não vai passar disso, né?'", conta. "Se você se sente atraída e tem ciência de que não vai construir um relacionamento, por que não? Ele é muito bonito, inteligente, sensível, educado, gosta das mesmas coisas que eu... Um amigo com quem você pode falar tudo e que ainda te 'pega'", suspira Juliana.
A fotógrafa Camila Marchon, 24, já conheceu uma autêntica Maria Purpurina. "Ela namorava um amigo meu que é totalmente gay. Depois, terminou com ele porque se apaixonou por outro gay", conta ela.
Ouvir as mulheres é qualidade
A explicação para o fascínio das mulheres pelos gays é quase unânime: eles têm qualidades que faltam aos heterossexuais. "Elas costumam procurar a delicadeza e a gentileza. O gay sabe ouvir uma mulher e sempre quer vê-la linda, muito feminina, brilhando. Já o hetero quer coibir esse brilho. Então, se a a mulher vai para a cama com um gay, ela vai receber todo o carinho", diz o maquiador Flávio Barrozo. "Eles são sempre arrumados, vaidosos, sabem falar sobre roupas", concorda a fotógrafa Camila Marchon.
Há quem ache que um homossexual possa sentir atração por uma mulher, mas poucos acreditam na durabilidade desta relação. "Para a mulher, é a maior roubada", alerta o estilista Carlos Tufvesson, 40 anos. "Como fetiche, vale a pena. O problema é pensar no cara como uma possibilidade de vida em comum", diz. O jornalista Gustavo Cunha também questiona o dilema de Orlandinho, que se assumiu e agora não sabe se é homo ou heterossexual. "O cara vai deixar de ser gay só na fantasia da mulher", defende.
E você? O que acha?
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Amigas NO SENSE!
Ocorre que chamar a atenção de alguém pela falta de educação e bom senso nunca é uma tarefa agradável e costuma ser adiada. Ninguém sabe exatamente como agir nessa situação "saia justa", para que o recado seja dado à amiga sem noção, de forma que ela não se ofenda.
Quanto mais amigas vocês forem, aliás, pior. Por isso, para ajudá-la a ter coragem de melhorar a imagem da sua amiga, sem correr o risco de esfriar a relação, pedimos a opinião das consultoras de etiqueta Sofia Rossi e Ligia Marques. Listamos alguns perfis de mulheres inconvenientes e perguntamos às especialistas qual a melhor forma de impedi-las de provocar novos contrangimentos. Confira:
A amiga que aparece sem avisar ou ser convidada
Passa das 10 horas da noite, você está pronta para dormir, porque tem que levantar cedo no dia seguinte, e toca a campainha. Ou então você organiza uma reunião de amigos do colégio e sua amiga da faculdade resolve aparecer, mesmo sem ser convidada. O que fazer?
As consultoras são unânimes em dizer que você não é obrigada a receber uma visita inesperada. Mas sugerem que, especialmente no caso de uma festa, o ideal é deixar a visitante à vontade. Faça ela entrar e sirva uma bebida. Na hora em que sua amiga for embora, porém, seja sincera e diga que você prefere ser avisada da próxima vez. "É o seu direito solicitar que a pessoa tenha um pouco mais de bom senso e educação", explica Ligia.
Sofia acredita que, se precisar, pode falar sem rodeios e claramente que a amiga foi inconveniente. "Não invente desculpas para não cair em contradição depois", alerta. "Ela até pode não gostar do que vai ouvir, mas você não tem obrigação de receber ninguém quando não quer ou não está preparada para isso."
A colega de apartamento que é folgada
É muito difícil dividir as contas com alguém que não tem senso de responsabilidade ou, pior, que não sabe respeitar o espaço do outro. Por isso, antes de dividir o mesmo teto com alguém, procure saber quais são as suas manias e hábitos e, principalmente, e, juntos, estabeleçam regras.
Sofia enumera alguns itens a serem discutidos: "quem paga o quê, quem faz compras, quem cozinha, quem limpa a casa, se animais de estimação são permitidos ou não, em que volume escutar uma música, qual o tempo máximo no banho, qual o dia de receber a visita do namorado, entre outros. Tudo deve ser discutido e acertado antes".
Mas se mesmo assim ela desobedece as regras e não contribui com as compras ou as contas da casa ou deixa as roupas jogadas no chão, o melhor mesmo é dar uma bronca sincera. Ligia propõe que a amiga incomodada chame a colega para conversar e diga que isso é necessário para evitar que a convivência prejudique a amizade. De acordo com a especialista, as duas podem revelar as atitudes de uma e de outra que mais incomodam e chegar a um consenso.
Ela fala palavrão e arrota na mesa
Uma vez ou outra, dependendo do contexto, pode até passar. Mas, quando palavrões e arrotos fazem parte do comportamento natural da sua colega, é hora de terem uma conversa. Mostre-se incomodada com essas atitudes e, se precisar, diga que esse comportamento não é bem aceito por ninguém e que ela está prejudicando a própria imagem.
Ligia ressalta que muitas palavras que antes eram consideradas palavrão hoje "estão na boca de todos sem causar tanto horror". Contudo, o exagero deve ser evitado.
Mas atenção: se o arroto saiu sem querer, finja que não percebeu.
Ela gosta de falar da vida íntima sem pudores
Dividir algumas intimidades não faz mal a ninguém. É gostoso conversar com as amigas sobre o namorado, os paqueras, rir e chorar. Mas tudo tem limite, e alguns detalhes não interessam a ninguém - mesmo que tenha gente disposta a contar.
Ligia sugere, no meio das confidências sexuais de uma amiga mais empolgada, um aviso para mudarem de assunto, sempre em tom de brincadeira. Algo do tipo: "vamos pular os detalhes? Todos agradecem". Você dá o recado, sem parecer chata.
Amiga que te deixa sozinha na balada para paquerar
Você agenda uma noite para dançar, beber e rir com as amigas. No final, devido a imprevistos, acaba indo apenas você e mais uma amiga. Mas tudo bem, o importante é a companhia e a diversão. Só que dez minutos depois de entrarem na casa noturna, você olha para o lado e não acha mais a sua companheira, que está do outro lado da pista flertando com um rapaz. E agora?
Algumas pessoas não se importam com esse comportamento, mas, se você é uma das que acham a atitude absurda, a dica é tentar curtir a festa sozinha ou voltar para casa se não estiver à vontade. No dia seguinte, diga que não gostou de ser deixada de lado e que, provavelmente, nunca mais sairão só as duas.
Aquela que pega roupa emprestada sem pedir
É comum ter uma amiga que é do seu tamanho, coincidentemente tem o mesmo gosto que você para roupas e, adivinhe, foi convidada para uma festa ideal para estrear aquele casaco novo que você comprou. Emprestar roupa uma vez ou outra para uma amiga não é o problema. A "saia-justa" ocorre quando ela começa a pegar suas roupas sem pedir ou simplesmente não as devolve mais?
A ordem, então, é cobrar, educadamente. "Você já usou aquele vestido que te emprestei no mês passado? Será que poderia me devolver, porque eu gostaria de emprestá-lo a uma outra amiga?", sugere Ligia.
Para Sofia, é uma questão de respeito ao próximo e é preciso falar na hora. Lembrando sempre que, ao devolver algo emprestado, temos que devolver no estado em que pegamos. "Quebrou, rasgou, arranhou? Compre outro e peça desculpas a quem lhe emprestou", acrescenta.
A muy amiga que dá em cima do seu namorado
Pode ser algo que ela comentou com você, ou que ele te contou, ou algo que os outros estão fofocando ou, pior, algo que você mesma viu e ouviu. Não importa qual seja o caso, o importante é checar essa história e procurar saber o que exatamente ocorreu.
Sofia indica analisar a situação e ouvir o que o namorado e a amiga têm a dizer. Uma dica é conversar com ambos, mas separadamente. Se foi ela quem se insinuou, chame-a em um canto e diga que a situação não agradou. Aceite as suas desculpas, mas fique esperta.
A consultora Ligia acredita que não dá para pegar leve num caso como esse, mas recomenda manter a calma e a classe. "Afaste-se da garota o quanto antes e diga que esse tipo de investida a faz parecer bastante vulgar."
Sempre liga no pior horário
Pessoas com quem temos intimidade sentem-se à vontade para ligar dia ou noite, em qualquer horário. Tudo bem, até damos essa brecha para alguns amigos mais íntimos, mas nem todos são bem-vindos ao telefone em horários inconvenientes. "Antes das 9h da manhã e depois das 10h da noite é nosso horário de silêncio", diz Sofia.
Ligia oferece uma solução simples para o problema. "Diga que está um pouco ocupada e indique o melhor horário para ela te retornar." Sofia também dá alguns conselhos para você mesma não cometer esse tipo de gafe. "Pergunte se a pessoa pode te atender no momento. Se a pessoa confirmar que estava dormindo quando você ligou, não continue o papo: peça desculpas e ligue mais tarde."
domingo, 27 de setembro de 2009
Filhos? NAAAAAAH!
Prova disso foram as respostas de amor e ódio ao lançamento do livro Sem Filhos - Quarenta razões para não ter no Brasil. (Saiba mais no link acima). Nele, Corinne Maier, psicanalista e economista, lista vários motivos polêmicos para não ter crianças em casa. Para Corine, filhos "custam caro, poluem e, sobretudo, afundam a existência das pessoas".
A autora de 43 anos que abomina a maternidade é mãe de dois adolescentes e não tem qualquer pudor de culpar uma criança por roubar os momentos de lazer dos pais, dominar a vida do casal, afastar os amigos adultos de casa e, claro, quebrar todo o clima na hora do sexo.
Opinião semelhante é compartilhada por Alice Freitas. Casada há dois anos, a publicitária de 35 anos diz que jamais renunciaria aos seus prazeres para cuidar de um filho. "Se tivesse que desmarcar uma viagem ou mudar meus planos por causa de uma criança, faria tudo com má vontade. Então, para não culpar alguém pela minha infelicidade, prefiro continuar com a independência que tenho", esclarece.
Para Aline, outro ponto que a fez desistir do projeto de ser mãe é a questão financeira. "A minha renda familiar não permite. Teríamos que fazer muitos sacrifícios para sustentar uma criança. Por isso, mesmo que houvesse uma lei obrigando um casal a ter filhos, provavelmente eu e meu marido seríamos 'foras-da-lei'", afirma.
Por outro lado, há histórias menos radicais. Em comunidades na Internet, que defendem a idéia de não ter filhos, por exemplo, foi possível encontrar quem mudou de posição. Bia*, de 33 anos, atualmente espera o nascimento de uma menina para dezembro. "Nem lembrava que ainda estava nessa comunidade", disse a empresária, que prefere preservar sua identidade.
Casada há cinco anos, Bia conta que ter filhos não estava nos planos do casal até o ano passado. "Optamos por viajar, estudar e crescer na profissão. Mas, depois de um certo tempo, percebemos que faltava algo e começamos a avaliar tudo o que antes achávamos um obstáculo para engravidar. Se fôssemos pensar só nos gastos, jamais seria mãe. A nossa decisão foi muito mais emocional que financeira. E acho que está valendo a pena", garantiu a futura mamãe.
Razões dos especialistas para negar a maternidade
Dificuldades financeiras e não ter ao lado um homem que considere o ideal para ser pai estão entre os principais motivos para adiar a gravidez, pelo menos por um tempo. Nesses casos, a psicoterapeuta Sueli Molitérno, especialista em terapia de regressão de memória, propõe uma avaliação do inconsciente. "Quase sempre há um medo por trás, baseado no seu histórico de vida. O "não a gravidez" pode ser dado por medo da deformação física, medo de não ser uma boa mãe, medo de ser abandonada pelo companheiro, medo de que o filho passe por um sofrimento que ela já passou", explica.
Portanto, para Sueli, antes de tomar a decisão de não ter filhos é preciso se "conhecer melhor". "Se houve um trauma, um bloqueio, o desejo de ser mãe pode despertar de um dia para o outro. O problema é que, às vezes, poderá ser tarde demais para engravidar", conclui Suely.
Feridas emocionais à parte, para a psicóloga Sueli Castillo, a decisão de não ter filhos deve-se à liberdade de escolha conquistada pelo sexo feminino. "Os métodos contraceptivos deram à mulher a oportunidade de escolher quando e se realmente quer ser mãe. Ela se libertou da "culpa" de se sentir diferente e, assim, assumiu mais a sua autenticidade", acredita.
Infelizmente, as especialistas admitem que há um preço a se pagar quando a escolha (seja em relação à maternidade ou qualquer outro assunto)foge aos padrões considerados normais.
A decisão de passar a vida inteira sem experimentar a sensação de ficar grávida gera preconceito e discussões acaloradas, como tudo que altera a ordem social estabelecida. De quebra, muitas vezes envolve até pensamentos machistas. "Uma mulher sem filhos está associada ao perigo. Já uma mulher "sozinha" que não deseja ser mãe é vista também como fria", explica Sueli Castillo.
Segundo a psicóloga, porém, as decisões não podem nunca ser baseadas nesses julgamentos. "Se todos resolvessem seguir os padrões impostos, a família seria indissolúvel, sem separações ou divórcios, não haveria união sem "casamento oficial", muito menos casamentos entre pessoas do mesmo sexo", lembra.
A enfermeira Fernanda da Silva, de 40 anos, concorda. Essas atitudes e olhares de reprovação - muitas vezes sutis - nunca a assustaram. Recém-separada, após um casamento de 17 anos, ela conta que nunca pensou em ter um filho, mesmo contrariando os desejos dos parentes, principalmente dos pais e sogros.
"Minha rotina é muito complicada, e meu marido sempre me apoiou nessa decisão. Aproveitamos muito a vida a dois. Hoje, estou solteira novamente e vejo de forma ainda mais clara que uma criança só teria atrapalhado meu crescimento pessoal. Não teria, por exemplo, a liberdade para sair com os amigos e voltar para casa na hora em que achar melhor ou então, se for o caso, nem voltar", comenta bem-humorada.
Quando perguntada se falta algo em sua vida, Fernanda é categórica: "talvez um outro homem, mas filho jamais".
sábado, 26 de setembro de 2009
TAH SOLTEIRA? Aproveita a vida XUXU!
Vocês estavam só no cineminha, pizzaria e DVD. De repente, o namoro acabou. Fim. E você se dá conta de que precisa começar de novo, dar adeus aos programas de casal e as boas-vindas à vida de solteira. Tem tente que se sente perdida e não tem a menor ideia do que fazer em plena sexta-feira à noite. Qual é a boa, para onde ir e, estando lá, como se posicionar? Calma. Estamos aqui para ajudar você a ver que a vida de solteira tem seu lado bom e pode te trazer belas surpresas.
Assim que ficou solteira, a publicitária Adriana R. fez o óbvio: telefonou para a melhor amiga. Conversa vai, conversa vem, descobriu qual era a boa da noite e para lá foi, guerreira. "Juntei um grupinho e parti para a boate da moda. Estava animada, mas achei tudo estranho, muito invasivo", conta Adriana, que estava a fim de azaração, mas não tanta. "Os caras chegam junto sem o menor charme, pegam na sua cintura, falam bobagem. Alguns são agressivos", conta ela, que nunca mais voltou ao lugar. "Não acredito que possa conhecer alguém interessante em um ambiente como esse. Prefiro ficar em casa e, ultimamente, só vou a aniversários de amigos", conta ela, que já está de olho no amigo de um colega de trabalho.
Descubra o seu tipo de diversão
De fato, há quem torça o nariz para as boates. Mas se elas não tivessem seu eleitorado, não estariam com tantas filas na porta. Para a funcionária pública Ana Carolina L., 32, sempre existe um lugar com o qual a pessoa se identifica: "Boate de verdade eu vou pouco. Mas adoro partir para uma feijoada ou um pagode". Ana sai para se divertir e não para caçar namorado. "Se acontecer, vai ser ótimo, não nego. Mas quem fica aflita procurando acaba sozinha porque os homens reparam", defende.
Amplie seus horizontes
A usuária do Bolsa de Mulher Gika Swiss diz que, ao se ver solteira, a boa é focar em si mesma: "Procure se cuidar e busque se aproximar de pessoas que tratem você bem". Gika sugere que a recém-solteira fique perto da família e dos amigos. Além disso, pode ser legal tentar aumentar o convívio social. "Vá com outras pessoas fazer atividades que você goste. Quem sabe uma viagem no fim de semana com amigas?", recomenda, frizando que o negócio é ocupar o tempo livre com coisas e pessoas que nos dão prazer.
Use camisinha
A usuária do Bolsa Jaque trabalha no mercado financeiro e lembra um tópico importante no universo da solteirice: o uso do preservativo. "Fiquei solteira há dois anos e não faltava camisinha na minha carteira", conta, precavida. Alguns homens ainda se surpreendem com essa atitude "moderninha", mas temos que nos prevenir sempre. "Alguns parceiros riam e achavam estranho quando eu tirava a camisinha da bolsa. Outros agradeciam por não ter na hora", lembra Jaque. E nós, do Bolsa de Mulher, assinamos embaixo: tem que usar camisinha - solteira, casada, separada, viúva, sempre!
Segundo a psicóloga Priscilla Gaspar, quanto mais longo tiver sido o relacionamento e maior a convivência diária, maiores serão as dificuldades encontradas pela recém-solteira. "A sua rotina estava impregnada do parceiro e ficará ‘vazia'. A sensação de que está faltando algo será tanto maior quanto mais intensa era a dependência no vínculo do casal, ou seja, quando um não faz nada sem o outro", explica Priscila, lembrando da importância de se preservar a individualidade mesmo estando em um relacionamento sério.
Viva o seu luto
Segundo Priscila Gaspar, após um rompimento é necessário elaborar a perda, passar por um processo de luto e, se possível, evitar se envolver emocionalmente com outra pessoa antes da ferida cicatrizar. "Para algumas pessoas, sair pode ser uma forma de evitar o contato com a dor e, dessa forma, evitar o trabalho do luto. Nesse caso, se recolher ao menos temporariamente deve ser considerado", sugere a psicóloga, afirmando que é importante retomar o contato com amigas e ir aos pouco se reintroduzindo no mundo dos solteiros.
O melhor e o pior de estar solteira
Para a psicóloga Priscila Gaspar, o bom de estar solteira é ter de volta a liberdade de poder fazer o que quiser sem a interferência de outra pessoa. "Ter mais tempo livre e liberdade de escolha pode ser uma ótima oportunidade de se redescobrir", afirma ela, para quem o lado ruim é não ter com quem compartilhar e dividir as coisas.
Dicas
Pedimos à psicóloga algumas dicas do que as recém-solteiras podem fazer. Aí vão elas:
1) Aproveitar para fazer tudo que deixou de fazer, fosse por falta de tempo ou porque o companheiro não apoiava.
2) Sair sozinha.
3) Passar o dia fazendo tratamentos de beleza.
4) Visitar parentes.
5) Brincar com seu pet.
6) Ler um bom livro.
7) Recomeçar aquele curso que você deixou para trás.
8) Aproveitar pra viajar, conhecer novos lugares
9) Fazer novas amizades
10) Deixar a vida ditar um pouco as regras e seguir livre, ao sabor do vento
E você, que conselho dá para quem acabou de se separar?
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Quando O CACHORRO termina com vc!
Homens do meu coração, desculpe o termo "Cachorro", mas ele não se aplica a você fofurinha que é boa pessoa e cuida com carinha da sua namorada.
CACHORRO SE APLICA A ESSES SAFADOS QUE MANDA A COITADA PASTAR PQ ACHOU OUTRA GAROTA QUE ELE AAAACHA QUE É MELHOR!
Vamos ao post :)
Contra a sua vontade e depois de ampla exposição dos seus argumentos e algumas lágrimas, não teve jeito: ele desmanchou o namoro. Na hora de contar para as amigas, umas falam o básico: "Ele terminou comigo". Há quem prefira uma brincadeira como: "Tomei um pé na bunda". E outras: "Levei um fora". Não importa o modo como se diz, os sentimentos são os mesmos: dor no peito, sensação de fracasso e medo do que vai acontecer dali por diante.
Para todas, os minutos, horas, dias pós-término carregam lembranças do que foi e lamentações do que poderia ter sido. A usuária do Bolsa de Mulher Dada Geminiana viu seu namoro de quatro anos chegar ao fim por iniciativa dele. "Ainda está doendo muito. No fundo sei que valeu. Tudo vale a pena quando a alma não é pequena, já dizia o poeta", tenta se animar Dada.
Ela está certa de que, quando o ressentimento passa, a razão prevalece. "É possível enxergar o quanto foi positivo e aprendermos tanto com o amor quanto com a dor", opina. Dada acredita que nada acontece por acaso, que ninguém passa em nossas vidas sem deixar um pouco de si e levar um pouco de nós. "Acabou? Que pena! Mas nada é para sempre, nem o próprio fim!", diz.
Você está pronta pra seguir em frente? Faça o teste! http://msn.bolsademulher.com/servico/testes/103/116/
Todo mundo já levou um cartão vermelho no jogo do amor. Mas ninguém se acostuma com a dor de ser jogada para escanteio. Para a usuária do Bolsa, Fatima Macedo, ser dispensada não é fácil: "Nem sempre a gente consegue reagir como um adulto e não como uma criança mimada". Ela defende que, diante de uma ruptura, o jeito é tentar superar. "Tem que deixar o outro ir, ele tem o direito de não querer ficar comigo e de não gostar de mim", resume Fátima, como quem dá a receita para desafazer o gosto amargo que todo mundo experimenta quando termina um namoro.
A fila anda
A usuária Estelinha Aquariana acha que é preferível que ele termine logo o relacionamento do que se envolva com outra pessoa durante o namoro. "A partir do momento em que terminamos uma relação, estamos abertos para outra. Não existe essa de dar tempo", opina, certa de que a fila tem que andar. "E como anda! Uma dica: não procure saber nada da vida do ex. Ex é ex, passou. Vá viver a sua vida e ser feliz", aconselha.
Para Lili Gab o fim de um relacionamento não significa o fim do mundo. "É o começo de uma nova vida", afirma, olhando para o futuro. "Se ele não te quer mais, pode ter certeza que alguém vai te querer! Toda fila anda e o ex vai perceber que a sua também", diz decidida.
No livro "Relacionamento Amoroso - como encontrar sua metade ideal e cuidar dela", o psicólogo Ailton Amélio lembra que levar e dar foras são acontecimentos comuns entre os que buscam um relacionamento. "Quem tem muito medo de foras corre o risco de ficar só", afirma Ailton. O psicólogo explica que a duração e a intensidade do relacionamento, a integração de vida com o parceiro e a incompreensão dos motivos do fora aumentam os problemas causados por um término contra a nossa vontade.
"Se quem recebe o fora está muito apaixonado, a sensação de perda é maior. A falta de reciprocidade é como estar com sede e não ter água para beber", afirma Ailton. Para ele, o apaixonado que deixa de ser correspondido apresenta reações semelhantes àquelas exibidas por um drogado que parou recentemente de usar a droga: sofrimento intenso, alterações fisiológicas e alterações de sono.
Para aliviar a dor, Ailton Amélio sugere as seguintes medidas:
1) Associar as boas lembranças com lembranças ruins: "Sempre que tiver boas lembranças sobre o amado, pense em algo ruim que ele fez. Isso vai ajudar a diminuir a conotação positiva que ele tem pra você", conselha o psicólogo.
2) Desidealizar o parceiro: "Um dos ingredientes do amor é a admiração pelo parceiro. Uma forma de desapaixonar é diminuir essa admiração através da dissolução da idealização do outro", ensina.
3) Amor com amor se paga: "Nada melhor do que se envolver com outra pessoa para esquecer um antigo amor e melhorar a autoestima", sugere Ailton. Mas cuidado: quem não está curado de um amor frustrado pode se envolver com outro parceiro inadequado.
4) Por a esperança à prova: "Caso haja esperança de voltar, resta ir atrás do ex e conferir se a esperança tem fundamento. Caso fique claro que a esperança é ilusória, haverá uma dor intensa, mas de curta duração. O amor se extinguirá", finaliza.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
10 Coisas para não fazer no Namoro
1. Fingir que está tudo bem quando não está: Quando ele pergunta: 'O que foi?' e respondemos: 'Não foi nada'. Os homens são literais e objetivos, não entendem entrelinhas. "Para eles, nada é nada - estejamos emburradas, com a cara amarrada ou não. É simples assim", ensina a psicóloga Sabrina Dotto Billo.
2. Fazer uma crítica atrás da outra: "Os homens (e as mulheres também) são muitas vezes motivados pelo reconhecimento. Esperar o momento para elogiar quando ele fez algo certo é melhor do que criticá-lo pelos erros", lembra a psicóloga Karen Camargo.
3. Achar que ele tem bola de cristal: "Esperar que o parceiro adivinhe nossas necessidades ao invés de pedir diretamente", sinaliza Karen Camargo, apoiada pela colega Thays Araújo. "A comunicação é essencial. Ter um diálogo franco e aberto é importante para esclarecer os mal-entendidos, expressar pensamentos e desejos. Isso facilita a intimidade e proporciona maior cumplicidade ao casal. O casal precisa conversar sobre o que vive. Sempre haverá conflitos e eles poderão ser resolvidos se os parceiros encontrarem um momento para falar e ouvir", explica Thays Araújo.
4. Competir com a sogra: "É um grande erro simplesmente porque são amores diferentes. Pense no coração compartimentado com gavetinhas, onde cadagavetinha é para uma pessoa. Esvaziar outras não fará a sua ficar mais cheia: o máximo que você pode fazer para encher a 'sua' é ser uma pessoa melhor. E vale lembrar que você pode se tornar a ‘ex', mas a mãe delesempre será mãe", explica a psicóloga Sabrina Dotto Billo.
5. Contar tudo tim-tim por tim-tim: "Um pouco de privacidade é essencial. Algumas partes da nossa história são íntimas e pessoais, e não é porquenão compartilhamos com o parceiro que deixamos de ser sinceras no relacionamento. É questão de autopreservação. Quando o assunto é relaçãoanterior, o cuidado deve ser ainda maior, pois nesse quesito, o menos é
sempre mais", esclarece a psicóloga Sabrina Dotto Billo.
Você entende os homens? Faça o teste!
6. Encarnar a Dra Sabe Tudo: "É um erro achar que conhece tudo sobre o parceiro. A gente não conhece uma pessoa 100%, mesmo depois de muito tempo de relacionamento. Quando achamos que sabemos tudo o que o parceiro pensa ou deseja, deixamos de perguntar o que ele realmente quer e isso pode gerar muitos desentendimentos. Conhecer a pessoa com um olhar é possível, mas não é garantia de que você irá acertar sempre. Pressupor é mais arriscado do que confirmar o que o parceiro deseja no momento", explica a psicóloga Thays Araújo.
7. Dizer que perdoou, mas não perdoou nada: "Quando dizemos que o perdoamos por qualquer coisa e esperamos o momento de "devolver" na mesma moeda ou jogamos na cara
numa discussão, não demonstramos coerência", lembra a psicóloga Sabrina Dotto Billo.
8. Descuidar dele: "Os homens precisam ser cuidados. Eles esperam que as mulheres façam por eles coisas que os façam se sentir especiais: comprar aquela sobremesa que ele gosta, elogiar, cuidar quando estão doentes, se preocupar com a sua vida em geral", afirma a psicóloga Karen Camargo.
9. Achar que pode resolver tudo sozinha: "O maior erro é a mulher achar que ela pode ser a única ou a maior responsável pelo relacionamento. Uma relação só existe a dois, portanto, cada um tem sua parcela de responsabilidade nos erros e acertos da relação. Cabe aos dois encontrar os ajustes necessários", explica a psicóloga Thays Araújo.
10. Fazer pouco das fraquezas dele: "A regra geral é exaltar as qualidades e ter respeito para com as fraquezas. E ajudar a melhorar se o parceiro quiser ajuda. Se ele confessou algo para você (por exemplo, que não gosta de ser baixinho, narigudo, é ruim nos esportes ou não tem sucesso no trabalho) é porque ele confiou em você. Ele vai se sentir tripudiado toda vez que você ‘tocar na ferida' e vai pensar duas vezes antes de contar alguma coisanovamente", finaliza Sabrina Dotto Billo.
D1U de prata: Minha experiência
Hey ho, Pitchuletes amadinhas! Hoje vamos conversar um pouquinho sobre o DIU de prata. Na última postagem eu contei para vocês como foi a mi...
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Bom diaaaaaaa minha gataiaaada!!!!! É com muito gosto que eu, a JeSs, fiel e eterna no Papo de Mulher, venho hoje com minha sessão preferida...
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Hey minhas amadinhas! Hoje é dia de Papo de Mulher Ajuda correndo atrás do prejuízo e respondendo todas as dúvidas atrasadas possíve...
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Oi pessoinhas Muitas vezes nós mulheres queremos muito saber o que os homens querem de nós. Vamos analizar uns pontos onde podemos ser int...